No momento, você está visualizando Conto erótico: Aventura quente no carro

Eu, Natália, vou te contar uma das minhas aventuras mais quentes, porque, vamos combinar, uma mulher como eu – morena, 42 anos, 1,55m de altura, com aquele corpo de falsa magra, bumbum grandão e seios pequenos… sabe bem como curtir a vida. Na época, eu tinha 31 anos, era casada e mãe de dois filhos, de 11 e 7 anos, mas isso não me impediu de me jogar nessa loucura. O carinha, que vou chamar de Sérgio, era um vizinho da minha irmã, uns trinta e poucos anos, casado mas com a mulher morando em outra cidade. Ele media cerca de 1,65m, todo bombado da academia, com pernas e braços torneados que me deixavam babando só de imaginar.

Minha irmã já tinha me contado as histórias dele, como eles tinham ficado e que ele era um tesão na cama, então quando ele me adicionou no Facebook, eu senti um arrepio inteiro. Aceitei na hora, e ele veio com um “boa noite” bem direto, puxando conversa. Disse que me observava na casa da minha irmã há tempos e que, com todo respeito, me achava bem gostosinha. Eu agradeci, claro. Quem é que não gosta de um elogio desses? E a partir dali, ele mandava mensagem todo dia, perguntando como eu estava. Uns dias depois, o papo esquentou: ele confessou que estava louco para me ter nos braços e dar uns tapas na minha bunda. Conversa vai, conversa vem, ele me convidou para uma aventura no carro, em qualquer lugar tranquilo. Eu topei, deixei as crianças com uma amiga e fui ao encontro dele por volta das 19h, em um bairro com poucas casas e pouca gente passando.

Cheguei lá, cumprimentei ele, e o safado não perdeu tempo: agarrou meu cabelo com força e me beijou como se fosse devorar tudo. Aquela pegada forte me acendeu inteira, deixando minha boceta toda molhada e cheia de tesão. Com uma mão no meu cabelo, ele me puxava para mais perto, enquanto a outra descia pelos meus seios, apertando eles com vontade. Sua boca seguiu pelo meu pescoço, roçando o pau duro na minha calcinha encharcada, que implorava para ser fodida. Ele chupou e mordeu meus peitos, alternando entre um e outro, me deixando ofegante como se alguém tivesse jogado gasolina no fogo. Eu adoro sentir a língua de um homem ali, é tipo um interruptor que liga tudo. Enquanto isso, ele apertava meu bumbum, dando tapas que ecoavam no ar, e eu estava encostada no lado de fora do carro, gemendo baixinho.

Ele desceu a boca pela minha barriga e cravou a língua na minha boceta, que já estava pingando mel. Meu Deus, aquela língua era algo de outro mundo… eu nunca tinha sentido nada igual, e lembrei na hora do que minha irmã tinha dito, sem exageros. Eu me contorcia toda, com ondas de prazer subindo pela espinha, imaginando como seria ser penetrada por ele. Ele lambia e sugava com força, bebendo tudo o que eu soltava, e eu só pensava em ficar ali para sempre. Mas eu quis tomar o controle: empurrei ele contra o carro, abri sua calça e puxei o pau para fora. Não era enorme, mas era grosso e duro como pedra. Me ajoelhei e comecei a chupar, passando a língua do base até a cabeça, sentindo ele gemer e puxar meu cabelo, forçando meu rosto contra ele para engolir tudo. Eu sugava com tudo, saboreando cada centímetro, mas não tínhamos muito tempo.

Não aguentando mais, ele me jogou no banco de trás e me posicionou de quatro, começando a me foder com tudo. Estávamos no escuro, em um lugar deserto, sem dar a mínima se alguém via – era pura adrenalina. Ele me penetrava fundo, com uma mão na minha cintura me puxando para ele e a outra batendo no meu bumbum com força, me fazendo gritar de prazer. Eu pedia: “Me fode forte, vai, quero gozar no seu pau e deixar ele todo ensopado!” Ele socava sem parar, e minha boceta se apertava em volta dele, gemendo alto sem nenhum compromisso ou medo. O orgasmo veio rápido, me arrepiando inteira, e eu gozei forte, molhando tudo. Ele tirou o pau, chupou minha boceta com avidez, lambendo cada gota, e eu mal acreditava no que estava acontecendo.

Logo em seguida, ele enfiou de novo, metendo com mais força ainda, dizendo que ia encher minha boceta de porra quente. Puxando meu cabelo, ele gozou gemendo alto, jorrando tudo dentro de mim. Depois, se ajoelhou e lambeu tudo, sugando o leite que escorria, uma coisa que eu nunca tinha visto antes, malicioso e delicioso…

Nos limpamos, vestimos as roupas e fomos embora, como se nada tivesse rolado, mas eu e ele sabíamos o quanto estávamos saciados com aquela trepada selvagem.

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