Sofia era famosa na cidade como a puta dos negões, sempre louca por rola preta e nem ligando se fossem um ou vários fodendo ela ao mesmo tempo. Loira, magra e com uma safadeza que não cabia no corpo, ela era o sonho de todo corno manso como eu, Tiago – um cara com boa aparência, mas baixinho e sempre broxa, incapaz de satisfazer uma ninfomaníaca como ela.
Assim que ouvi falar dessa gostosa, corri pra conhecê-la, e como ela não tinha vergonha nenhuma, no nosso primeiro encontro, eu joguei logo na mesa: queria ser o corno dela. Ela topou na hora, rindo e dizendo que todo homem fraco sonha com isso. Mas eu não esperava que a comemoração do nosso namoro novo em folha fosse uma suruba selvagem com seis negões na casa dela. Eles comeram minha namorada a noite toda, enfiando a pica em todos os buracos dela – buceta, cuzinho e boca –, deixando Sofia exausta e coberta de porra escorrendo pelas coxas. Eu tinha comprado um anel pra marcar o começo do nosso lance, mas ao ver ela na manhã seguinte, toda molhada de sêmen e com um sorriso saciado, eu soube que era pra vida toda. Peguei o anel e, em vez de só namorar, pedi ela em casamento ali mesmo, com poucas horas de relacionamento. A resposta dela? “Sim, amor, eu aceito e vou te transformar no corno mais feliz do planeta.”
Marcamos o casório pro mais cedo possível, porque eu tava louco pra ter uma esposa hotwife, e claro, nada ia ser tradicional. Sorte a minha que Sofia topava tudo o que eu sugeria. Pra começar, eu propus que, antes do grande dia, ela transasse com pelo menos um negão diferente por dia. No primeiro, ela foi atrás de um vendedor angolano que montava barraca de bugigangas na frente da casa dela. Perto do fim do expediente, Sofia apareceu com um shortinho curtinho e colado, que mal cobria a calcinha, e convidou o cara na maior cara de pau. Eu me escondi e assisti tudo: ele a jogou na cama, espalhou as pernas dela e fodeu sua buceta quente e úmida como se fosse uma vadia em cio, gemendo alto enquanto eu sentia meu pau fraquinho latejar de inveja.
Depois, sugeri que saíssemos juntos e ela desse em cima de qualquer negão que quisesse, bem na minha frente. Ela adorou a ideia. Uma noite, num barzinho, estávamos em uma mesa quando dois caras pretos sentaram perto. Sofia comentou que queria uma dupla penetração com eles, mas precisava de um jeito de aproximar. Eu fingi estar bêbado pra dar moral, e ela foi até os caras pedir ajuda pra nos levar em casa. Eles toparam na hora. No carro, eu fui no banco da frente, um deles dirigiu e o outro ficou atrás, apertando os peitos dela e enfiando a língua na boca de Sofia. Chegando em casa, a porra come solta: eles a trataram como uma cadela no cio, um metendo no cuzinho apertado enquanto o outro arrombava a boceta. Cada vez que gozavam – na boca ou na xoxota –, Sofia vinha até mim, que fingia embriaguez no chão, e me obrigava a lamber a porra quente e salgada deles, me deixando louco de tesão.
Na noite seguinte, voltamos ao mesmo bar, de olho no dono, que não parava de encarar a bundinha da minha noiva. Chegamos quando o lugar tava vazio, e ele fez o jogo: me encheu de bebida pra me deixar de fora. Eu fingi estar grogue de novo e assisti ele subir em cima de uma mesa de sinuca, jogando Sofia ali e fodendo ela com força, a rola grossa dele deslizando na boceta dela enquanto ela gritava por mais.
O que me excitava pra caralho era ver Sofia dando mole pros outros na minha cara, como num desfile na cidade, poucos dias antes do casório. Tinha um negão enorme do lado da gente, babando pela minha loira. Ele veio pedir o telefone dela, mas não precisou esperar: naquela noite, eu paguei táxi e motel pra ela ir com ele. Fiquei do lado de fora, ouvindo os gemidos enquanto ele a comia como um animal, enfiando a pica enorme no cuzinho dela e deixando marcas vermelhas na bunda.
A última noite antes da despedida de solteiro seguiu o padrão: fomos a uma festa, e outro negão grande deu em cima de Sofia na minha frente. Saímos os três e foi outra sessão de foda intensa – eles se revezavam na boceta e na boca dela, enquanto eu ficava ali, me masturbando e sentindo o cheiro de sexo no ar.
A despedida? Nem pensar em churrasco com amigos. Eu sugeri que ela convidasse só negões pra uma festinha só com ela de mulher, e virou uma orgia maluca. No dia seguinte, o casório, Sofia tava com a boceta inchada e ardida de tanto rola. A cerimônia foi simples, na nossa casa, com os mesmos negões como convidados. O juiz, doidão liberal, se aproveitou e meteu nela antes de prosseguir. Na troca de alianças, Sofia chamou um convidado, se ajoelhou e fez um boquete sujo, alternando chupadas e punhetas até ele jorrar porra nas nossas alianças. Pra selar o “sim”, ela sugou outro negão até encher a boca de sêmen e me beijou, passando o gosto salgado e quente pros meus lábios.
Depois da cerimônia, veio a festa e a lua de mel juntos: Sofia de vestido de noiva, sendo comida a noite toda por aqueles machos, gemendo enquanto eles enfiavam em todos os buracos. Nosso casamento é o paraíso: ela a puta dos negões, e eu, o corno satisfeito, vivendo o sonho.