Eu sou o Pedro, e essa história é sobre a minha esposa, Isabela, que tem 32 anos, é branquinha, fofinha, com uma bunda enorme e seios fartos – uma verdadeira delícia, sempre pronta para uma aventura safada. Estamos casados há dez anos, e ela adora essas tretas discretas. No ano passado, em 2023, ela estava trabalhando como vendedora em uma loja de material de construção, e lá conheceu o Rafael, um cara de 52 anos, moreno escuro, com cabelos grisalhos e um corpo parrudo, medindo uns 180 centímetros. Ele também era vendedor na mesma loja, e eles passavam horas conversando durante o expediente, às vezes até almoçando juntos no mesmo horário.
Todo dia, quando ela chegava em casa, falava sobre o trabalho, e o nome dele sempre aparecia. Como eu já sabia das manias dela, perguntei direto: “Você está saindo com ele?” Ela riu e respondeu: “Ainda não, mas ele dá em cima de mim pra caralho. Me abraça, cheira o meu pescoço sempre que pode e me enche de elogios.” Eu provoquei: “Você tá dando uma de difícil, né?” E ela sorriu, dizendo: “É, tô deixando o mês de julho passar antes de ceder.” Eu ri e falei: “Até lá, ele vai estar louco de tesão.” Ela adora essas conversas picantes comigo.
Depois que julho acabou, ela finalmente topou as investidas dele. Começaram se pegando no carro dele durante as caronas do fim do expediente, até que um dia ele a levou para um motel para finalmente foder aquela buceta carnuda e lisinha dela. Isabela sempre usava calcinhas de fio dental ou de renda para o trabalho, deixando tudo à mostra. Naquela noite, quando ela chegou em casa, me contou tudo animada: “Você nem imagina? Acabei de vir do motel com o Rafael.”
Fiquei curioso pra caralho e comecei a bombardear de perguntas: “Como foi?” Ela descreveu tudo com detalhes quentes: “Ah, amor, ele é fogo puro. Todo peludo, com uma rola grande, grossa e lisinha que me deixou louca. Eu punhetei ele com as duas mãos, segurando firme aquele cacete, e mamei tanto que ele gemia como um animal, dizendo que nunca tinha levado uma chupada assim. Eu olhava nos olhos dele, batendo a ponta da rola na minha cara e na minha língua, tudo babado e sujo.”
Ela continuou: “Aí, eu chamei ele pra enfiar na minha buceta, que estava pingando de tanto desejo por aquele pau enorme. Ele me deitou na cama, segurou minhas pernas bem abertas e deixou o pau entrar devagar, até o saco dele bater na minha bunda. Eu olhava fixo nos olhos dele, totalmente entregue, sentindo cada centímetro preenchendo meu interior. Ele acelerou, socando forte, e o barulho dos nossos corpos se chocando era uma delícia. Enquanto isso, ele enfiou o dedão na minha boca, e eu chupei como se fosse outra rola, porque naquele momento eu queria mais. Não aguentei e gozei forte, com ele arremetendo fundo na minha buceta.”
Depois, ela disse: “Ele me deu um beijo molhado e falou: ‘Agora fica de ladinho que vou encher esse cuzinho de porra.’ Eu queria, mas decidi não dar o cu logo de cara, então respondi: ‘Nada disso, vai gozar na minha boca.’ Ele deitou, e eu mamei com tudo, com a cabeça da rola na minha garganta e punhetando o resto do pau. Ele não resistiu e jorrou uma porra quente, enchendo minha boca inteira. Tomei um banho rapidinho e ele me trouxe de volta, amor. Tô super satisfeita.”
Eu não podia deixar passar: “E o cuzinho? Quando vai dar pra ele?” Ela piscou: “Só na festa de rodeio em outubro.”
Chegou a data, e fomos para a festa na última noite, com show do Zé Vaqueiro rolando às 2 da madrugada. Já era meia-noite quando nos encontramos lá; eu conhecia o Rafael como colega de trabalho da Isabela, mas ele não sabia que eu estava por dentro de tudo. Fingi que tava cansado e disse pra ela: “Vou pra casa, tenho que trabalhar amanhã.” Ela entendeu que era desculpa e perguntou: “E eu, como volto?” Eu respondi: “Pede pro Rafael te dar carona.” Ele topou na hora: “Sem problema, tô tomando umas, mas vou ficar bem pra dirigir.”
Dei um beijo nela e fui embora, mas mal consegui dormir, imaginando tudo. Por volta das 4 da manhã, ouvi eles chegando, tentando não fazer barulho. Fiquei quieto no quarto, com a porta encostada pra escutar. Depois de uns cinco minutos, Isabela entrou no quarto pra checar se eu estava dormindo, pegou uma toalha no armário e saiu murmurando: “Ele tá dormindo.” Meu pau já endureceu na hora. Ela encostou a porta de novo, e não demorou muito, voltou e disse: “Vai pro banheiro que vou pegar outra toalha.” Eu ouvi eles se movimentando; ela estava só de fio dental, mostrando aquele rabo gostoso que eu adoro, prestes a ser comido por outro.
Ela me deu um beijinho e sussurrou: “Depois aparece na sala, vou deixar a porta encostada.” Fiquei louco de tesão, me masturbando até gozar, mas continuei ouvindo tudo. Eles tomaram banho juntos, e depois foram pra cozinha, onde comecei a espiar com cuidado. Ela estava sentada na cadeira, mamando ele com vontade, cuspindo na rola pra deixar bem lubrificado. Ela se posicionou de frente pro corredor, sabendo que eu estava observando escondido. Ele pegou ela, colocou na bancada da cozinha e começou a socar a buceta dela fundo. Ela se agarrou a ele, gemendo no ouvido: “Fode essa buceta, safado.” Ela me viu no corredor, sorriu mordendo os lábios e gritou: “Me leva pro sofá e fode meu cuzinho!”
Ele não perdeu tempo, levantou ela no colo e a carregou pra sala. Eu me escondi no quarto com a porta encostada, mas fui atrás e fiquei espiando do lado do painel. Ela estava de quatro no sofá, e ele chupava a buceta e o cuzinho dela antes de entrar. Ela gemeria alto, dizendo: “Você não queria comer meu cuzinho? Então fode gostoso, porque o meu marido não tá dando conta.” Ele respondeu: “Vou arrebentar esse cu, e seu marido nem vai reconhecer.” Ela provocou: “Isso, faz isso mesmo, quero sentir rasgando, vem safado, fode!”
Ele forçou a entrada, e ela gritou: “Aiii, caralho! Isso, coloca nesse cuzinho e bate nesse rabo!” Ele dava palmadas fortes, socando com tudo, tirando e colocando de novo, enquanto ela gritava: “Fode caralho, fode esse rabo!” Eu tava com o pau duro como aço, assistindo tudo. Aí, ela disse: “Vou chamar meu marido, pode vir.” Ele topou: “Se você quiser, tudo bem.” Ela gritou: “Amor, amor, vem aqui na sala!” Esperei um pouco antes de aparecer, e ela chamou de novo: “Olha, amor, o que o Rafael tá fazendo comigo? Ele tá dando uma alargada pra você.” Eu respondi: “Tá gostando, amor?” Ela gemeu: “Claro, você sabe que eu sempre peço pra você fazer isso. Continua, Rafael, aproveita.”
Ele socou mais forte até gozar, e ela gritou: “Agora enche esse cuzinho de leite, meu marido deixou!” Dei uma guiada na rola dele só pra sentir o tamanho daquele negão, e pronto, a noite acabou com tudo resolvido. Beijos do Pedro e Isabela.