Eu sou Marco, e isso rolou com a minha mulher, Sofia, lá em 2023. Ela tem 32 anos, é branquinha, fofinha, com um bundão enorme e seios bem fartos – uma verdadeira cavalona, sabe? Estamos casados há dez anos, e ela sempre curte umas aventuras sigilosas. Naquela época, ela trabalhava como vendedora em uma loja de material de construção e acabou conhecendo o Rodrigo, um coroa de 52 anos, moreno escuro, grisalho e bem parrudo, com uns 1,80 de altura. Ele também era vendedor lá, e os dois passavam horas conversando durante o expediente, às vezes até almoçando no mesmo horário.
Todo dia, quando Sofia chegava em casa, ela me contava sobre o trabalho, e o nome do Rodrigo sempre aparecia. Como eu já sabia das manias dela, acabei perguntando: “Você tá saindo com ele?” Ela riu e disse: “Ainda não, mas ele dá em cima de mim pra caralho. Me abraça, cheira o meu pescoço toda vez que pode e me enche de elogios.” Eu provoquei: “Tá dando uma de difícil, é?” Ela sorriu e completou: “Isso, deixa passar julho que eu cederei pra ele.” Eu ri, imaginando o cara louco de tesão até lá.
Quando julho acabou, ela finalmente topou as investidas dele. Começaram se pegando no carro dele nas caronas do fim do expediente, até que um dia ele a levou pro motel pra finalmente meter naquela bucetinha carnuda e lisinha dela. Sofia sempre ia trabalhar de fio dental ou calcinha de renda, deixando tudo à mostra. Naquela noite, quando ela chegou em casa, veio me contar animada: “Você nem imagina, acabei de vir do motel com o Rodrigo!” Fiquei curioso pra caralho e comecei a bombardear de perguntas: “Como foi?”
Ela descreveu tudo com detalhes quentes: “Nossa, ele é top, amor. Todo peludo, com uma rola grande, grossa e lisinha que me deixou louca. Eu punheteei ele com as duas mãos, segurando firme aquele pau enorme, e mamei tanto que ele gemia como um doido, dizendo que nunca tinha levado uma chupada assim. Eu olhava nos olhos dele, batendo a cabeça da rola na minha cara e na língua, deixando tudo babado.” Ela continuou: “Aí eu chamei ele pra enfiar na minha buceta, que tava latejando de vontade daquele tranco. Ele me deitou na cama, ergueu minhas pernas e deixou o pau entrar devagar, até o saco dele bater na minha bunda. Eu fiquei olhando, sentindo cada centímetro enchendo meu buraco, e ele acelerou, socando forte, com aqueles estalos molhados do corpo dele batendo no meu. Ele enfiou o dedão na minha boca, e eu chupei como se fosse outro pau, porque naquele momento eu queria mais. Não aguentei e gozei forte, com ele me beijando sujo e dizendo: ‘Agora fica de ladinho que vou encher esse cuzinho de porra.'”
Mas ela não cedeu o cu de primeira. “Nada disso”, ela falou pra ele, “vai gozar na minha boca, eu quero engolir tudo.” Aí ela deitou na cama, mamou com tudo, com a cabeça da rola na garganta e as mãos punhetando o resto daquele cacete. Ele não resistiu e jorrou uma porra quente, enchendo a boca dela. Depois, ela tomou um banho, e ele a trouxe de volta pra casa. Ela chegou rindo: “Tô super satisfeita, amor. E o cuzinho? Só na festa de rodeio em outubro.”
Quando outubro chegou, fomos pra festa na última noite, no show do Zé Vaqueiro. Ela já tinha combinado com o Rodrigo na semana anterior, no trabalho. Eu o conhecia como colega dela, mas ele não sabia que eu tava por dentro de tudo. Chegamos lá, nos encontramos, e o show principal só ia rolar às 2 da madrugada. Já era meia-noite quando eu disse pra Sofia: “Vou pra casa, tenho que trabalhar amanhã.” Ela sabia que era desculpa, e perguntou: “E eu, como volto?” Eu respondi: “Pede pro Rodrigo te dar uma carona.” Ele topou na hora: “Sem problema, tô bebendo umas, mas vou ficar bem pra dirigir.”
Fiquei em casa, louco de tesão, sem conseguir dormir. Por volta das 4 da manhã, ouvi eles chegando, tentando não fazer barulho. Fiquei quieto no quarto, com a porta encostada. Depois de uns cinco minutos, Sofia entrou, conferiu se eu tava dormindo, pegou uma toalha no guarda-roupa e saiu murmurando: “Ele tá dormindo.” Meu pau já endureceu na hora. Ela encostou a porta de novo, e não demorou muito, voltou e disse: “Vai pro banheiro, vou pegar outra toalha.” Vi ela ali, só de fio dental, com aquele rabão delicioso que eu adoro, prestes a ser fodido por outro.
Ela me deu um beijinho rápido e sussurrou: “Depois aparece na sala, vou deixar a porta encostada.” Fiquei doido, me masturbei e gozei ali mesmo, mas continuei escutando. Ouvi eles no banho juntos, rindo e gemendo, e depois na cozinha. Fui espiar com cuidado e vi ela sentada na cadeira, mamando ele com vontade, cuspindo pra deixar tudo bem lubrificado. Ela se posicionou de frente pro corredor, sabendo que eu tava observando. Depois, ele a levantou, colocou na bancada e começou a socar a buceta dela. Ela se agarrou a ele, gemendo no ouvido: “Fode essa buceta, safado!” E me viu no corredor, sorriu mordendo os lábios.
Ela se deitou pra trás na bancada e gritou: “Me leva pro sofá e fode meu cuzinho!” Ele não perdeu tempo, levantou ela no colo e carregou pra sala. Eu me escondi no quarto, mas fui atrás e fiquei espiando do lado do painel. Ela estava de quatro no sofá, e ele chupava a buceta e o cuzinho dela antes de entrar. Ela gemia alto, pra eu ouvir: “Você não queria comer meu cuzinho? Então fode gostoso, porque meu marido não tá dando conta!” Ele respondeu: “Vou arrebentar esse buraco, e seu marido nem vai reconhecer.” Ela provocou: “Isso, vem safado, rasga tudo!”
Ele forçou a rola grossa no cu dela, e ela gritou: “Aiii, caralho! Bate nesse rabo, dá tapa!” Ele obedecia, socando forte, dando palmadas e tirando para enfiar de novo com mais força. Ela berrou: “Fode caralho, enche esse rabo!” Aí ela disse: “Vou chamar meu marido, pode?” Ele riu: “Se quiser.” Ela gritou: “Amor, vem aqui na sala!” Eu esperei um pouco antes de aparecer, e ela continuou: “Olha o que o Rodrigo tá fazendo comigo, amor. Tô dando uma alargada pra você.” Eu respondi: “Tá gostando, né?” Ela gemeu: “Claro, amor, você sabe que eu peço isso o tempo todo.” Então eu disse: “Continua, Rodrigo, aproveita.”
Ele socou mais forte até gozar, e ela gritou: “Enche esse cuzinho de leite, meu marido deixou!” Eu dei uma guiada na rola dele só pra sentir o tamanho, impressionado com aquele pau negro e enorme. No final, foi uma noite louca, cheia de porra e gemidos. Beijos do Marco e da Sofia.