Era uma vez uma garota chamada Sofia, uma morena safada de 25 anos, que vivia no Rio de Janeiro e tinha uma obsessão louca por noites selvagens de putaria pura. Ela era o tipo de mulher que não se contentava com um cara só – não, ela precisava de pelo menos sete ou oito machos jovens, todos heterossexuais, dotados e peludos, pra transformar qualquer lugar em uma festa de orgia desenfreada. Seu corpo curvilíneo, com seios firmes e uma bunda redonda que implorava pra ser arrombada, era o centro de tudo.
Naquela noite quente de verão, Sofia decidiu armar uma festança em uma praia deserta, bem como ela gostava: areia macia, ondas quebrando ao fundo e uma turma de caras sacanas, todos solteiros, musculosos e cheios de tesão. Ela havia selecionado cada um com cuidado – rapazes de 20 e poucos anos, com rolas grossas e peludas que pareciam feitas pra foder forte. Eram motoqueiros, jogadores de futebol e frequentadores de bailes funk, todos reunidos ali só pra satisfazer a gula dela.
Assim que o grupo se juntou, Sofia já estava de joelhos na areia, lambendo os lábios enquanto os caras cercavam ela. “Vem cá, seus filhos da puta, enchem minha boca agora”, ela pensou, sentindo o calor subir entre as pernas. O primeiro cara, um loiro alto com uma pica enorme, agarrou seus cabelos e enfiou o pau fundo na garganta dela, fazendo Sofia gaguejar e babar. Ela chupava como uma louca, sentindo o gosto salgado da pele e o cheiro de suor misturado ao mar, enquanto outro cara se posicionava atrás, esfregando a cabeça da rola no cuzinho apertado dela.
“Merda, isso é bom demais”, Sofia gemeu mentalmente, com a boca lotada. Os caras não perdiam tempo; um deles se ajoelhou ao lado e começou a apertar seus seios, beliscando os mamilos duros, enquanto o terceiro entrava em ação, lambendo sua buceta molhada e inchada. Em minutos, virou um caos de gemidos e estalos de pele. Dois deles a viraram de costas, e aí veio o DP anal que ela adorava – um pau grosso no cu e outro na xoxota, esticando ela ao máximo. Sofia gritava de prazer, sentindo cada centímetro invadir seu corpo, as bolas batendo ritmado contra sua pele.
Mas o ponto alto era o bukkake, e ela sabia que ia chegar. Os caras se revezavam, fodendo sua boca e seu rabo com força, enquanto ela engolia tudo o que podia. “Enche minha cara de porra, seu bando de depravados”, ela implorava em sua mente, os olhos revirando de excitação. Quando os primeiros jatos quentes saíram, espirrando no seu rosto e nos seus peitos, Sofia gargarejou o líquido pegajoso, sentindo o gosto salgado e viscoso escorrer pela garganta. Mais e mais porra jorrava, cobrindo seu cabelo, sua boca e até o chão da praia. Ela lambeu os resíduos dos pauzões peludos, engolindo cada gota como se fosse o néctar dos deuses.
No final, exausta e coberta de sêmen, Sofia sorriu, o corpo tremendo de orgasmos múltiplos. Aquela noite de gang bang na praia foi só o começo; ela já planejava a próxima, talvez em uma barbearia ou num sítio, com mais machos favelados e devassos prontos pra uma bacanal de carnaval. Se você é um cara jovem, dotado e louco por putaria, mande uma mensagem – quem sabe você não entra na próxima rodada?