No momento, você está visualizando Conto erótico: Paixão erótica e fantasias intensas

Minha história começa lá em 1997, quando eu, um cara de 20 anos super inexperiente, comecei a namorar uma morena de corpo de dar água na boca. Ela era daquelas moças de família, com curvas perfeitas que me deixavam louco, e por algum milagre, eu consegui fisgar sua atenção. Eu era o grande apaixonado, tipo um garoto sedento de sexo, sempre me masturbando como um viciado depois de cada encontro com ela. Os dias arrastavam até chegar quinta, sábado ou domingo, quando eu podia beijar aqueles lábios macios e apertar aquelas tetas firmes, imaginando como seria tocá-la de verdade.

Depois de uns dois ou três meses, as coisas esquentaram. Lembro como se fosse ontem: suas mãos quentes e suaves enrolaram no meu pau de 18 centímetros pela primeira vez. Que sensação incrível, uma mistura de tesão e euforia que me deixou zonzo. Aquilo abriu as portas para mais, como a primeira vez que ela lambeu a cabeça do meu caralho, roçando o rosto na minha pele e deslizando a língua devagar, quase me fazendo gozar na hora. Eu me sentia um rei, fodendo com uma gata tão gostosa.

Éramos um casal sério, mas eu era ciumento pra caralho. Não aguentava nem ouvir falar do ex dela, um babaca sem graça que saía por aí dizendo que tinha comido ela. Isso me enchia de ódio, dava vontade de bater no desgraçado. Mesmo assim, nossas transas eram intensas: depois de carinhos e beijos, eu entrava nela, sentindo aquela buceta quente e úmida, com lábios carnudos e pelos que me enlouqueciam. O gosto dela era divino, como algo proibido e delicioso.

Namoro, casamento, tudo rolou nos cinco anos seguintes. Eu me sentia o homem mais sortudo do mundo, comendo aquela putinha toda noite. Mas aí veio o problema: precisei mudar de cidade por causa do trabalho, deixando minha beldade sozinha. Foi um erro colossal, mas eu não tinha escolha. Longe dela, eu ficava louco de tesão, assistindo porno e me batendo o dia inteiro. Quando voltava, era como ganhar na loteria, mergulhando de novo naquela buceta perfeita.

A distância nos fez conversar sobre coisas que nunca tínhamos tocado, como ex-namorados. Um dia, ela mencionou uma transa antiga com aquele ex que eu odiava, e em vez de raiva, senti um tesão brutal. Imaginei outro cara enfiando a rola dura nela, estourando dentro da minha gata. Aquilo me excitou e apavorou ao mesmo tempo, mas a ideia grudou na minha cabeça por anos. Eu não tinha coragem de admitir.

Até que, um dia, tudo explodiu. Nós estávamos no consultório de um médico, e minha safada se despediu do cara com um beijo quente, daqueles de deixar qualquer um de pau duro. No carro, nós dois olhamos um para o outro, incrédulos com o que tinha acabado de rolar. “Agora é a minha vez”, eu disse, e acelerei até o motel mais próximo. Eu estava tarado, com a mente cheia de imagens da buceta dela cheia de porra fresca.

No quarto, rasguei a calça e a calcinha dela, joguei-a na cama e mergulhei de boca naquilo. O cheiro de sexo e o gosto salgado de porra de outro macho me deixaram ainda mais louco – era como nectar dos deuses. Beijamos como animais, com a boca cheia daquele líquido viscoso, e eu enfiei meu pau nela sem esperar. Estava tudo lubrificado, escorregadio e quente, e eu socava forte, imaginando o outro cara tendo gozado ali minutos antes. Não demorou: nós dois chegamos ao clímax juntos, gemendo e tremendo, com minha porra se misturando à dele dentro dela.

Aquele dia mudou tudo. Agora, conversamos sobre isso o tempo todo, e nossas gozadas ficaram ainda mais intensas. Descobrimos que dependemos desse lance, com outros machos se juntando à diversão. A confiança cresceu, e o nosso lance ficou num nível que eu nem imaginava ser possível. É a nossa realidade, e eu não trocaria por nada.

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