Conto erótico: Paixão na cabana sob a chuva

A chuva desabava forte sobre o telhado de madeira da cabana isolada nas montanhas, transformando o mundo lá fora em um borrão úmido e isolado. Dentro, o ar era quente e aconchegante, com o fogo da lareira lambendo as paredes de madeira. Ela se chamava Sofia. Tinha chegado umas duas horas antes, fugindo do frio cortante e de uma estrada intransitável. Ele, Diego, era o dono do lugar — um cara de trinta e poucos anos, com uma barba espessa, olhos penetrantes e mãos fortes, feitas para agarrar com autoridade.

Quando Diego abriu a porta, já estava sem camisa, o peito musculoso brilhando de suor depois de carregar lenha. “Não tem nada aberto por aqui”, disse ele com a voz grave e rouca. “Pode ficar. Tem só um quarto, mas o sofá é bem confortável.” Sofia aceitou na hora. Estava ensopada, o vestido fino grudado no corpo, destacando os seios pequenos e durinhos, com os mamilos endurecidos pelo frio. Ela notou o jeito como ele a encarou por um segundo a mais, os olhos deslizando devagar pelo seu corpo. Em vez de se sentir constrangida, um calor safado subiu pela sua barriga, deixando-a levemente arrepiada.

Depois de um banho quente, Sofia vestiu apenas uma camisa velha dele, que mal chegava ao meio das coxas, deixando as pernas à mostra. Diego serviu vinho tinto em canecas de metal, e eles se sentaram no tapete grosso diante da lareira. O fogo estalava alto, jogando luzes dançantes nos seus rostos. A conversa começou leve, mas logo ganhou um tom perigoso. “Você tem namorado?” perguntou ele, rodopiando o vinho na caneca.

“Tinha. Terminei faz dois meses”, respondeu Sofia com um sorriso malicioso. “E você? Alguma mulher escondida nessas montanhas?”

“Nenhuma. Faz tempo que não encosto em ninguém”, murmurou ele, o olhar descendo para as pernas dela, cruzadas de forma que a camisa subia um pouco mais. Sofia não se mexeu para arrumar; em vez disso, deixou que ele visse. Diego se aproximou devagar, como um predador cauteloso, pousou a caneca no chão e passou o polegar no lábio inferior dela, limpando uma gota de vinho. “Posso te beijar?” perguntou, a voz cheia de desejo.

Sofia puxou ele pela nuca em resposta. O beijo explodiu quente e voraz, línguas se entrelaçando, dentes roçando levemente. As mãos dele desceram pelas costas dela, apertando a cintura antes de subir por baixo da camisa, encontrando os seios nus e macios. Os polegares dele circulavam os mamilos endurecidos, arrancando um gemido baixo de Sofia, que ecoou contra a boca dele. Ela se jogou no colo de Diego, sentindo a ereção grossa pulsando contra a sua boceta através da cueca fina. Movimentou os quadris devagar, esfregando-se nele, provocando uma fricção deliciosa.

Diego grunhiu e mordeu o pescoço dela, chupando a pele até deixar uma marca vermelha e inchada. “Tira isso”, ordenou, puxando a barra da camisa. Sofia obedeceu rápido, ficando completamente nua sobre ele, a luz do fogo realçando cada curva do seu corpo. Ele a devorou com os olhos, como se quisesse memorizar cada detalhe antes de atacar. Abaixou a boca para um seio, sugando o mamilo com força enquanto a mão dele escorregava entre as coxas dela, encontrando a cona já ensopada e inchada de tesão.

Dois dedos dele separaram os lábios molhados e mergulharam devagar, sentindo o calor apertado e escorregadio. “Caralho, você tá toda encharcada”, gemeu ele contra o seio. Sofia arqueou as costas, rebolando contra a mão dele, que entrava e saía num ritmo cruel e delicioso, o polegar pressionando o clitóris inchado em círculos firmes. Ela gozou pela primeira vez ali mesmo, tremendo no colo dele, o nome dele escapando dos lábios em um suspiro rouco enquanto cravava as unhas nos ombros largos.

Sem esperar, Diego a virou de costas no tapete, abrindo as pernas dela com os joelhos. Baixou a cueca, liberando o pau enorme, veias saltadas e a cabeça brilhando de lubrificação. Ele esfregou a glande nos lábios da boceta dela, provocando, antes de enfiar devagar, preenchendo-a completamente. Sofia soltou um gemido longo e profundo quando ele a esticou daquele jeito dolorosamente bom. Diego agarrou os quadris dela e começou a foder com força, cada estocada batendo fundo e fazendo os seios dela balançarem.

Ele se inclinou sobre ela, uma mão puxando o cabelo dela para trás enquanto mordia o ombro. “Quero te ouvir gemer mais alto”, sussurrou no ouvido, a voz grossa de excitação. E ela obedeceu, os sons se misturando ao barulho da chuva e do fogo crepitante. O ritmo dele acelerou, a pele deles batendo com um som úmido e sujo que enchia a cabana. Sofia gozou de novo, contraindo-se ao redor do pau dele, as unhas enterradas no tapete.

Então, ele a virou de lado, erguendo uma perna dela sobre o ombro para entrar ainda mais fundo. Diego olhava fixo para onde os corpos se juntavam, vendo o pau sumir dentro da boceta dela a cada empurrão. “Vou gozar dentro”, avisou, a voz rouca e entrecortada. “Goza… por favor”, implorou Sofia, já à beira de outro orgasmo. Quando ele explodiu, foi com um grunhido selvagem, jatos quentes inundando-a enquanto Sofia tremia no terceiro gozo, o corpo inteiro sacudindo de prazer intenso.

Eles ficaram ali, ofegantes e suados, o fogo ainda estalando baixinho. Diego beijou o pescoço dela com mais suavidade agora, a mão dele acariciando a curva da cintura de forma preguiçosa. “A estrada só deve abrir amanhã à tarde”, murmurou ele, sorrindo contra a pele dela. Sofia riu baixinho, aninhando-se no peito dele. “Que pena.”

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