Conto erótico: Relato: virei passivo por pau preto

Lucas, 38 anos, moreno claro, corpo atlético, tanto ativo quanto passivo. Namoro com a Ana há dois anos. Ela é uma morena parda linda, corpo em forma, sempre cheirosa, bem depilada, com uma buceta deliciosa e um cuzinho que me deixa enlouquecido. Seios macios e sensíveis. Minha mulher é uma foda e tanto.

Desde o começo nossa relação é aberta. Nos conhecemos nesse meio liberal, rolou química na hora e estamos juntos até hoje. Entre nós não existe segredo nem mentira, somos completamente liberais. Moramos em casas separadas, mas passamos a maior parte do tempo juntos. Vida social normal: trabalho, família, tudo tranquilo. Quando o assunto é sexo e prazer, porém, a história muda completamente.

Adoro ver ela com outro homem, ou chegar em casa com a buceta suja de porra de outro. Fico louco de tesão só de imaginar. Ana tem um jeito único no sexo: se entrega inteira, se envolve por completo. É fanática por rola preta grande e grossa. Eu sou passivo, já saí com outros homens sozinho ou com ela, mas nunca senti atração por pau grande. Até começar a ver como ela enlouquecia quando um negão dotado enfiava fundo nela. Eu via ela delirando, gemendo alto, e depois acabava sempre limpando aquela porra grossa e branca. Foi aí que comecei a sentir vontade de algo grande, preto e grosso dentro de mim.

Começamos a conversar sobre isso e logo compramos pênis maiores no sex shop para ela ir se acostumando. Ana só curte pau a partir de 22 cm, então era algo bem diferente. Eu fui participando mais das saídas dela com homens muito dotados. Quanto mais via, mais queria. Chupava com prazer, limpava a porra deles. Depois de muito treino em casa abrindo meu cuzinho, chegou a hora de algo real.

A primeira vez com um dotado foi surreal. Uma suruba intensa, fui penetrado com força, gemia como uma puta, curti demais, foi inesquecível. No fim percebi que estava gostando mais de dar do que de comer. Passamos um tempo em que eu já não tinha mais vontade de foder a Ana. Conversamos, ela entendeu. Continuávamos dormindo juntos, nos beijando, mas meu desejo por ela havia mudado. Ainda assim, ficava absurdamente excitado vendo outro homem fodendo ela.

Foi quando chegou o Bruno na nossa vida: moreno alto, forte, bonito e extremamente dotado. Começou a transar com a gente e logo passamos mais noites juntos, os três na mesma cama. As transas eram espetaculares. Ser fodido pelo Bruno era outra coisa. Ele me pegava com força, me beijava, me tocava de um jeito que me fazia delirar. Quando a Ana não estava, ele me procurava sozinho, me fodia gostoso, me deixava de quatro gemendo alto. Foi intenso, mas ele precisou voltar para a cidade dele cuidar dos pais. A partida dele foi difícil. Eu estava viciado naquele pau.

Com a saída dele, meu tesão pela Ana voltou e ficou cada vez mais forte. Hoje temos uma relação maravilhosa. Saímos só com dotados, curtimos ficar lado a lado sendo fodidos, adoramos porra na cara um do outro. Meu desejo atual é ser penetrado por dois dotados ao mesmo tempo. Estamos nos preparando para isso. Não sinto vontade de sair com outras mulheres, só com a minha namorada. Meu negócio mesmo é pau grande preto. Sou completamente pervertido: gosto de rola, de ser fodido, de dar gostoso, de chupar vários paus e ser humilhado por homem enquanto a Ana assiste e participa.

Deixe um comentário