Sou personal trainer numa cidade do Nordeste. Meu nome é Mateus. Tive um relacionamento de quase três anos com uma mulher casada, linda, loira, que era minha aluna. Chamo ela de Carla. Ela era mais velha que eu por um ano, super inteligente, gente boa, corpo gostoso pra caralho. No começo era só treino, zero papo fora do serviço. Com o tempo, fomos trocando ideia no Instagram e WhatsApp, nada demais. Veio a pandemia, ficamos no online um tempo. Quando voltou o presencial, eu ia dar aula no prédio dela.
A gente começou a conversar sobre tudo, inclusive sexo. Ela contava que o casamento tava uma merda, o marido só ligava pra trabalho e jogo de computador. Nas aulas, eu já olhava ela de um jeito diferente. Aquelas posições, de quatro ou com as pernas abertas, iam me deixando excitado pra porra. Eu queria pelo menos dar um beijo nela.
Um dia peguei carona com ela. No sinal, falei que tinha algo pra dizer, mas tava com vergonha. Ela mandou eu falar. Eu disse que queria beijar ela. Carla riu e respondeu que eu tinha demorado demais pra admitir, porque ela também queria. No mesmo instante a gente se jogou um pro outro dentro do carro. Beijo de língua quente, molhado, mãos se apertando, respiração pesada. Quando paramos, ficamos rindo e sem graça ao mesmo tempo.
No dia seguinte, no treino no prédio dela, eu fui safado de propósito. Coloquei ela de quatro várias vezes, observei aquele rabo empinado, redondo, perfeito, balançando pra mim. Eu sentia a rola endurecendo na bermuda. Ela percebia e empinava mais, abrindo as pernas um pouco mais do que precisava.
Dias depois, ela me perguntou se eu queria subir pra beber água ou comer alguma coisa. Aceitei na hora. Assim que a porta do apartamento bateu, Carla me empurrou contra a parede e me deu um beijo daqueles que a gente sente até no pau. Língua pra dentro, respiração acelerada, corpo colado no meu. Eu agarrei a cintura dela, desci as mãos pro rabo gostoso e apertei enquanto a gente se beijava sem parar. Meu pau já tava duro pra caralho, pressionando contra a barriga dela. Ela gemia baixinho, roçando o corpo em mim, claramente querendo mais.