Eu estava começando mais uma semana de atendimentos na clínica quando chegou uma paciente nova. Helena tinha por volta dos 58 anos, mas era o tipo de mulher que fazia inveja até pras de 40 e poucos. Bem cuidada, malhada, cheia de tratamentos alternativos pra pele e pro corpo. Foi exatamente por causa disso que ela apareceu na minha sala.
No primeiro segundo em que nossos olhos se cruzaram, o ar pareceu ficar mais pesado. Eu tentei manter a compostura, e por várias sessões segui agindo do jeito certo. Mas desde o momento em que ela tirou a roupa e ficou só de calcinha, não consegui tirar os olhos daquelas calcinhas finas marcando o grelo grande e inchado dela. Durante meses fiquei excitado só de passar a mão bem de leve por cima do corpo, e ela sorria, quietinha.
No começo achei que era só falta de roupa adequada pro tratamento. Depois percebi que quando ela usava calcinha mais clara, saía molhada, o grelo duro pra caralho, pulsando. E ela só queria ser atendida por mim. Foi aí que peguei o número dela. Demorei dias pra ter coragem de mandar mensagem, mas acabei mandando. Conversamos normal por umas semanas até que, de repente, ela perguntou se eu atendia em domicílio. Respondi que sim. Ela marcou e eu fui.
Quando cheguei na casa dela, Helena estava de short fininho, sem blusa. Meu pau endureceu na hora. Ela percebeu, olhou bem pra minha calça e, com uma voz calma, perguntou se a gente podia fazer a sessão no quarto. Eu concordei.
Lá dentro, enquanto eu começava o atendimento, vi que ela estava sem calcinha. O cheiro quente da buceta dela subia, e dava pra sentir o calor irradiando. Meu pau latejou forte, marcando a calça. Helena esticou o braço e roçou os dedos por cima. Foi o suficiente.
Ela abriu meu zíper devagar e puxou minha rola pra fora, engolindo até o fundo enquanto eu fingia continuar a sessão. Não deu pra segurar. Larguei tudo, abri as pernas dela e comecei a chupar aquela buceta molhada e aquele cuzinho apertado que eu desejava havia meses. Lambi devagar, depois com fome, sentindo o gosto dela na língua.
Passamos o dia inteiro assim: beijos demorados, ela engolindo meu pau, eu fodendo sua boca, sua buceta e seu cuzinho, trocando de posição sem parar. Ela gozava fácil, apertando em volta da minha rola, gemendo alto. Eu gozava dentro dela, na boca, no corpo inteiro, e logo estávamos de novo.
Desde aquele dia, toda semana tem sessão em casa. Só que agora não tem mais roupa nenhuma, nem fingimento. Só Helena de quatro, de pernas abertas ou sentada na minha cara, enquanto a gente fode o dia inteiro sem pressa.