Meu nome é Gustavo, tenho 35 anos e 1,70 de altura. Sempre me considerei um cara confiante, até começar a namorar Thaís. Ela é loira, 1,68, com uma bunda enorme, cintura fina, peitos pequenos e umas pernas grossas e gostosas que chamam atenção de qualquer homem por onde passa. Thaís adora sexo bruto, daqueles com pegada forte, e isso nunca foi segredo. Todos os ex dela eram do tipo macho alfa, dominador. Eu, por outro lado, sou mais devagar, quase sem iniciativa na cama, e quando consigo fazer alguma coisa é só no jeito papai-mamãe, sem emoção.
Moramos juntos em Brasília. As amigas dela já sabem que eu não dou conta dela na cama. Mulheres comentam entre si, né? Meu patrão, Marcos, é o assunto favorito delas: 1,93, forte, barba cheia de lenhador, voz grossa, um líder daqueles que parece feito para mandar em todo mundo. Um macho parrudo e viril. Bruna, amiga da Thaís, um dia me pediu para arrumar um encontro com ele. Eu fiz o favor. Marcos topou na hora. Os dois passaram o fim de semana na fazenda dele. Na segunda, Bruna apareceu em casa para contar tudo para Thaís. Entraram no quarto e eu fiquei do lado de fora da porta, ouvindo.
Bruna contou que Marcos era rico, educado e, principalmente, um animal na cama. Disse que gozou várias vezes durante o fim de semana e que ele era o melhor sexo que ela já tinha tido. Thaís ouvia tudo com atenção, parecendo gostar. Então Bruna soltou a parte que me fez gelar: Marcos tinha um pau enorme e grosso. Thaís respondeu na hora, dizendo que adora homem bem dotado, que o ponto fraco dela sempre foi um pau grande, robusto e grosso. Depois completou que em casa tinha um marido com micropênis, se referindo a mim.
Dias depois, no escritório, acabei contando para Marcos que eu não estava conseguindo dar conta da Thaís e que já fazia oito meses que não transávamos. Ele riu na minha cara e disse que eu estava implorando para ser corno. Falou sem papas na língua que existiam dois tipos de homem: Alfa e Beta. Quando perguntei se eu era Alfa, ele riu mais alto e respondeu que eu era um beta legítimo. Eu fiquei calado, cabeça baixa.
Depois ele me convidou para passar o carnaval na fazenda dele. Eu aceitei e levei Thaís. Quando chegamos, só tinha Marcos e o sócio dele, Júlio. Subimos para o quarto, troquei de roupa e desci sozinho para a área da piscina. Os dois estavam só de sunga, bebendo e fumando charuto. O volume nas sungas deles era absurdo, especialmente o de Marcos. Eu me senti ridículo ao lado daqueles dois. Fiquei de short por cima da sunga, com medo de Thaís perceber a diferença.
Quando ela desceu de biquíni, o volume nas sungas dos dois cresceu na hora. Thaís abraçou os dois e as rolas deles roçaram na barriga dela. Eu vi tudo e fiquei calado, com medo de Marcos me repreender na frente dela. A partir daí ele só me dava ordens: acender a churrasqueira, servir drinks, lavar a sauna. Thaís parecia gostar de me ver obedecendo sem reclamar.
Mais tarde, Marcos pediu que ela passasse óleo nele. Eu fiquei olhando de longe enquanto as mãos dela desciam pelas coxas dele, quase tocando aquele pau que mal cabia na sunga. À noite, Thaís me puxou para o quarto, dizendo que estava com muito tesão. Eu já tinha bebido demais e não consegui ficar duro. Acordei no meio da madrugada e ela não estava mais na cama. Tentei sair do quarto, mas a porta estava trancada por fora. Gritei, mas ninguém ouviu por causa da música lá fora.
Três horas depois ela voltou, sorridente. Me deu um beijo de língua forte, com gosto de porra. Disse que tinha tomado um leite puro na geladeira. Eu pedi para transar, mas ela recusou, dizendo que estava cansada. Deixou eu chupar ela. A buceta estava absurdamente molhada, com um gosto forte e salgado. Quando encostei a boca, saiu bastante porra. Nunca tinha visto ela assim. Eu me senti até macho por um segundo, mas quando olhei para cima ela já estava dormindo.
No dia seguinte, Marcos me mandou voltar cedo para resolver umas coisas na empresa. Thaís quis ficar até o final do carnaval. Não tenho certeza do que aconteceu depois, mas as dúvidas não saem da minha cabeça. Vou ficar de olho e conto mais depois.