Conto erótico: Massagem tailandesa com final feliz

Eu andava muito tenso e fazia tempo que não transava com ninguém. Um amigo meu comentou que eu precisava extravasar e relaxar, me sugerindo uma casa de massagem. A ideia me agradou e comecei a procurar. Vi um anúncio de massagem tailandesa que prometia sair renovado. Peguei o endereço, vi que não ficava longe e resolvi ir conferir.

Era um prédio de três andares, simples mas bem conservado. Na recepção, a atendente tinha sotaque estrangeiro, mas falava português direito. Havia duas mulheres sentadas num banco, de uniforme preto com o nome do lugar estampado. Paguei pela sessão e ela perguntou se eu queria uma brasileira ou uma tailandesa. Respondi que, sendo massagem tailandesa, preferia uma nativa. Uma delas se levantou, a atendente me apresentou e fomos para um quartinho pequeno.

Ela mandou eu tirar a roupa, colocar o roupão e deitar de bruços. Começou a massagem nas costas, e as mãos dela pareciam saber exatamente onde apertar. A tensão foi sumindo devagar, dando lugar a um relaxamento gostoso. Depois mandou virar de barriga para cima. Foi puxando o roupão conforme massageava, até chegar perto do meu pau, que já estava meio duro de tanto contato. Pedi desculpa, mas ela deu um sorrisinho tímido e disse que era normal.

Falei que tinha gostado dela. Ela respondeu que também tinha gostado de mim. Perguntei se ia me dar um final feliz. Ela fingiu não entender. Quase no fim da sessão, perguntei de novo. Dessa vez ela segurou meu pau e começou a punhetar devagar, usando o óleo da massagem. Ficou tão duro que chegava a doer. Eu me segurava para não gozar rápido. Ela murmurou que estava difícil e baixou a boca, chupando enquanto masturbava. Não aguentei e gozei forte na boca dela. Ela limpou tudo, falou que a sessão tinha terminado e me mandou me vestir. Enquanto eu me arrumava, disse que faltava uma hora para ela sair do serviço e perguntou se eu queria esperar lá fora.

Esperei. Uma hora depois ela saiu do prédio. Fomos caminhando, comprei uma água de coco e sentamos numa praça para conversar. Logo em frente tinha um motel. Eu ficava olhando para o prédio e ela percebeu. Quando virei o rosto, notei que ela me observava pensativa. Segurei seu queixo e beijei sua boca. Ela não só correspondeu como chupou minha língua com vontade. Levantei, peguei sua mão e fomos direto para a entrada do motel.

No quarto, falei que íamos terminar o que tínhamos começado. Ela concordou. Beijei ela de novo, tirei sua roupa devagar até deixá-la pelada. Tirei a minha e ela me ajudou. Logo estávamos num 69 gostoso. Eu lambia sua buceta enquanto ela chupava meu pau. Ela gemia baixinho e gozou na minha boca, o gosto dela me deixando ainda mais excitado.

Coloquei uma camisinha e enfiei nela devagar. Sua buceta estava quente e apertada. Ela me beijava enquanto eu metia, fundo e ritmado. Sentiu que ela gozou de novo, apertando meu pau. Aumentei o ritmo e gozei dentro da camisinha.

Ficamos abraçados um tempo. Depois ela voltou a me chupar, dizendo que eu era o primeiro estrangeiro com quem tinha transado e que tinha gostado muito. Peguei outra camisinha, mas ela tirou da minha mão e falou que não precisava. Me fez deitar, subiu em cima e encaixou meu pau na buceta dela. Cavalgou um pouco, depois parou, segurou e encostou no cuzinho. Entendi na hora: ela queria dar o cu sem camisinha.

Deixei ela comandar. Ela desceu devagar, meu pau abrindo seu cuzinho apertado até estar todo dentro. Começou a subir e descer, gemendo de prazer. O corpo dela tremia, ela falou que estava gozando de novo. Pediu: “Me dá seu leitinho no meu buraquinho”. Cavalgou mais rápido, o cu dela apertando meu pau até eu gozar fundo, enchendo ela de porra quente.

Quando saiu de cima, ela sorriu e disse que tinha gostado muito, perguntando se eu ia voltar outro dia. Respondi que sim, com certeza.

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