Conto erótico: Massagem erótica terminou em final feliz

Comecei a trabalhar com massagens há alguns anos. Talvez por eu ser homem, a maioria dos clientes que me procuram são do sexo masculino. Atendo mais pessoas acamadas e alguns no consultório. Há alguns dias, o telefone tocou e era uma voz feminina querendo marcar um horário. Estranhei, porque é raro mulher me procurar. Cada atendimento dura em média duas horas. Como fecho às cinco, marquei para as três. Ela agradeceu e desligou.

Às três em ponto ela chegou. Uma morena linda, muito falante. Pedi que colocasse o roupão e comecei o atendimento. Ela estava deitada de bruços. Comecei pelo pescoço e ombros. Realmente estava muito tensa. Fui para os braços, depois as costas até a cintura, dando atenção especial à coluna. Ela elogiou minhas mãos macias. Respondi que era por causa dos óleos que uso. Então ela soltou: “Suas mãos são uma delícia.”

Perguntei se podia tocar nas nádegas. Ela autorizou. Massageei elas e as coxas, descendo até os pés. Pedi que virasse de barriga para cima. Recomecei no pescoço e ombros. Pedi autorização para tocar nos seios e ela autorizou. Massageei os mamilos, desci pela barriga até a cintura. Toquei um pouco na virilha, mas não queria abusar. Sabia que não era o certo, então perguntei se me autorizava a tocá-la ali. Ela respondeu que eu estava livre para fazer o que precisasse.

Passei o dedo devagar no grelo dela. Ela gemeu baixinho, tentando disfarçar. Fui para as coxas e pés. Notei que ainda não estava satisfeita. Voltei para a virilha, passei o dedo de novo no grelo e ela gemeu mais alto, deixando bem claro que gostou. Para minha surpresa, ela falou: “Você vai me dar um final feliz?”

Eu não entendi de imediato e continuei a massagem. Quando não tinha mais o que fazer, avisei que havíamos terminado. Ela abriu os olhos e perguntou: “Você vai me deixar assim?” Respondi: “Assim como?” Ela riu e disse: “Cheia de fogo.” Estendeu o braço, agarrou meu pau por cima da roupa e apertou. “Deixa eu ver o que você esconde aqui. Nossa, parece bem apetitoso… e já está meio duro.”

Senti um tesão incontrolável olhando para aquele corpo todo na minha frente. Sabia que não devia, mas não conseguia resistir. Voltei a massagear o grelo dela. Ela fechou os olhos e murmurou: “Você é o melhor.” Em seguida pediu: “Me chupa um pouco… depois quero te chupar também.”

Obedeci. Desci a boca até a buceta dela, passei a língua no grelo inchado e chupei devagar no começo, depois mais forte. Ela arquejou, segurou minha cabeça e gemeu: “Isso… continua assim que eu vou gozar.” O corpo dela tremeu inteiro enquanto gozava na minha boca, quente e molhado.

Ela segurou meu pau de novo e falou: “Me mostra o que você tem aí.” Abriu meu zíper, puxou a cueca e liberou meu pau duro. Olhou, sorriu e comentou: “Não esperava que fosse tão grande e grosso… mas com o fogo que estou, aguento ele todinho.” Me puxou por cima dela e pediu: “Me fode. Me faz gozar de novo. Quero você todinho dentro de mim.”

Não aguentei mais. Enfiei o pau com força na buceta quente e molhada dela. Ela suspirou alto: “Isso… eu gosto de ser maltratada.” Comecei a meter sem parar, forte, como um animal. A buceta dela apertava meu pau, escorregadia, quente. Ela gemia cada vez mais alto, dizendo que ia gozar de novo. Logo senti o corpo dela estremecer, a buceta contraindo enquanto gozava pela segunda vez.

Depois de gozar, ela começou a se arrumar, olhou para mim com um sorriso safado e disse: “Eu volto.” Foi embora.

Alguns dias depois, o telefone tocou de novo. Era ela. Marcou para o dia seguinte, às três. Chegou no horário, já com aquele olhar de quem não veio só por massagem. Assim que vestiu o roupão e se deitou, já abriu as pernas um pouco, me provocando. Dessa vez não perdi tempo. Comecei massageando os seios, beliscando os mamilos até ela gemer. Desci direto para a buceta, enfiei dois dedos e ela já estava encharcada. Chupando o grelo dela, ouvi o pedido que eu já esperava: “Hoje eu quero seu pau na minha boca primeiro.”

Ela desceu do maca, ajoelhou no chão e engoliu meu pau quase todo de uma vez. Chupava com vontade, babando, olhando para cima. Depois subiu de novo, virou de quatro e mandou: “Fode meu cuzinho agora.” Lubrifiquei devagar, empurrei a cabeça grossa e entrei centímetro por centímetro. Ela gemia alto, apertando o lençol. Quando enfiei até o fundo, comecei a socar forte. A bunda dela batia contra mim, o cuzinho apertado me engolindo inteiro. Gozei fundo dentro dela enquanto ela gozava de novo, tremendo toda.

Ela se levantou, ainda ofegante, e falou antes de sair: “Da próxima vez quero você me foder na frente do seu cliente seguinte.” Sorriu e foi embora, deixando o cheiro de sexo no ar.

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