Conto erótico: Sexo ardente com elena na chuva

A chuva batia forte contra a vidraça do meu apartamento, isolando a gente do resto do mundo. Lá dentro, só se ouvia o vinil girando devagar na vitrola e nossa respiração pesada. Elena estava sentada no balcão da cozinha americana, me olhando enquanto eu servia o vinho. O vestido preto de seda marcava cada curva dela, e o ar quente do lugar contrastava com o frio lá fora.

Eu me aproximei e entreguei a taça. Quando nossos dedos se tocaram, senti um tesão imediato. Não recuei. Dei um passo a mais, encostando meu corpo no dela, e falei baixo no ouvido dela:

— Tá quieta demais hoje.

— Só te olhando — ela respondeu, a voz rouca, os olhos fixos na minha boca.

Deixei a taça de lado e passei as mãos pelas coxas dela, subindo devagar, levantando o tecido da seda. A pele dela arrepiou no instante em que toquei. Segurei na cintura e puxei ela mais pra borda do balcão, abrindo as pernas dela pra mim. Meu jeans roçou na parte interna das coxas dela, e ela soltou um suspiro.

— Ainda quer só olhar? — perguntei, já com a voz grossa de desejo.

Elena não respondeu. Agarrou meu cabelo e me puxou pra um beijo bruto, daqueles que misturam língua e vontade acumulada. Enquanto eu chupava o pescoço dela, desci o zíper do vestido. A seda escorregou pelos ombros, revelando a lingerie preta rendada e a pele branca.

Eu a levantei do balcão com facilidade. Ela enrolou as pernas na minha cintura e eu carreguei ela pro quarto, beijando sem parar. Deitei ela na cama, tirei minha roupa rápido e voltei pra cima dela. O contato de pele quente contra pele foi imediato. Passei a mão por baixo da calcinha dela e encontrei a buceta molhada, quente, já escorrendo. Enfiei dois dedos devagar, sentindo ela apertar ao meu redor enquanto eu massageava o clitóris com o polegar.

Elena gemeu alto, rebolando o quadril contra minha mão.

— Marcos, por favor… me fode.

Tirei a calcinha dela num puxão só. Segurei os pulsos dela acima da cabeça e posicionei minha rola dura na entrada da buceta. Empurrei devagar no começo, sentindo ela me engolir inteiro, quente e apertada. Quando entrei até o fundo, comecei a meter com força, estocadas longas e fundas, alternando entre lento e bruto.

O quarto encheu de barulho de pele batendo, gemidos e respiração ofegante. Eu segurava firme nas mãos dela, metendo cada vez mais rápido, sentindo a buceta dela contrair. Elena jogou a cabeça pra trás, o corpo inteiro tremendo quando gozou, apertando minha rola com força. Eu continuei fodendo ela até sentir o tesão subir e gozei dentro dela com um gemido rouco, jorrando quente enquanto ela ainda tremia.

Caímos ofegantes na cama, nossos corpos suados, enquanto a chuva continuava batendo na janela lá fora.

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