Lara tinha 28 anos, 1,65 de altura, corpo magro e definido, seios médios, cabelos negros lisos e pele clara. Depois de abrir mão de tudo, finalmente entrava na casa do Dono para viver como escrava total. A família achava que ela tinha ido estudar fora, mas a realidade era outra: moraria trancada na edícula dos fundos, servindo o Dono em tempo integral, sem ninguém saber.
A edícula estava preparada só para ela. Paredes com isolamento acústico, janelas fechadas, entrada de ar no teto. Dentro tinha banheiro com chuveiro, ganchos na parede para prender a corrente, dois potes no chão, frigobar abastecido para os dias em que o Dono ficasse fora, colchonete e cobertor. Uma câmera cobria todo o espaço.
Quando chegou, beijou os pés dele. Em seguida, ele a arrastou pelos cabelos até o quarto dos fundos, acendeu a luz e arrancou suas roupas. Prendeu a coleira grossa de ferro com corrente curta o suficiente para ela não alcançar o frigobar nem o banheiro. Deu as regras em tom seco: só falaria quando autorizado e em modo humano. A palavra de comando a colocaria em modo pet — um latido para sim, dois para não. Não poderia fazer necessidades sem ordem. Tinha que beber toda a água do pote naquele instante.
Lara latiu uma vez. O Dono fechou a porta, liberou a ventilação e saiu.
Ficou sozinha no escuro, agitada, molhada de tesão, sem saber que horas eram. A vontade de urinar apertava cada vez mais. Segurou o quanto pôde, mas acabou mijando no chão do canto, sujando tudo. Encolheu-se de vergonha, sentindo o cheiro e o calor da própria urina.
Horas depois a porta se abriu. Ela se encolheu, cabeça baixa. O Dono a repreendeu, amarrou-a no jardim e deu um banho com lava-jato. Depois mandou limpar o próprio xixi e aplicou o castigo: chicotadas de vara na bunda até abrir feridas e sair sangue. Lara chorava, agradecia cada golpe e sentia o culate arder enquanto a umidade escorria pelas coxas. Depois foi trancada de novo na corrente curta.
Dias se passaram assim. Ela falhava, apanhava, aprendia. Aos poucos controlou o corpo. Começou a usar plug com rabo preso o tempo todo. Quando o Dono chegava, abanava o rabinho, cheirava os pés dele e lambia. Andava de quatro com joelheiras, latia de felicidade. No modo pet, a cabeça dela virava de cadela de verdade: comia no pote, pedia xixi latindo, dormia no chão ao lado da cama quando permitido. Às vezes pulava no sofá e levava esporro, voltando para o lugar dela.
Certa tarde o Dono recebeu um amigo. Foi buscá-la na edícula, ela abanou o rabo, lambeu os pés dele na frente do homem e ficou quietinha no chão, ouvindo a conversa como se fosse só mais um bicho domesticado.
Depois de semanas, o Dono falou a palavra que a trouxe de volta ao modo humano. Voltou a si aos poucos, sentindo o corpo de mulher outra vez. Tomaram banho juntos. Ela vestiu uma lingerie preta fina que marcava os mamilos e a boceta raspada. O Dono a pegou forte, empurrou contra a parede, enfiou a rola grossa na buceta sem aviso, metendo fundo e rápido enquanto ela gemia e agradecia. Depois virou ela, abriu o cu e fodeu sem piedade, segurando os quadris até gozar dentro, sentindo o esperma quente escorrer pela coxa de Lara.
Ele gostava de usar as duas versões dela: a cadelinha desumanizada e a escrava gulosa. Quando tinha visitas ou queria ficar sozinho, trancava Lara na edícula com corrente longa o suficiente para usar banheiro e frigobar. Sempre mantinha a boceta trancada em castidade, liberando só quando queria usar. Lara vivia feliz, servindo o Dono da forma que sempre desejou.