**SENHORA DO PRAZER – EPISÓDIO 1: O DESPERTAR DE MARTA**
Marta era doutora em sexologia e pesquisadora. Fazia oito meses que o marido tinha morrido, um professor respeitado com quem ela dividira boa parte da vida. O casamento era estável, carinhoso, mas nunca teve o fogo que ela tanto queria. Aos poucos, o silêncio da viuvez foi virando uma vontade crescente. Ela não buscava substituir o homem que perdeu. Queria reencontrar a mulher que ficara guardada: aquela que desejava e queria ser desejada sem culpa.
Alta, morena, de pernas longas e jeito calmo de andar, Marta chamava atenção sem esforço. Cabelos e olhos negros, curvas marcadas de forma discreta. Na universidade era respeitada pela inteligência. Fora dali, começava a sentir o próprio poder de sedução.
Ricardo morava no mesmo prédio. Piloto de jatos, homem maduro, alto, direto e muito seguro. Os dois começaram com olhares no elevador, depois conversas rápidas no sagão e encontros “casuais” na garagem. Os olhares foram ficando mais demorados. Ninguém fingia que era só amizade.
Uma noite ele a convidou para jantar num lugar elegante, com música ao vivo e pista de dança. Marta aceitou. Quando ele foi buscá-la, encontrou uma mulher diferente. Vestido vinho justo, que marcava o corpo sem mostrar demais, mas deixando a imaginação trabalhar. No salão, luz baixa, piano tocando, casais maduros dançando devagar. Durante a dança, Ricardo segurou sua cintura e puxou para perto. Marta sentiu o perfume dele, o pau começando a endurecer contra sua barriga. Em vez de se afastar, colou mais.
— Está tudo bem? — perguntou ele.
Ela encostou os lábios no ouvido dele:
— Está muito melhor do que eu esperava.
O primeiro beijo foi lento. O segundo já prometia foder. Voltaram para a mesa, pediram champanhe e morangos. Ricardo olhou o decote dela e perguntou baixinho:
— Faz quanto tempo que você não se deixa ter uma noite dessas?
— Oito meses sem sair com homem — respondeu Marta. Depois tomou um gole e completou: — Mas esperei anos para sentir tesão de verdade.
— E o que você quer de mim?
Marta inclinou-se e sussurrou:
— Quero que seja homem para me desejar e maduro para me ouvir.
Pouco depois foi ao banheiro. Quando voltou, inclinou-se sobre ele e colocou a calcinha molhada na mão dele.
— Você acordou a mulher errada — sussurrou, sorrindo. — Agora vai ter que acompanhar meu ritmo.
Ricardo ficou duro na hora. Marta pegou um morango, molhou no champanhe, levou à boca dele e beijou logo depois. Jantaram trocando provocações até não aguentarem mais ficar ali.
Na suíte, luz baixa, espelhos por todo lado, banheira grande e uma mesa com mais champanhe e morangos. No estacionamento, Marta mandou Ricardo ficar no carro. Saiu na frente dos faróis e fez um strip-tease lento, tirando a roupa sem pressa, mostrando os seios, a barriga, a boceta depilada. Não era uma mulher obedecendo. Era ela no comando do próprio tesão.
Já no quarto, Ricardo tirou a roupa, ficou só de cueca, pau marcando forte. Marta voltou do banheiro de camisola transparente, sutiã e calcinha mínima, tudo fininho. Dançou devagar, passando as mãos pelos seios, apertando os mamilos, olhando o volume na cueca dele. Tirou as algemas da bolsa e perguntou se ele topava brincar do jeito dela. Ricardo concordou.
Ela prendeu as mãos dele na cabeceira, conferiu se estava confortável e combinou a palavra de segurança. Depois continuou a dança. Tirou cada peça devagar, aproximando a boceta do rosto dele, recuando quando via que ele queria tocar. Nua, pegou os morangos e passou pela pele, depois ofereceu na boca dele. Quando Ricardo estava quase louco, ela tirou a cueca dele com os dentes. O pau grosso, veias saltadas, cabeção brilhando de lubrificação. Marta soprou de leve no buraco, sem lamber, só para ouvir o gemido dele.
— Ainda não — disse. — Primeiro você aprende a esperar.
Subiu no rosto dele, abriu bem as pernas e desceu devagar até encostar a buceta quente e molhada na boca de Ricardo. Esfregou devagar, sentindo a língua dele buscar o clitóris inchado. Ricardo chupava com fome, lambendo o mel que escorria, mas Marta subia antes de gozar. Andou com o corpo quente sobre o peito dele, deixando trilha de excitação na pele peluda. Por fim, ajoelhou-se, segurou o pau pela base e esfregou o cabeção na entrada da buceta, molhando tudo. Desceu centímetro por centímetro, apertando, sentindo o pau grosso abrindo ela por dentro. Quando encaixou tudo, parou um instante, saboreando a sensação de estar cheia. Depois começou a subir e descer, apertando o pau com os músculos da boceta, rebolando devagar e depois fodendo com força.
— Agora pode me ajudar — liberou as mãos dele.
Ricardo agarrou a bunda dela e puxou para baixo, metendo com força. Marta cavalgava gostoso, seios balançando, gemendo alto. Beijaram-se com vontade, língua suja, saliva escorrendo. Ela provocava:
— Gosta de sentir minha buceta apertando seu pau grosso?
— Gosto de ver você mandando.
— Então segura minha bunda e me fode do jeito que eu gosto.
O orgasmo dela chegou forte. Marta apertou o pau dentro da boceta, tremendo toda, e mandou:
— Goza comigo. Quero sentir sua porra quente jorrando dentro.
Ricardo gozou junto, pau pulsando, enchendo ela de porra quente. Ficaram colados, ofegantes, corpo suado. Marta deitou no peito dele, ainda sentindo o pau mole dentro da buceta melada. Depois de um tempo, ergueu o rosto e sorriu:
— Achou que a doutora em sexologia ia ser só teoria?
Ricardo riu e a beijou.
— Acho que ainda tenho bastante a aprender.
Ela passou os dedos no peito dele:
— Então descansa. Na próxima vez é a sua vez de mandar.
CONTINUA NO EPISÓDIO 2 — O TROCO DE RICARDO