Eu me chamo Pedro, tinha 25 anos naquela época. Corpo sarado, 1,70 de altura, bem ativo. Trabalhava por conta própria com instalações elétricas. Meu tio me pediu pra ligar a máquina de lavar nova que ele tinha comprado. Era uma tarde de semana, eu tava lá ajustando os fios quando minha tia, uma mulher de 48 anos, bem forte e gostosa, resolveu lavar roupa no tanque. Do nada chega a vizinha, dona Carla, de 52 anos, também bem conservada e atraente.
Enquanto eu mexia nos fios, dona Carla se apoia num balcão pequeno ao lado do tanque e vira a bunda bem na minha direção. Usava um short bem curto, folgado e de tecido fino, que deixava boa parte das nádegas de fora. Eu não consegui tirar os olhos daquela bunda redonda e bronzeada. Meu pau ficou duro na hora, latejando dentro da calça.
Ela percebeu que eu tava olhando. Virou o rosto pra trás, deu um sorrisinho safado e, sem a menor vergonha, passou a mão direita no rabo, coçando devagar o cuzinho. Depois puxou o short pro lado e enfiou o dedo direto no cu, metendo e tirando bem devagar. Minha tia só observava em silêncio, sem dizer nada.
Não aguentei mais. Levantei, cheguei perto, tirei a rola pra fora e encostei ela bem na entrada daquele cuzinho molhado. Dona Carla segurou o short de lado, arrebitou ainda mais a bunda e me ofereceu tudo. Eu empurrei de uma vez, enfiando o pau até o fundo. Ela soltou um gemido rouco:
— Ai, que delícia… mete tudo, mete com força que eu gosto assim.
Eu comecei a socar sem piedade, tirando quase tudo e enfiando de novo, sentindo o cu apertado dela engolir minha rola. Minha tia continuava parada, olhando, sem dar um pio. Isso me deixou ainda mais louco. Eu olhei pra ela e falei pra dona Carla:
— Tira esse short de vez, deixa eu te comer gostoso.
Dona Carla baixou o short até os joelhos, se segurou no balcão e abriu mais a bunda. Eu tirei o pau, mostrei bem pra minha tia e depois voltei a enfiar devagar, sentindo cada centímetro entrar. Fui metendo assim, lento e fundo, até não aguentar mais. Agarrei a cintura dela com força e comecei a gozar, jorrando porra quente bem fundo no cu apertado.
— Isso, enche meu cuzinho de porra — ela gemeu, olhando pra mim. — Eu sou uma puta que adora sentir tudo.
Quando terminei de esvaziar as bolas dentro dela, perguntei:
— E a buceta?
Dona Carla sorriu e respondeu:
— Hoje não. Outro dia eu te dou a buceta, mas agora não.
Mesmo assim ela virou de frente, abriu as pernas e mostrou a xoxota depilada.
— Pode passar a mão hoje. Só não vai comer.
Eu passei os dedos na buceta quente dela, sentindo o molhado, e olhei pra minha tia. Ela ficou assistindo tudo, sem se afastar. Dona Carla fechou as pernas, vestiu o short de novo, me deu um beijo rápido e disse que no outro dia eu podia foder a buceta dela à vontade. Depois se despediu e foi pra casa cuidar dos filhos.