O barulho do chuveiro ligado costumava me acompanhar nas leituras, mas hoje não dava pra ignorar o outro som que vinha do banheiro. A porta estava aberta, o vapor subia e eu ouvia claramente o ritmo da mão dele batendo na rola. Eu estava de bruços na cama, de frente pro livro, mas as pernas abertas, o rosto virado pro outro lado. Quando entendi o que ele estava fazendo, minha buceta esquentou de repente. A gente tinha acabado de brigar e resolver as coisas, mas isso não impediu o tesão de subir forte. Eu conhecia o tesão sujo dele e sabia exatamente o que passava na cabeça enquanto ele se masturbava ali dentro.
Não consegui ficar parada. Comecei a rebolar devagar, esfregando a bucetinha contra o lençol, imaginando ele gozando na minha boca, segurando meu cabelo e me obrigando a engolir tudo. Quanto mais eu me remexia, mais mel escorria e mais difícil ficava segurar o orgasmo. Minha respiração ficou pesada, o rosto enterrado no travesseiro pra abafar os gemidinhos que escapavam. Eu queria ele dentro de mim, queria ele me fodendo com força.
O chuveiro parou. Meu coração deu um salto. Forcei o corpo a ficar quieto, mas o tesão ainda latejava entre as pernas. Ele saiu do banheiro com o corpo úmido, a toalha baixa nos quadris, pingando água. Eu fingi que lia, mas as pernas continuavam abertas e a calça já marcava molhada na frente. Ele parou no meio do quarto.
—Tá lendo… ou só fingindo?
A voz saiu rouca, baixa. Eu virei o rosto e encontrei o olhar dele descendo pelo meu corpo, parando na bunda empinada. Ele sorriu de canto, aquele sorriso safado que eu conhecia bem.
—Você tava se esfregando me ouvindo no banho? Safada.
Não deu pra negar. Ele largou a toalha e veio pra cama. A mão desceu quente pela minha coluna, entrou por baixo da calça e da calcinha de uma vez e puxou tudo até as coxas.
—Vira de quatro — mandou.
Obedeci. Fiquei de quatro no meio da cama, calça ainda presa nas pernas, o espelho grande do lado refletindo tudo. Ele se ajoelhou atrás de mim, abriu minha bunda com as duas mãos e passou o polegar na fenda, espalhando o mel que escorria. Desceu até o cuzinho e pressionou devagar. Eu quase gozei só com aquilo.
Ele se inclinou e passou a língua de uma vez, do clitóris até o cuzinho, chupando com fome. A língua entrava e saía, o nariz apertando minha bunda enquanto ele me abria mais. Eu empurrava o quadril pra trás, gemendo baixo, vendo tudo no espelho: meu rosto vermelho, a boca entreaberta, o corpo tremendo. Ele lambeu mais forte, depois enfiou o dedo médio devagar na buceta, depois outro, me abrindo enquanto a língua não parava no cuzinho.
—Quero te comer — murmurou contra a pele. —Você deixa?
Balancei a cabeça, sem conseguir falar. Ele tirou os dedos, posicionou a cabeça grossa da rola na entrada da buceta e entrou de uma vez, fundo. Os dois gememos. Ele segurou minha bunda com força e começou a meter, estocadas longas e pesadas, o barulho molhado enchendo o quarto. A calça ainda presa nas minhas pernas limitava o movimento e deixava tudo mais apertado, mais intenso.
No espelho eu via ele me olhando, via minha bunda tremer a cada estocada. Eu pedi, ofegante:
—Mais… me fode o cuzinho agora.
Ele saiu, molhou tudo de novo com a língua e apoiou a rola na entrada mais apertada. Foi entrando devagar, abrindo, até estar todo dentro. Eu soltei o ar tremendo. Ele parou um segundo, me deixando acostumar, depois começou a mexer. Devagar no começo, depois mais forte, segurando minha bunda aberta pra ver a rola sumindo. Eu gemia sem parar, a buceta latejando vazia enquanto ele me fodia o cu.
Ele passou a mão por baixo e enfiou dois dedos na frente, metendo os dois buracos ao mesmo tempo. Eu gozei forte, o corpo apertando em volta dele, mel escorrendo pelos dedos. Ele não parou. Continuou metendo até sentir que eu ia gozar de novo, então saiu, enfiou tudo de uma vez na buceta e gozou fundo, jatos quentes me enchendo enquanto eu apertava ele por dentro.
Ficamos assim, ele colado nas minhas costas, respiração pesada, os dois olhando o reflexo no espelho. Ele ainda estava duro dentro de mim.
—Ainda não acabei com você — sussurrou no meu ouvido.
E não tinha…