Terminado o almoço o Barbosa propôs à Joana mostrar-lhe o apartamento que tinha em Cascais, onde poderiam beber um café e continuarem a conversar calmamente. Este apartamento não era a residência de familia do Barbosa mas um local privado onde ele se refugiava. Neste momento a Joana terá pensado na tara do marido mas também na atração que sentia pelo Barbosa e aceitou o convite. No caminho de Lisboa até Cascais ele recordou o dia em que a recebeu no consultório acompanhada pelo pai e explicou que a tinha convidado para almoçar porque se sentiu excitado sempre que ela se inclinava para ajudar o pai e mostrava as mamas por não ter sutiã. A Joana sorriu e com uma voz meiga disse-lhe que não se tinha apercebido dessa situação.
Chegados ao apartamento o Barbosa preparou duas bebidas e sentou-se junto dela acariciando-lhe o rosto e os cabelos. Ela, com deleite, fechava os olhos e retribuia as caricias mexendo-lhe nos cabelos e aproximando o rosto ao dele. Beijaram-se longamente, trocando saliva e lambendo-se com fúria. Ele tirou-lhe a camisa e começou a beijar-lhe as mamas e a chupar os mamilos abrindo ao mesmo tempo o zip da saia. Ela desapertava-lhe a gravata ajudando a tirar a camisa e abraçaram-se voltando a beijar-se apaixonadamente. Levantaram-se, a saia caíu e ela desapertou-lhe o cinto e o zip das calças fazendo-as deslizar pelas pernas abaixo. Os corpos uniram-se e ela sentia o caralho dele muito teso e a palpitar junto da cona, pôs-se de joelhos, tirou-lhe as boxers e lentamente começou a lamber-lhe o caralho, pô-lo na boca e chupou-o até sentir que a excitação do Barbosa estaria a chegar ao limite. Ele levantou-a levou-a para o quarto, tirou-lhe as cuecas deixando únicamente as meias de liga aderente e começou a lamber-lhe a cona com tanto prazer que ela se esporrou duas vezes. Não aguentando mais, penetrou-a e fodeu-a de tal modo que a Joana se esporrou prolongadamente até ele explodir com um enorme grunhido. Estiveram abraçados durante algum tempo apreciando o momento que acabaram de desfrutar, combinando um próximo encontro.
O Barbosa regressou a Lisboa e deixou a Joana junto ao carro confirmando o novo encontro. Regressada a casa em Oeiras, não se lavou porque o marido deseja fazer amor com ela toda esporrada pelo amante, lambendo-lhe a cona e fodê-la depois dela lhe ter contado todos os pormenores daquela maravilhosa tarde. Descreve tudo o que se passou realçando o facto do Barbosa ter um sexo enorme, idêntico ao do Vasco, seu antigo noivo, mas mais grosso. Quando se despediram combinaram encontrar-se na semana seguinte no mesmo dia por volta das quatro da tarde no apartamento em Cascais. O João não cabia de contente com o que se tinha passado e estava ansioso que a semana passasse depressa.
Às quatro da tarde a Joana batia à porta do apartamento, o Barbosa mal abriu a porta beijou-a com afeto manifestando o enorme desejo de a ter. Não deram tempo a conversas, despiram-se deixando as roupas pelo chão e ele, sem mais, pediu-lhe para o chupar. A arte com que o faz deixou-o completamente louco e não se conseguindo conter encheu-lhe a boca de esporra que ela teve dificuldade em engolir dada a quantidade. Agradecido, beijou-a misturando as salivas com a esporra que ainda circulava na boca da Joana e propôs-lhe uma bebida para poder recuperar forças e compensá-la do prazer que tinha obtido. Conversaram sobre as suas relações conjugais explicando ele que desde há bastante tempo tinha deixado de gostar da mulher e que o ambiente em casa estava muito deteriorado com constantes conflitos entre o casal. A Joana não tendo motivos para negar o seu amor pelo marido mas também não querendo confessar o segredo do casal, disse-lhe que gostava do marido com quem mantinha uma boa relação mas que desde miúda que tinha uma grande atração por ele. Voltam a aproximar-se, agora serena e apaixonadamente beijam-se até sentirem o impulso do sexo, ele beija-lhe as mamas e masturba-a atingindo ela orgasmos consecutivos mas não aguentando mais ela pede-lhe para a foder. Penetrou-a lentamente e quase em simultâneo ela esporra-se com tal prazer que confessou mais tarde nunca ter tido igual orgasmo. Ele demorou a esporrar-se até explodirem num extâse conjunto. Olharam-se com paixão e mantiveram-se abraçados a beijarem-se.
De regresso a casa, a Joana abraça e beija o marido com a satisfação de ter passado uma tarde tão excitante e ao mesmo tempo ter podido satisfazer-lhe os desejos. Conta-lhe todos os pormenores do encontro relembrando os momentos de prazer que passou com o Barbosa, suscitando no marido o desejo de fazer amor. Depois de jantarem e deitarem os filhos, a Joana, hesitante por não saber a reação do marido, fala-lhe na proposta do Barbosa, de ela poder acompanhá-lo numa viagem de trabalho à Tailândia, um congresso da sua especialidade médica que durante uma semana se realiza na ilha de Phuket. O João, apanhado de surpresa, teve de imediato um duplo pensamento, temor e prazer, porque apesar de desejar muito a situação, tinha medo de que a ligação sentimental entre os dois aumentasse ao ponto de levar à rutura do casal. Apesar do risco optou por concordar com a viagem mas pediu-lhe que lhe relatasse diáriamente os pormenores da relação. Viu contentamento na cara da mulher, tendo ela concordado com o pedido do marido.
A viagem estava marcada para daí a duas semanas, dando tempo à Joana para preparar as refeições e roupas das crianças para a semana em que estaria ausente. Entretanto o João chamou à atenção para um pormenor importante, como é que iria contar ao Barbosa que o marido tinha aceitado que ela fosse viajar com ele para a Tailândia. Combinaram que a explicação a dar seria a de que uma colega de trabalho ganhou a viagem para duas pessoas no concurso da Agência Abreu na Feira do Turismo e como é solteira convidou a amiga. Na semana anterior à partida para a Tailândia ainda se encontraram para combinarem os pormenores da viagem e desfrutarem de mais uma tarde de sexo apaixonado, tendo experimentado outras posições que lhes terá dado um gozo especial levando a Joana a atingir vários orgasmos. Como sempre o marido aguardava ansiosamente pela chegada da mulher para provar lentamente e com prazer os fluidos dos apaixonados e fazer amor recordando o prazer que a mulher tinha obtido.
A Joana saiu de casa ás seis e meia da manhã porque o avião partia às dez. Deixou o carro em cascais, junto ao apartamento do Barbosa e dirigiram-se para o aeroporto no carro do dele. O avião partiu com atraso de meia hora e foi a primeira vez que a Joana viajou em primeira classe num voo de longo curso. Ficou satisfeita com as mordomias que lhe dedicavam, guardanapos de pano aquecidos para limpar as mãos, aperitivo de champagne com morangos, chinelos e máscara de descanso, diversas revistas e jornais do dia e muita atenção por parte das comissárias de bordo. Estiveram a ler durante uma parte da manhã e por volta do meio dia e meia a hospedeira trouxe-lhes a ementa do almoço, entrada de presunto de parma com abacate, medalhões de lagosta com salada e bife wellington com batata torneada. Para sobremesa diversas frutas, doce e gelado. Com o café serviram digestivos à escolha, o Barbosa quis um Whisky de malte e a Joana não queria nada mas ele insistiu que bebesse um licor de Whisky que ela aceitou. A seguir ao almoço estiveram a ver um filme e descansaram dormitando para recuperarem das poucas horas que dormiram. Antes do jantar aproveitaram o silêncio da cabine para se beijarem e apalparem-se mutuamente por baixo do cobertor, ele masturbava-a e ela agarrava-lhe no caralho que estava teso e muito excitado. Estiveram assim até ela atingir o orgasmo, passando de seguida a masturbá-lo e quando sentiu que ele estava prestes a vir-se meteu a cabeça por debaixo do cobertor e bebeu toda a esporra. Serviram o jantar e prepararam-se para a aterragem no aeroporto de Phuket.
No aeroporto à espera deles estava uma carrinha da organização do congresso para os conduzir até ao resort de luxo situado junto à praia. O alojamento era do tipo palhota mas muito bem decorado e com todas as condições de habitabilidade, inclusive piscina privativa. Na mesa da sala estava o programa e horários do congresso e folhetos com informações de interesse turistico. O Barbosa teria de ir a algumas reuniões mas conseguiria organizar-se de modo a darem passeios e escapadelas para visitar outros locais e ilhas. Nas horas em que ele obrigatóriamente teria de estar no congresso, a Joana iria à praia e podia fazer algumas compras nas várias lojas da cidade. No primeiro dia do congresso o Barbosa teve de almoçar com os colegas e só chegou ao resort por volta das cinco da tarde ainda a tempo de tomar um banho na piscina com a Joana que tinha passado o dia na praia a descansar não tendo ido a lado nenhum, o que lhe possibilitou telefonar ao marido e contar-lhe o decorrer da viagem e os acontecimentos do primeiro dia. Ás sete e trinta tomaram um duche e foram jantar a um dos melhores restaurantes da ilha, o Kan Eang Pier situado na praia de Chalong não muito longe do resort e que tinha uma oferta de excelentes mariscos e peixes. Beberam uma garrafa de vinho branco francês que os deixou bastante alegres e no regresso ao resort pela praia, ele corria atrás dela apalpando-lhe as mamas e enfiando a mão pelas pernas acima, situação facilitada porque no inicio da viagem ele tinha-lhe pedido para naquela semana nunca vestir cuecas. O calor que se fazia sentir áquela hora da noite era tão intenso e tão acolhedor que os impeliu a deitarem-se na areia e fazerem amor em plena praia. Exaustos regressaram à palhota para o merecido descanso.
No dia seguinte o Barbosa só trabalhou de manhã e programou-se para ter a tarde e o dia seguinte completamente livres para poder passear com a Joana. O programa era alugar um barco tradicional para darem uma volta pelas ilhas mais próximas onde existiam praias isoladas parasidiacas e por uma questão de segurança pediram ao gerente do resort que lhes indicasse alguém. Indicou Giovanni, um Barqueiro italiano muito bem parecido, com cerca de quarenta anos e que vivia em Phuket há quatro anos e tinha deixado o seu país onde tinha um emprego bem remunerado como economista mas que detestava. Feitas as apresentações acordaram o itenerário e o preço e partiram os três rumo à ilha mais próxima, Koh Phi Phi Leh onde iriam passar uma noite acampados na praia de Maya Bay. A areia branca e fina e a água morna dum azul transparente foi convidativa a um banho de fim da tarde, hora a que chegaram à ilha. O Giovanni tratou de montar as tendas onde iriam passar a noite, enquanto o barbosa e a Joana se enrolavam dentro de água com ele a despir-lhe o biquini e a tentar penetrá-la mas com a recusa dela porque o Giovanni os podia ver. O Barbosa insistiu mas ela não aceitou. Para jantarem voltaram à ilha de Phi Phi onde puderam tomar um banho de água doce num chuveiro da praia e os três dirigiram-se a um restaurante aconselhado pelo Giovanni onde se comeu um delicioso peixe acompanhado dum excelente vinho. Para terminar a noite o Giovanni levou-os a umas barraquinhas de buckets, baldes de bebidas alcoólicas, na praia de Lo Dalam onde experimentaram algumas, ficando a Joana bastante alegre e muito divertida. Acabaram no bar Slinky, com a Joana a dançar com os dois alternadamente. De madrugada regressaram a Maya Bay, acordando bastante cedo pelo calor que se fazia sentir nas tendas. O Giovanni preparou um bom pequeno almoço com frutas frescas, sumos e croissants com manteiga e compota de frutos vermelhos e um café de cevada que não era grande coisa mas beberam. O calor apertava e a praia estava tão apelativa que os três mergulharam levando barbatanas e respiradores para observarem a fauna e flora aquática orientados pelo Giovanni que conhecia muito bem os recifes. Para almoçarem dirigiram-se à ilha de Koh Phi Phi Don onde também puderam fazer algumas compras. A meio da tarde regressaram a Maya Bay para arrumar as tendas e os utensilios e regressarem a Phuket onde chegaram ao anoitecer. Despediram-se do Giovanni e o Barbosa fez-lhe um convite para jantar com eles na palhota na véspera da partida para Lisboa, que foi aceite com prazer. No dia seguinte o Barbosa não pôde faltar ao congresso e a Joana aproveitou para ligar ao marido a relatar-lhe as vivências dos dois dias anteriores e saber dele e das crianças. O João informou-a de que os miúdos estavam ótimos e que ele estava cheio de saudades mas excitadissimo com a situação ao ponto de se masturbar todas as noites. Para se deslocar, a Joana pediu ao gerente do resort que lhe chamasse um taxi para ir a Vila Phuket na cidade de Phuket, onde pôde visitar vários pontos de referência tais como Limeligth Avenue, o mercado Lard Ploy Khong e o templo Wat Wichit Sangkaram. Almoçou num restaurante tipico e passou o resto da tarde a percorrer as muitas lojas locais. Ás quatro da tarde regressou ao resort e cheia de calor mergulhou na piscina onde se manteve até ir tomar um duche e preparar bebidas frescas para a chegada do Barbosa. Ele vinha suado e antes de se sentar a descansar foi tomar um duche. Refrescados e ainda nús debaixo dos roupões, sentaram-se nos cadeirões junto à piscina a saborearem as bebidas e a conversarem sobre os acontecimentos do dia ao som de música tranquila. O Barbosa levantou-se e foi beijá-la carinhosamente. Abriu-lhe o roupão e acariciou-lhe o corpo beijando-lhe as mamas e descendo até à cona que lambeu com delicadeza e habilidade levando-a a atingir um prolongado orgasmo. Excitadissimo, levantou-se e pediu à Joana para o chupar. Fê-lo lenta e demoradamente introduzindo o pénis na boca húmida até sentir que ele estava prestes a vir-se. Deitou-se no cadeirão e ele penetrou-a tendo ambos atingido o orgasmo quase em simultâneo com o suor a colar os corpos e a beijarem-se apaixonadamente. Depois do jantar estiveram sossegados a apreciar o céu estrelado e adormeceram ao luar.
No quinto dia o Barbosa fez gazeta ao congresso e alugou uma scooter para darem uma volta pela ilha e visitarem monumentos e praias. Antes de almoço foram ver as quedas de água situadas na floresta tropical, com piscinas naturais, onde se banharam e sentiram a frescura que contrastava com o calor do trajeto. No Parque Natural de Sirinat ficaram encantados com as praias tranquilas e quase desertas de Nai thon e Nai Yang, tendo aproveitado para tomar banho, apesar da água estar morna. Almoçaram no restaurante de um hotel das imediações, onde descansaram um pouco e da parte da tarde partiram à visita de monumentos e templos. O Grande Buda, que é uma estátua de enormes dimensões, fica situado na colina de Nakkerd que tem um miradouro com uma vista lindíssima sobre várias praias da região. De seguida visitaram o maior templo de Phuket, o Wat Chalong e terminaram o passeio cultural no Museu Nacional Thalang, onde obtiveram toda a informação sobre a Ilha. De regresso à cidade ainda foram visitar o Old Phuket Town, o bairro histórico mais antigo da cidade com edificios carateristicos do tempo da rota das especiarias. Regressaram ao resort e chamaram duas raparigas para uma massagem tailandesa que os ajudou a descomprimir da viagem. Com a ajuda delas, envolveram-se sexualmente e enquanto a penetrava, as duas massagistas acariciavam-lhes os corpos com tal sensusalidade que os levou a atingir rápidamente o orgasmo. O Barbosa foi tomar banho e a Joana aproveitou para ligar ao marido a fazer o relato do dia e saber dos miúdos porque as saudades apertavam.
O encerramento do congresso deu-se na manhã do sexto dia e por volta da hora do almoço o Barbosa regressou ao resort. Este era o último dia antes da partida para Lisboa e iriam aproveitar a tarde para gozarem a praia e prepararem o jantar para o barqueiro convidado, o Giovanni. O gerente do resort comprometeu-se a ajudá-los e pediu ao chefe de cozinha que cozinhasse duas lagostas e três filets mignons que seriam acompanhados de excelente vinho branco e tinto por ele selecionados. O Giovanni chega por volta das nove da noite, todo vestido de branco, o que fazia realçar o moreno da sua tez e trazia uma garrafa de vinho branco que pediu para pôr a arrefecer. Convidaram-no a tomar uma bebida e uns aperitivos salgados junto à piscina, tendo os homens optado pelo whisky e a Joana por um mojito divinamente preparado pelo Giovanni. Na conversa antes do jantar ficou a saber-se que o Giovanni tinha sido casado e que a decisão de deixar a Itália tinha a ver com o facto de a mulher, com quem vivia há catorze anos, o ter traído com o melhor amigo. Na Tailândia teve algumas aventuras e desde há cerca de um ano mantem uma relação com uma rapariga tailandesa mas é uma relação aberta porque tinha prometido a si próprio não voltar a sofrer por amor. A refeição estava ótima e bebeu-se bastante, ficando todos muito alegres e bem dispostos. O Barbosa pôs música calma dos anos oitenta e convidou a Joana para dansar enquanto o Giovanni preparava um charro que foi passando por todos, deixando-os hilariantes e ao mesmo tempo muito Zen. Este ambiente propiciava libertarem-se de todos os preconceitos e o Giovanni perguntou ao Barbosa se podia dansar com a Joana. O Barbosa abriu os braços numa atitude de concordância e pôs uma música do John Lennon, Woman. A Harmonia e beleza da música proporcionava dansar-se mais agarrado, com o Giovanni a acariciar os cabelos e costas da Joana e ela a deixar-se conduzir com os olhos semicerrados, olhando de vez em quando para o Barbosa que lhe sorria manifestando consentimento. No ar sentia-se um ambiente de sensualidade e erotismo e sem que o par desse por isso, o Barbosa despiu-se completamente e mergulhou na piscina, fazendo com que eles parassem de dansar e se rissem da cena. Acenou-lhes para que se despissem e se juntassem a ele, o que fizeram impelidos pela bebida e fuminhos. Mergulharam para junto do Barbosa que se agarrou à Joana apalpando-lhe o corpo e ficando excitado. O Giovanni mantinha-se um pouco afastado do casal mas o Barbosa chamou-o para junto deles e colocou a Joana no meio dos dois, que rápidamente se apercebeu da excitação dos homens junto do seu corpo. Ao ouvido, o Barbosa sussurou-lhe que desejava que ela se entregasse aos dois. Ela acedeu mas o Giovanni tinha de usar preservativo para ela se sentir confortável. O Barbosa saíu da água para ir buscar o preservativo e a Joana ficou envolvida com o Giovanni a beijarem-se e acarciarem-se mutúamente. Sairam da água e foram para o quarto, a Joana deitada de costas beijava o Barbosa enquanto o Giovanni lhe lambia a cona levando-a ao extase. Não aguentando mais, preparava-se para a foder quando o Barbosa lhe deu o preservativo, que colocou, penetrando-a de imediato. O caralho dele era bem mais pequeno que o do Barbosa mas estava tão teso que provocou vários orgasmos na Joana e largou grandes quantidades de sémen no preservativo. Beijou-a, agradeceu-lhes a noite de prazer que lhe tinham proporcionado e extenuado sentou-se a descansar observando o Barbosa que tinha aproximado o pénis da boca da Joana que o chupava lentamente como ele gosta e ao cabo de alguns minutos esporrou-se agarrando-lhe a cabeça para ela beber tudo. O Giovanni despediu-se convidando-os a numa próxima vinda a Phuket ficarem hospedados em sua casa.
No dia seguinte, dia da partida para Lisboa, estavam com uma enorme dor de cabeça e a Joana comentava com o Barbosa como tinha sido possível terem passado uma noite tão louca. A resposta era simples, muita bebida e charros!!!!
Despediram-se do gerente agradecendo a magnifica hospitalidade, dizendo-lhe que iriam recomendar o resort aos amigos. Ás nove da manhã foram para o aeroporto e já no Freeshop a Joana aproveitou para comprar umas lembranças para os míudos e para o marido e telefonar-lhe a comunicar que deveria chegar a casa por volta das dez da noite. O avião descolou com atraso de vinte minutos e mais uma vez se repetiram as mordomias da primeira classe. Ensonados, ainda da noitada anterior, adormeceram e só acordaram quando a hospedeira lhes pediu para escolherem o almoço. Depois da refeição voltaram a adormecer e passadas umas horas a Joana acordou com a mão do Barbosa a masturbá-la por baixo do cobertor fazendo esforço para não fazer barulho enquanto se esporrava. Cheia de vontade de fazer chi-chi, disse ao Barbosa que tinha de ir à casa de banho, levantou-se, sentiu que ele a seguia e quando abriu a porta ele também entrou. Sentou-se na sanita, aliviou-se e depois de se limpar viu que ele tinha baixado as calças e estava completamente teso, agarrou-a, virou-a de costas e enfiou-lhe o caralho até se esporrar. Voltaram para os lugares e a Joana a titulo de piada disse-lhe que até chegarem a casa ele não lhe tocava mais!!!, riram e voltaram a descansar até aterrarem no aeroporto de Lisboa. Chegaram por volta das nove da noite e foram diretamente a cascais buscar o carro da Joana. Despediram-se beijando-se demoradamente e combinaram telefonar-se. A Joana chegou a casa ás dez e meia da noite, foi beijar os míudos que já estavam na cama e depois de abraçar e beijar o marido, sentaram-se na sala a conversar sobre a vida dele e das crianças na passada semana. Combinaram que no dia seguinte ela lhe contaria tudo com pormenores e foram deitar-se sem fazerem amor, apesar do João o desejar muito mas a Joana estava de rastos.
No dia seguinte a Joana foi passear com os miúdos para matar saudades e da parte da tarde, enquanto as crianças estavam a brincar, pôde contar ao marido, com pormenor, as cenas mais escaldantes da viagem. Quando chegou à parte do envolvimento com o Giovanni, ela fez um parêntesis para dizer ao marido que apesar de estarem todos charrados e cheios de copos, para ela, o facto do Barbosa lhe ter pedido para fazer amor com o italiano significava que também ele tinha a fantasia de vê-la envolvida com terceiros, o que a deixou estupefacta. Será que existem muitos homens com a tara do marido?!!! Não escondeu que o Barbosa é um homem muito interessante e que se sentiu apaixonada por ele, mas exatamente por isso chegou a hora de manter algum afastamento.
O João adorou a viagem que não existiu!!!!!….
Enviado por João