Era uma manhã de sábado e estava lá eu sozinho na chácara. Só vou lá aos finais de semana e feriados. Não é sempre que fico sozinho como naquele dia. Acordei com um tesão que parecia que ia atacar o primeiro macho que ficasse na minha frente. Tomei um banho, tomei café e fiquei pensando bobagens e vendo sacanagens e fotos minhas no celular. Como seria bom se aparecesse alguém aqui e me pegasse de jeito. Estava sozinho e resolvi dar uma geral em mim. Depilei e esfoliei meu bumbum, deixando também o cuzinho, virilha e parte da coxa sem nenhum pelo, aparando o resto das pernas e dos braços. Não sou assumido e, por isso, não dou pinta de que gosto de um “cacho”. Depilei também axilas e o peito. Tenho peitinhos de menina, grandinhos a ponto de quase ter que usar sutiã. Os meninos adoram. Tenho umas tatuagens de decalque que comprei em um site. Não chegam a ser perfeitas, mas parece bem real, a ponto de já terem me perguntado se eram reais. Coloquei uma borboleta no bumbum e um lacinho na coxa, bem puta mesmo. Já bem lisinha, passei óleo hidratante pelo corpo, deixando meu rabo bem untado. Adoro o toque que deixa na pele. Coloquei um fio dental perfeito, com as bordas vermelhas e de oncinha. Perfeito porque esconde com perfeição meu brinquedo e me deixa com uma “testinha” bem pequenininha, menor que a de muitas mulheres. No resto, me vesti de homem (bermuda e camiseta), pois como disse, não dou pinta. Já era próximo às 11 horas. Estava eu sentado na varanda, vendo sacanagens no celular e esperando um pouco para brincar sozinho com meu consolo, quando aparece, de bicicleta, o caseiro de uma chácara vizinha na qual os donos raramente vão. Ele estava procurando serviço. Conversamos um pouco. Dizia eu que não tinha o que fazer. Ele insistia apontando o que podia fazer. Genésio o nome dele. Um moço já de meia idade, cabelos grisalhos, estatura mediana, roupas já bem gastas, magro, moreno claro, mas com pele escurecida do sol. O moço morava sozinho, meio isolado. Imagino que raramente tinha oportunidade de dar uma boa trepada. Estávamos sentados, ele meio deitado na cadeira, com as pernas abertas, posição de macho mesmo. Eu já estava suando frio, com arrepios imaginando-me levantando da cadeira e me ajoelhando em sua frente, apertando seu pau, baixando sua braguilha e pagando um boquete bem gostoso, depois sentindo aquele homem me fodendo ali mesmo. Como disse, sou muito discreto e não gosto que pessoas de minha convivência saibam que gosto de ser mulher, mas em um momento de loucura me levantei e pedi a ele que me mostrasse o que podia fazer no quintal da chácara. Rapidamente ele se levantou e eu fui atrás. Disse que podia carpir o mato próximo à cerca do quintal. Conversamos um pouco. Ele mostrava algumas ervas daninhas no gramado e as retirava com as mãos mesmo, mostrando que aquilo tinha que ser retirado. Vi a oportunidade de me expor e tentar mostrar a ele minhas intenções. Me ajoelhei no chão, ficando meio de lado para ele de modo que viria minha calcinha e tatoo quando me abaixasse. Vi que ele olhou, mas não disse nada. Continuamos retirando o mato. Eu já estava de constas pra ele. A essa altura já com metade do bumbum de fora e com a calcinha socada no rabo toda à mostra. Modéstia à parte minha bunda fica linda de fio dental e toda reluzente com óleo hidratante. Percebi que ele nem baixava a cabeça, vidrado no meu rabo à mostra. Ele já não falava mais nada. Perguntei o que tinha acontecido. Ele respondeu que nada. Perguntei se tinha certeza. Ele ficou calado. Vi que já estava de pau duro e me contive para não cair de boca ali mesmo. Voltamos para varanda e, depois de muito tempo de silêncio, o moço começou a falar de umas coisas estranhas, que não via os patrões a meses, que era muito sozinho, não conseguia namorar etc etc etc. Eu já tinha sacado qual era a dele, mas me fiz de bobo por um tempo pra ver onde ele chegaria com a conversa. Mas ele logo se calou de novo. Não sei se por timidez, nervosismo, ou sei lá. Aí eu tive que dar uma ajudazinha. Mostrei um vídeo de sacanagem a ele. Ele gostou. Era da atriz Sarina Valentina. Sou fã dela. Linda. Depois mostrei umas fotos de bundas com calcinhas fio dental, lingerie, etc etc etc. Eram as minhas fotos. Ele ficou impressionado, parando, olhando detalhes, voltando, comparando e admirando. Perguntei se tinha gostado. Ele disse que era uma bunda linda, muito gostosa. Disse que era eu nas fotos. Ele disse que sabia e que eram lindas mesmo. Sorri e agradeci. Ele continuou olhando as fotos e eu perguntei se queria ver de verdade. Sem nem pensar ele disse: claro! Eu já estava explodindo de tesão e imagino que ele também. Me levantei, ele continuou sentando. Fiquei de costas em sua frente e comecei a tirar a calça, me inclinando e arrebitando meu rabão, quase encostando em seu rosto. Ele não se fez de rogado e já meteu as duas mãos, apalpando, apertando e acariciando. Rebolando eu comecei a esfregar em seu rosto. Sua barba mal feita roçava no meu bumbum, dando um tesão louco. Ele beijava, mordia encostava o rosto, abraçando meu rabo como se estivesse agradecendo por aquilo estar acontecendo. Ele colocou minha calcinha de lado e meteu a língua com tanta força que eu tive que me segurar para não cair. Depois de algum tempo. Já sem calças, me virei e ajoelhei, realizando o desejo que tive assim que ele chegou. Tirei seu cinto, abri sua braguilha, abaixei sua cueca, apertando aquele pau extremamente duro e lindo, cheio de veias, grosso, de bom tamanho. Punhetei um pouco. Ele largado na cadeira delirando com aquilo. Na verdade, não sabia quem estava com mais tesão. Com aquele pau duríssimo nas mãos, puxei sua calça mais para baixo, esponto as bolas, peludas e suadas. O cheiro não era ruim, apenas suor de macho. Lambia aquele saco peludo e grande, enfiava as bolas na boca, lambia do pezinho à cabeça do pau dele, bem devagar e comecei. Dei um beijo na cabeça do pau e comecei a chupar só a cabecinha, descendo aos poucos até engolir tudo (sempre fui muito bom nisso, engolir). Com o pau inteiro na boca, colocava a língua para fora e lambia as bolas. Acho que ninguém nunca tinha feito aquilo com aquele moço que, apesar da idade, uns 45 anos, se mostrava meio inexperiente. Comecei a chupar com mais velocidade. Ele delirava, se contorcia, gemia e falava: ai que delícia, chupa gostoso, você é melhor que mulher. E eu achando o máximo. Chupei bem gostoso, babando no pau dele e me surpreendi e até me frustrei quando ele começou a gemer mais alto, gozando na minha boca e no meu rosto logo em seguida. Queria sentar naquele pau, rebolar, dar muito de quatro. Fiquei chateado, sem demonstrar, claro, porque sabia que ele ia embora assim que gozasse. Ele continuou sentado, com os braços apoiados na cadeira, e com o pau ainda de fora. Aproveitei para limpar tudo, já que havia sido tão rápido e que eu ainda estava doido de tesão. Depois me levantei e fui para a cozinha pegar um café, tentando segurar o moço por lá por mais tempo. Troquei de roupas, colocando uma bermuda quase transparente de tecido mole que deixava meu bumbum ainda mais avantajado, mostrando minha calcinha. Quando voltei ele já havia se vestido e estava com uma cara muito safada olhando para mim. Tomamos café, também trouxe uns biscoitos. Comemos calados. Pedi para ele não contar a ninguém. Rapidamente ele respondeu que não ia contar, mas que queria me visitar com mais frequência. Disse a ele que podia vir sempre que quisesse e que eu o estaria esperando com alegria. Nesse momento, ele se levantou e veio em minha direção. Minha barriga gelou. Ele se encostou em mim, como homem e mulher, me abraçou na cintura, e desceu a mão, apertando minha bunda com força. Suspirei e retribui, acariciando seu pau gostoso. Me senti tão mulher (risos). Ele se afastou e se sentou novamente. Ficamos ali por alguns minutos, conversando frivolidades. Coisas da roça. Sempre que podia dava um jeito de provocá-lo, ficando de costas, inclinando o bumbum para pegar uma xícara, ajeitando uma cadeira. Vi que ele queria mais e fiquei ainda mais safado. Cheguei perto dele e ele deu um tapa na minha bunda, tipo demarcando território, reivindicando a posse daquele rabo. Me derreti com seu olhar de macho. Vi que ele já estava de pau duro novamente. Como na primeira vez me agachei e comecei a chupar aquele pau delicioso. Chupei por um longo tempo. Dessa vez o moço já estava mais desinibido. Segurava meu cabelo, me forçando a engolir, me acariciando e tal. Me levantei, puxando ele também. Peguei em seu pau e fui puxando pela casa até chegar no quarto. (vi isso em filmes pornôs, e sempre quis fazer). Já na cama, chupei mais um pouco aquela piroca maravilhosa até que ele me fez ficar de quatro na cama. Eu já estava apenas com calcinha. Ele esfregava e batia com o pau na minha bunda, dava tapas. Depois começou a lamber e beijar meu bumbum, comigo de quatro. Arredou a calcinha de lado e meteu a língua. Foi delicioso. Deixou meu cuzinho todo melado e babado. Me posicionou, e empinei bem meu rabão, deu umas pinceladas no meu cuzinho com o pau, para facilitar a fodida, apontou o pau e forçou a entrada da cabecinha. Ficou parado um tempo, só com a cabecinha do pau dentro de mim. Dava tapas e acariciava meu bumbum. De repente, segurou-me pela cintura e enterrou tudo. Não doeu, mas perdi até o fôlego. Começou a bombar, bombar, bombar com tanta força que eu tive que me segurar direito na cama. Sentia aquela jeba deliciosa entrando e saindo, o saco batendo no meu cuzinho, aquelas mãos grossas me acariciando, ouvia aquele som forte das encoxadas. Nunca me senti tão mulher, tão submisso, como se fosse de alguém como naquele dia. Acho que para descontar a gozada rápida na primeira vez e para aproveitar mais meu cuzinho, ele demorou me comeu em todas as posições possíveis. As que eu mais gosto são: de 4, franguinho e de ladinho. Já cansado, o moço se deitou na cama e eu sentei naquela vara cheia de veias, ficando de costas para ele, para que ele pudesse ver minha bunda lisa e seu pau enterrado no meu cuzinho. Quiquei, rebolei bem safado, alternando entre movimentos quicadas curtas, longas e rápidas. Depois de algum tempo e de algumas outras posições, ele me colocou de quatro novamente e bombou, bombou, bombou, aumentando a velocidade até anunciar que ia gozar. Eu dizia, goza meu macho, enche o cuzinho da sua mulherzinha de porra. Dá leitinho quente no rabinho da sua putinha safada. Ele aumentou ainda mais a força e velocidade das bombadas, comum nos segundos antes da gozada, e me atendeu. Urrando, encheu meu rabinho de porra quente. Muito leitinho por sinal. Sentia aquele pau latejando dentro de mim com aquele homem suado debruçado sobre mim. Ficamos um pouco na cama, eu já me sentindo sua namorada/esposa. Logo ele se vestiu, eu continuei na cama. Ele se despediu e perguntou se podia voltar à noite. Mais do que rápido eu disse que ele podia vir sempre que quisesse e que faria algo para comermos no jantar. Apenas fiz a ressalva de que eu estaria esperando, mas que não entrasse caso visse que havia alguém em casa, para o caso de aparecer algum parente sem aviso. À noite, me preparei mais para meu homem. Além do jantar, vesti uma lingerie completa. Fio dental, meia arrastão, cinta liga, corset, luvas, uma peruca e maquiagem. Continuo transando com ele também em sua casa e estamos muito felizes. Me sinto mulher de verdade quando estou com ele e sinto que tenho muita sorte de tê-lo conhecido. Também sei que ele também pensa assim, já que antes de me conhecer se virava como podia sozinho. Não chegamos a ser namorados, mas temos uma relação que já dura quase seis anos.
Enviado por: amantepassivogo