Contos eróticos: A Dra. Putinha – Parte 1

Era madrugada quanto o telefone tocou. Havia algum problema no trabalho, como eu era o plantonista, tive que ir.

Chegando lá, após resolver o problema com os servidores, fui nos setores importantes saber se estava tudo ok, quando cheguei na Emergência, avistei uma mulher, com jaleco branco, maravilhosa. Seios fartos, bunda grande, mas não exagerada, redondinha, aquelas que dá vontade de bater e deixar a marca dos cinco dedos da mão. Seu nome era Mariana, Dra. Mariana. Cheguei perto e pude sentir o seu cheiro, era delicioso, o cheiro me dá tesão, e não tive outra reação a não ser: TESÃO.

Como eu sai às pressas de casa, não deu tempo de colocar cueca, coloquei apenas uma calça jeans e uma camiseta básica, conforme o tesão aumentava, meu pau ia ficando duro e a Dra. me observando. Ela estava de frente para mim, sentada em uma cadeira ao telefone com um decote à mostra e eu em pé, com os braços cruzados, sem conseguir desviar os olhos de seu decote, desejando aqueles seios em minha boca. Ela percebeu a minha excitação e não tirava o olho do meu pau, sempre o fitando, quanto mais ela olhava, mais duro e pulsante ele ficava, sentia ela me devorando com os olhos. Após desligar o telefone, ela me chamou para um corredor vazio e começou a fazer perguntas sobre o sistema, se estava ok e eu apenas respondendo que sim, no automático enquanto observava seu decote, e ela provocando, cruzando os braços e elevando seus seios, e eu no SIM automático, quando ela pergunta “Você está olhando meus peitos??” e eu SIM, quando caiu a ficha, eu já disse não e fiquei embaraçado, ela prontamente diz que já havia percebido, que notou também a minha excitação e perguntou onde era a sala de servidores, pois ela queria conhece-la. Eu mais que depressa, a levei para a sala. Chegando lá, nem deu tempo de fechar a porta direito, já começamos nos beijando, mãos percorrendo os corpos, línguas se enroscando, nossas salivas sendo trocadas, minha barba roçando no seu pescoço e fazendo sua pele arrepiar, uma mão segurando em sua bunda enquanto a outra em sua nuca, segura seus cabelos, fazendo ela erguer o pescoço e deixando ele livre para minha boca e minha barba, nossas respirações ofegantes, estávamos tomados pelo tesão, pelo calor, meu pau pulsando em sua mão, ainda por cima da calça. Coloco ela de costas para mim, uma das mãos em seus seios e a outra fazendo pressão em sua buceta, que dava para sentir o calor do seu sexo, ainda que por cima da calça, abro um pouco o zíper de sua calça e coloco a mão por dentro, sinto sua buceta ensopada, melo meus dedos e levo até a sua boca e sussurro em seu ouvido “sente o seu gosto, minha putinha” e ela chupa, deixa-os limpos e secos. Coloco suas mãos apoiadas na parede, arrebito sua bunda, abaixo a sua calça e me ajoelho atrás dela. Começo mordendo suas pernas, chegando até a bunda, dou um tapa forte, deixando aquela bunda branquinha marcada, abro-a e enfio a minha cara, sentindo o seu cuzinho piscar na ponta da minha língua, abro mais a bunda e ela arrebita mais ainda, demonstrando que quer que eu enfie a língua em sua buceta, coletando todo o seu mel, fazendo eu sentir o seu sabor, salgado, gostoso, o cheiro do seu sexo. Eu chupei, chupei deliciosamente aquela buceta, deixando a minha barba melada com seu gozo, com seu mel. Enfiava a língua, coletava todo aquele mel, todo aquele sabor para dentro de mim. Sentia sua buceta contrair enquanto enfiava a língua, seu cu piscar, partia para chupar ele, ela rebolava e gemia, mandava eu chupar, mandava eu enfiar a língua “Chupa meu cu, meu puto…chupa tudo” e eu obedecia, como um puto. Ela gozou, gozou deliciosamente em minha língua, mas não estava satisfeita, ela queria mais, queria algo dentro, queria meu caralho, queria me sentir dentro dela. Ela mandou eu foder “fode a sua puta, fode…”, mas não fodi, eu queria que ela implorasse, queria que ela suplicasse pela minha rola. “Por favor, me fode, quero o seu caralho me fodendo, me saciando”, não tinha como recusar esse pedido. Abri minha calça e tirei o pau para fora. Eu apenas passava a cabeça na entrada, deixava a cabeça melada, colocava só a pontinha e tirava, eu queria torturar ela, queria fazer ela ficar com mais vontade, quando ela encostava a bunda no meu pau, eu recuava, e ela continuava querendo encostar, enquanto eu falava no seu ouvido “Pede..eu quero que você peça o que quer” e ela falando em meio a gemidos “Seu pau..quero seu pau..fode a minha buceta” e eu soquei, soquei meu pau todo dentro dela, ela num gemido com misto de dor e tesão, eu sentia sua buceta contrair, aquela buceta quente e melada, agasalhando meu pau inteiro, eu metia forte, o barulho de sua bunda contra o meu quadril me deixava com mais tesão, eu estava adorando foder a minha putinha, puxava seus cabelos, mordia sua nuca, roçava a barba, gemia no seu ouvido e ela mandando eu meter mais forte, sentia seu mel escorrer pelo meu caralho, me deixando melado, molhado, me excitando ainda mais, eu falava em seu ouvido “que delicia de buceta, minha putinha, minha Dra. Putinha” e ela rebolava ainda mais, estava adorando, ela com as mãos apoiadas na parede, bunda empinada e levando caralho na buceta. Ela gozou…melou meu pau ainda mais, gemeu, gritou, urrou… “que caralho gostoso, eu to gozaaaandooo” e perdeu as forças…suas pernas estavam bambas, mas eu ainda não tinha gozado. Eu queria mais…queria sentir sua boca me limpando, sua língua percorrendo pelo meu cacete. Ela, com as calças ainda abaixada e de jaleco (confesso que os jalecos das medicas sempre me deu muito tesão), ajoelhou em minha frente e me chupou, lambia cada centímetro do meu pau, engolia ele por inteiro, deixava ele babado, colocava a cabeça na garganta e tirava, segurei em seus cabelos e fodi sua boca como fodi sua buceta. Socava o pau lá fundo e tirava, ela perdia o folego, engasgava, mas queria mais, me olhando, pedia mais pau, mas ela queria mais…queria que eu gozasse em sua boca, no fundo de sua garganta. Sugou meu pau como se quisesse extrair todo o liquido doce que havia dentro dele. Segurei ainda mais sua cabeça e gozei, gozei muito, gozei no fundo da garganta da minha Dra. Putinha. Ela limpou meu pau, deixou ele todo limpo e engoliu toda a minha porra. Eu beijei sua boca, ainda com o meu gosto, invadia sua boca com a minha língua.

Aquele plantão foi o melhor em anos de empresa. Eu queria mais…

Nos encontramos mais vezes após isso, mas isso fica para outra história

Enviado por Obarba_

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