Morri no quarteirão de cima, onde tinha uma oficina mecânica barulhenta, e ao lado dela ficava a casa do Rafael. Ele morava com a avó em uma casarão antigo, cheio de quintal, plantas e árvores de frutas. O cara era um rapaz de uns 20 anos, sempre reunindo a galera na rua para jogar futebol. Eu tinha 19, mas preferia evitar o futebol – achava aquilo muito bruto e preferia minhas coisas mais tranquilas.
Uma manhã, minha mãe me mandou ao mercadinho pegar uns ingredientes pro almoço. No caminho, esbarrei com o Rafael. Ele veio comigo, batendo papo sobre as tretas da rua e contando histórias malucas da galera. De repente, ele mencionou que tinha um fliperama maneiro lá em casa e convidou pra eu passar depois do almoço pra brincar no quintal. Eu curtia carrinhos de controle remoto, então topei na hora e fui pra casa animado com a ideia.
Depois do almoço, escapei de fininho e fui até a casa dele. O Rafael já estava me esperando. Entrei e fomos direto pro quintal, onde tinha um depósito no fundo com uma varandinha e um tapete estendido. Ali, ele tinha uns brinquedos espalhados, incluindo o fliperama. Ele pediu pra eu pegar a caixa e montar a pista, dizendo que ia me ensinar uns truques. Agachei no tapete, mexendo nas peças, e ele veio por trás, agachando como se fosse me abraçar, apontando o que eu precisava encaixar.
No começo, tava tudo normal, só ele me guiando. Eu usava um short solto e uma blusa de malha, e ele tava com um calção e camiseta. Mas aí, senti algo cutucando meu rabo. Olhei rápido, mas ele só fixava os olhos no brinquedo, falando pra eu prestar atenção nos encaixes. Continuei agachado, e o toque veio mais forte. Tentei me afastar, mas ele segurou meus ombros, dizendo pra eu ficar parado. Aí senti um empurrão na bunda, e percebi que não era a mão dele – as mãos dele estavam nos meus ombros.
Curioso e meio assustado, virei a cabeça e levei um choque: o Rafael tava sem cueca, e o pau dele estava duro, quase escapando do calção. Caralho, nunca tinha visto uma rola tão gigante! Fiquei paralisado, os olhos grudados naquele cacete grosso e pulsante. Ele perguntou o que eu achava, mas eu não conseguia falar, só queria sair dali. Ele me segurou, pedindo pra eu relaxar e conversar um pouco. Perguntou se eu já tinha visto outro homem assim, e eu sacudi a cabeça, dizendo que não.
Ele se moveu pro lado, me mostrando melhor, e disse que era normal ver as pessoas peladas. Como eu não tirava os olhos daquilo, ele puxou o calção e soltou o pau todo. Puta merda, era ainda maior do que eu imaginava – comprido, grosso, com a cabeça inchada e brilhando. Ele agarrou o cacete com a mão e começou a deslizar, esticando até o saco, que parecia uma bola pesada. A veia pulava, e o pau ficava mais duro a cada segundo.
Deixei o fliperama de lado e tentei fugir, mas ele me pegou de novo, garantindo que não ia fazer nada louco, só queria que eu olhasse. Acalmei um pouco, e ele me levou pro sofá do quintal pra conversarmos. Sentamos lado a lado, e ele explicou que, quando eu me agachei com aquele short mostrando minhas coxas, ele ficou louco de tesão e quis me tocar, mas jurou que não ia me machucar.
Enquanto falava, eu não parava de olhar pro volume no calção dele. Ele percebeu e abriu as pernas, o pau crescendo rápido debaixo do tecido. Passou a mão por cima e disse que tava a fim de me mostrar ele ficando duro por causa de mim. Aí, o cacete dele escapou, latejando forte, e ele falou que queria que eu tocasse, que era como brincar com o meu próprio. Eu tava confuso, misturando nojo com curiosidade, mas não conseguia parar de encarar aquela porra de pau enorme.
Ele se aproximou, alisando minhas coxas, e tentou enfiar a mão no meu short. O pau dele pulsava mais a cada segundo, e ele pediu de novo pra eu pegar. Eu hesitei, mas acabei estendendo a mão e agarrando aquele rolo. Caralho, era tão duro e quente que meu corpo inteiro formigou. Ele suspirou e pediu pra eu bater uma punheta nele. Apertei firme e comecei a subir e descer a mão, sentindo as veias latejarem. Ele gemia baixinho, dizendo “isso, vai, hummm”, e tirou o calção, ficando nu com aquele cacete balançando.
Ele abriu as pernas e mandou eu ficar na frente, entre elas. Me ajoelhei, sem saber direito o que fazer, mas a curiosidade tomou conta. Toquei de novo, acariciando a cabeça inchada, que brilhava de pré-gozo. Quanto mais eu mexia, mais o pau latejava, e ele sussurrava sacanagens, os olhos cravados nas minhas pernas. Aí, ele pediu pra eu dar um beijinho na ponta. Segurou minha cabeça e guiou minha boca até lá, roçando a cabeça úmida nos meus lábios.
Senti o cheiro forte e salgado, e dei um beijo leve. Aquela babinha escorria, lubrificando tudo, e ele empurrou devagar, fazendo a cabeça entrar na minha boca. “Chupa gostoso, vai safadinho… Tô vendo que tá curtindo”, ele sussurrou. Abri mais a boca, segurando o resto com as duas mãos, e comecei a chupar, sentindo o gosto salgado e o pau inchando ainda mais. Ele se recostou, gemendo alto, e eu massageava enquanto sugava.
De repente, ele ficou ofegante, se contorcendo, e eu tirei o pau da boca pra ver. Estava todo babado e pulsante. Ele gritou pra eu continuar, e aí veio a explosão: jatos grossos de porra acertaram meu rosto, o leite quente e pegajoso cobrindo minha boca, nariz e até o cabelo. Saía uma quantidade absurda, e eu fiquei ali, lambuzado, enquanto ele se acalmava com o pau ainda tremendo.
Depois, ele me ajudou a limpar, acariciando meu rosto, e perguntou se eu tava bem. Disse que queria repetir aquilo mais vezes, e eu, ainda zonzo, não neguei. Aquela tarde no quintal do Rafael mudou tudo – e puta que pariu, eu não esqueci aquele cacete.