Sempre fui viciado em sexo, adoro uma boa putaria e não tenho frescuras com nada. Quando era solteiro, me envolvi em um monte de aventuras, e uma das melhores foi com uma morena gostosa que conheci na academia. Ela tinha um rabo enorme, peitos médios e firmes, e uma boca que parecia feita para safadezas. O lance é que ela era casada, mas isso não a impediu de me passar o WhatsApp e começarmos a trocar mensagens quentes. Ela confessava que sentia um tesão louco por mim, dizendo que transava com o marido imaginando ser eu enfiando o pau nela. Isso me deixou doido, visualizando eu fodendo aquele rabo delicioso.
Começamos a enviar fotos picantes. Ela mandou uma com a calcinha enterrada no rabo, e eu quase enlouqueci de tesão. Eu revidei com uma foto do meu pau duro ainda dentro da cueca, mas ela quis mais e pediu para eu mostrar tudo. Aí mandei o pauzão preto, cabeçudo, grosso e cheio de veias saltadas. Ela respondeu na hora: “Nossa, que pauzão gostoso! Quero sentir ele me enchendo, nem se compara com o do meu marido. Vai me deixar toda aberta! Minha bucetinha é bem apertada, esse cacetão vai arrombar tudo!” Eu provoquei: “Mostra essa bucetinha, vadia!” E ela enviou: uma delícia de buceta, inchada, rosada e já melada de tesão.
Fiquei louco: “Quero foder essa buceta até deixá-la vermelha e inchada!” Ela gemeu nas mensagens: “Vai me arrombar, né? Sim, porra, e também quero você no meu cuzinho!” Eu respondi: “Vou comer esse cuzinho sim, sou tarado por isso. Meu marido não curte, então ele tá super apertado – vai ter cuidado?” Eu ri: “Sério que ele não gosta? Pois eu vou devorar ele direito, socar até sentir ele pulsando e encher de porra!” Ela mandou a foto do cuzinho: rosado, apertadinho e convidativo. Meu pau tremeu só de ver. “Vem comer ele, vai?”, ela provocou. Eu disse: “Vou chupar esse cuzinho antes de enfiar, chamando você de minha putinha safada.” Ela adorou: “Quero isso! Meu marido não sabe me satisfazer. Quero mamar seu pau preto, você batendo ele na minha cara e me fodendo de verdade. Quero ser sua vadia, sentir esse pau bem fundo na minha buceta, eu de quatro com você estapeando minha bunda!”
O marido dela ia viajar, e ela me convidou: “Vou ficar sozinha, tem coragem de vir me comer?” Eu topei na hora. Ela marcou o dia, e quando cheguei, deixou o portão da garagem aberto. Entrei com a moto, desci e já puxei ela para um beijo molhado, apertando aquele rabo grande e macio. Ela vestia um shortinho curtinho que mostrava a polpa da bunda, e meu pau endureceu imediatamente. Abracei ela por trás, beijando o pescoço e esfregando o volume contra o rabo dela, enquanto minha mão escorregava para dentro do shortinho, sentindo a buceta já úmida e quente.
“Vamos entrar, nego, pra gente matar essa vontade”, ela sussurrou. Subimos para o quarto, e eu joguei ela na cama, beijando as costas enquanto baixava o shortinho. O cuzinho dela ficou exposto, e eu fui logo chupando, sentindo o gosto salgado e o cheiro excitante enquanto ela rebolava e gemia. Tirei o resto da roupa dela, e ela empinou a bunda, me convidando. Virei ela e ataquei a buceta, lambendo tudo, sugando o clitóris inchado e enfiando dedos para deixá-la louca. Ela gritava: “Ah, que delícia, chupa mais, nego! Ah, ah, vou gozar!” Eu encorajei: “Goza na minha boca, vadia!” E ela veio, derramando um melzinho doce e quente que eu adoro.
“Agora vem mamar meu pau, putinha”, eu mandei. Ela tirou minha cueca e pegou o pauzão, admirando: “Esse treco vai me arrebentar, será que cabe na minha boca? Tão grosso!” Começou a lamber todo, da base até a cabeça, e depois chupou com força, tentando engolir tudo até engasgar. Eu dava tapas leves na cara dela enquanto ela mamava, cuspindo e batendo o pau no rosto. “Isso, suga direito, deixa babado”, eu dizia, e ela olhava nos meus olhos, gemendo em volta do meu pau.
Não aguentei mais: “Quero esse pau dentro de você, vadia.” Tirei o resto das roupas e chupei os peitos dela, mordiscando os mamilos, antes de voltar à buceta. Pincelei a cabeça do pau na entradinha molhada e enfiei devagar, sentindo a quentura apertada. Ela gemeu alto quando cheguei até o fundo, e eu comecei a socar forte e ritmo. “Toma essa rola preta, aguenta, safada!” Virei ela de costas, abri o rabo e chuphei o cuzinho de novo, depois voltei a foder a buceta por trás, enforcando levemente e batendo na bunda.
“Senta nesse pau, gostosa”, eu ordenei. Ela montou de costas, a buceta engolindo tudo, e eu bati no rabo enquanto mexia no cuzinho com os dedos. “Engole tudo, cachorra!” Ela gemeria: “Ah, safado, tá destruindo minha buceta!” Depois virou de frente, cavalgando com força, os peitos quicando. Eu segurei eles, apertando enquanto ela subia e descia.
“Agora de quatro, vem me comer direito”, eu disse. Ela obedeceu, empinando o rabo, e eu chuphei o cuzinho mais uma vez, sentindo o cheiro e o gosto. Enfiei o pau na buceta, socando fundo, puxando o cabelo e dando tapas. “Toma cacete, sua gulosa!” Ela gritou: “Ah, porra, vou gozar de novo!” E veio tremendo, a buceta apertando meu pau. “Agora quero você no meu cuzinho”, ela pediu. Eu respondi: “Vai ser bom, vou comer ele devagar, encher de porra e deixar aberto pra caralho!” E assim, continuei…