Aos 18 anos, finalmente realizei meu sonho de entrar na universidade. Depois de dois semestres cheios de euforia e estudos, cruzei o caminho de um cara 21 anos mais velho, um advogado recém-divorciado que estava na sua terceira graduação. O tesão foi imediato, misturado com admiração e respeito pela vida cheia de experiências que ele tinha. Não pensei duas vezes: me casei com ele no terceiro semestre. Botei uma aliança no dedo de Marco, meu primeiro marido, e pronto, estava vivendo uma aventura que eu nem imaginava.
Uma das coisas que mais me fascinava nele era a obsessão por livros e por lugares tranquilos, como florestas ou chácaras isoladas. Nos fins de semana, acabamos comprando uma chácara que virou nosso refúgio. Na primeira sexta-feira lá, eu estava explorando tudo, sentindo o cheiro de terra molhada, a água fresca do rio nos meus pés e o sol quente dourando minha pele, enquanto Marco lia na varanda, supervisionando os quatro trabalhadores que ele contratou. Eu não ligava para eles; só queria curtir aquelas sensações gostosas, me sentindo livre e safada.
Depois de um tempinho, Marco largou o livro e veio até mim, com aquele sorriso malicioso. “Não vai tomar um sol direito? Adoro quando você volta pra cama toda bronzeada”, ele disse, natural como se estivesse pedindo um copo d’água. Eu topei na hora. Estendi a toalha no gramado e me deitei, relaxando. Suas mãos firmes e habilidosas começaram a desatar a parte de cima do biquíni, deixando meus peitos livres ao ar. Estávamos perto da varanda, e os trabalhadores ainda estavam por ali, mas isso só me excitava mais, sem me fazer sentir exposta ou desconfortável.
De repente, ouvi uma terceira voz: era um dos trabalhadores, se aproximando para falar algo com Marco. Para minha surpresa total, ele continuou conversando com o cara enquanto massageava minhas costas, como se estivesse convidando ele pra se juntar. Aquilo me deixou louca de tesão, uma tara maluca que eu não esperava. Eu me ajeitei na toalha, ficando ainda mais exposta, sentindo o sol aquecer minha buceta através do biquíni. Depois de uns minutos, me levantei devagar, deixando a toalha e a parte de cima do biquíni pra trás, e fui pra dentro da casa, o coração acelerando.
Deitei no sofá da sala, ansiosa, esperando os dois chegarem. Não demorou: o trabalhador apareceu carregando o que eu tinha deixado cair, seguido de Marco. Eu não quis perder tempo subindo as escadas; queria tudo ali mesmo, na hora. “Vem cá”, eu disse, e Marco já estava em cima de mim, me beijando fundo, sua língua explorando minha boca como se fosse a primeira vez. O trabalhador esperou o sinal de Marco, que veio num aceno, e então ele se ajoelhou, puxando minha calcinha do biquíni devagar, revelando minha buceta molhada e ansiosa.
Ele começou a chupar devagar, com força e vontade, sabendo exatamente como eu gostava – dava pra ver que os dois tinham conversado sobre mim antes. Senti as línguas deles se revezando, lambendo e sugando meu clitóris, me deixando tremendo de prazer. “Quero chupar vocês dois”, eu gemi, virando pra frente do trabalhador. Ele se levantou, e lá estavam as duas rolas, duras e enormes, prontas pra mim. Peguei uma em cada mão, sentindo o calor e a pulsação, e enfiei a primeira na boca, chupando com fome, lambendo a cabecinha inchada e engolindo o pau inteiro até a garganta.
Enquanto mamava uma, acariciava a outra, alternando entre as duas, provando o gosto salgado e excitante. “Sua boca é uma delícia, sua putinha gulosa”, Marco murmurou, me incentivando. Eu mal conseguia falar, de tanto prazer, mas gemidos saíam entre uma chupada e outra. O trabalhador gemeu alto quando eu apertei seus bolas, e Marco me puxou pra cima, me posicionando pra que eu pudesse montar nele. Senti sua rola grossa entrando na minha buceta, enchendo tudo, enquanto o outro se posicionava atrás, lubrificando meu cuzinho com a saliva.
Eles me foderam assim, um na frente e outro atrás, num ritmo perfeito que me deixava louca. “Isso, fodam essa buceta e esse rabo”, eu gritei, sentindo as estocadas profundas e o suor escorrendo pelo corpo. O prazer era intenso, ondas de gozo me invadindo, até que explodi num orgasmo que me fez tremer inteira, com os dois gozando dentro de mim, enchendo tudo de porra quente. Foi a foda mais selvagem da minha vida, e eu não trocaria por nada.