No momento, você está visualizando Conto erótico: Aventura no landau antigo

Estava eu na borracharia, esperando o cara consertar meu pneu furado, quando um carro estaciona e desce essa mulher impressionante. Ela era toda confiante, vestida com elegância e falava com o borracheiro sobre o pneu dela de um jeito educado, mas que chamava atenção. Eu a observava de canto de olho, discretamente, admirando aquelas curvas e o jeito que ela se movimentava. Enquanto o borracheiro mexia no meu carro, eu ficava ali conversando com ele sobre serviços de mecânica, mas meu olhar ia e voltava para o reflexo dela no vidro do carro.

Depois de uns minutos, ela se junta à conversa, perguntando sobre minha profissão e querendo saber detalhes. Ficou um tempo ali de longe, mexendo no celular, mas eu sentia que ela me encarava. Pelo reflexo, vi quando ela baixou os óculos escuros e me analisou da cabeça aos pés – aquilo me deu um arrepio na barriga, um misto de nervosismo e excitação. Ela se aproxima de novo e solta: “Meu marido tem um carro antigo, herança da família, parado há anos. Você poderia dar uma olhada? Pode ir aqui em casa para avaliar.” Eu topei na hora, e marcamos para a tarde seguinte. Ela insistiu que fosse à tarde, porque o marido estaria em casa para me receber.

No dia seguinte, chego à casa dela, uma mansão com muros altos e portão fechado, nem dava para ver nada de fora. Aperto o interfone, e é a voz dela que atende, me convidando para entrar. O portão se abre automaticamente, e lá na garagem vejo um carro enorme coberto por uma capa. Fui direto até ele, levanto a capa e me deparo com um Landau lindo, superconservado. Fiquei ali babando no veículo, imaginando as histórias que ele guardava, quando a porta da casa se abre e ela aparece.

Ela estava com um vestido soltinho, nem curto nem comprido, daqueles para ficar em casa, combinando com chinelo e o cabelo preso em um rabo de cavalo. “Meu marido está numa ligação e pediu para eu mostrar o carro para você”, ela diz, com um sorriso que me deixou paralisado. Não sabia se olhava para o Landau ou para ela. Ela abre a porta do carro e me convida a entrar. Sento no banco do motorista, mãos no volante, perdido nos pensamentos, quando ela dá a volta, entra pelo lado do passageiro e se senta pertinho de mim. Começa a contar a história do carro, como era herança do avô para o neto, mas eu mal prestava atenção.

De repente, sinto a mão dela quente e firme apertando minha coxa, e aquele friozinho na barriga volta, mas mil vezes mais forte. Minha cueca ficou apertada num instante, o pau endurecendo enquanto eu suava de medo e tesão, achando que ela ia notar. Para disfarçar, me inclino para puxar a alavanca do capo e ajeito a camiseta sobre a calça. Saímos do carro, abro o capo e começo a examinar o motor, conversando sobre o que precisava ser feito. Ela se debruça ao meu lado, o vestido fino se afastando do corpo, e vejo seus seios livres, sem sutiã, balançando ali na minha frente. Fiquei hipnotizado, a mente cheia de imagens de minha boca sugando aqueles mamilos duros.

Ela percebe meu olhar e ri, o que me acorda do transe. Levanto rápido demais e bato a cabeça no capo – aquilo quebra o gelo, e nós dois caímos na gargalhada. Ela fica ainda mais gostosa sorrindo assim, mas eu hesito, sabendo como é perigoso errar o tom com uma mulher. Felizmente, ela toma a iniciativa: “Vem ver o banco de trás, esse carro é superespaçoso!” Ela vai até a porta traseira, abre e se inclina para dentro, dizendo: “Olha como é confortável aqui.”

Eu fico atrás dela, e ela está de joelhos no banco, uma perna para fora, na posição perfeita de quatro. Quando ela se estica para pegar algo do outro lado, o vestido sobe e revela uma calcinha minúscula enfiada entre as bochechas do rabo, com a boceta dela marcada e úmida, fazendo um volume delicioso. Fiquei uns segundos ali, hipnotizado, o cheiro de excitação no ar. Minha respiração acelera, e eu me aproximo mais, ignorando o que ela falava. Aí vejo a mancha molhada na calcinha e sei que é hora de agir.

Ajoelho atrás dela, inalo aquele aroma quente de sexo que sobe da sua pele, e não penso duas vezes: pego a calcinha e a puxo de lado, expondo aquela boceta lisinha e encharcada. Minhas mãos tremem de desejo enquanto eu enfio a língua, lambendo devagar, sentindo o gosto salgado e quente, o cheiro me deixando louco como um afrodisíaco. Ela geme e diz: “Assim eu não aguento, também quero brincar.” Puxa-me para dentro do carro, me faz baixar a calça e agarra meu pau, chupando com força, a boca quente e macia sugando até eu quase explodir.

Enquanto me mama, ela pega uma camisinha da lateral da calcinha, abre e veste no meu pau com uma habilidade impressionante. Em seguida, sobe no meu colo, puxa a calcinha de lado e se encaixa devagar, sentindo a cabeça do meu pau entrar primeiro, depois o resto deslizando fácil por causa da sua umidade. Ela cavalga com tudo, rebolando e esfregando os peitos na minha cara, os mamilos roçando nos meus lábios. Sinto cada contração quando ela goza, apertando meu pau com força, gemendo alto e tremendo toda.

Com os olhos cheios de tesão, ela diz: “Agora é a sua vez, goze para mim!” Sai do carro e fica de quatro no banco, rabo empinado. Eu me posiciono atrás, pego a calcinha de lado de novo, abro bem aquelas bochechas e enfio tudo de uma vez, sentindo minha barriga bater na sua pele macia. Não demora nada, estou à beira do orgasmo. Ela se vira, se ajoelha na minha frente e manda: “Goze nos meus peitos!” Mal ela termina de falar, eu explodo, o primeiro jato forte acertando entre os seios, escorrendo quente. O segundo ela pega na boca, engolindo e sugando o resto do meu pau até a última gota, me levando a um prazer que parece voar.

Ela se levanta, sorrindo satisfeita: “Seu pagamento foi bem aceito. Vou ver com meu marido o que fazer do carro.” Volta rapidinho e diz: “Ele ainda está na ligação, mande o carro para sua oficina para consertar.” Chamei o guincho, levei o Landau e fiz o serviço. Depois, mandei mensagem para ela – ela me passou o contato do marido –, recebi o pagamento e devolvi o carro de guincho como pedido. De vez em quando, ele me manda uma: “Precisa vir aqui de novo para verificar se o Landau está ok.” Eu respondo: “Será um prazer dar uma olhada no Landau. É só marcar!”

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