No momento, você está visualizando Conto erótico: Casal experimenta ménage a três

Laura e Carlos estavam casados há anos, e a vida tinha virado uma rotina chata, sem surpresas. Eles não brigavam mais, mas também não se animavam um com o outro. O amor ainda existia, tipo um velho sofá que ninguém troca, só que agora ele estava ali, meio esquecido. Aí entrou Rafael, o personal trainer, um cara jovem, sarado e cheio de energia. Ele chegava nos treinos com um entusiasmo que faltava em tudo o resto da vida de Laura. As conversas começaram leves, tipo “como foi seu dia?”, e viraram confidências, com risadas enchendo o vazio que o casamento tinha deixado.

A amizade entre os três veio de repente, sem ninguém planejar. Laura se sentia viva de novo, com o coração acelerando perto de Rafael. Carlos, o marido, percebia tudo e, em vez de ficar puto, só observava. O envolvimento começou devagar, mas logo ficou intenso — toques que pareciam inocentes, olhares que queimavam. Laura se questionava se era pelo tesão ou pela novidade, mas a verdade é que ela não se arrependia. A culpa batia forte, não pelo que rolava, mas pelo medo de estragar o que tinha com Carlos. Ela ficava no espelho, se olhando e pensando: “Eu tô fugindo do meu casamento ou só acordando pra vida?”

Carlos surpreendeu Laura ao incentivar as coisas. Ele dizia que aquilo podia reacender o fogo entre eles, sem ameaças. “Vamos experimentar juntos”, ele falou um dia, com uma calma que deixava Laura confusa e excitada. Ela imaginava o corpo de Rafael, todo musculoso, e o jeito que Carlos a olhava, como se quisesse ver ela se soltando. A proposta era clara: um encontro a três, tudo consentido, pra apimentar o que já existia. Laura hesitou, mas a curiosidade venceu. “Tá bom, vamos nessa”, ela disse, sentindo uma mistura de nervoso e umidade entre as pernas.

O primeiro encontro rolou em uma noite comum, mas com uma tensão sexual no ar que Laura não conseguia ignorar. Eles começaram com vinho e conversa no sofá, mas logo as mãos começaram a explorar. Rafael puxou Laura para perto, beijando seu pescoço enquanto Carlos assistia, com os olhos acesos de desejo. “Vai em frente”, Carlos murmurou, e Laura sentiu um arrepio. Ela tirou a blusa, expondo os seios durinhos, e Rafael os chupou com força, lambendo os mamilos até ela gemer alto. “Ah, porra, isso é bom demais”, Laura pensou, sentindo a buceta latejar.

Carlos se juntou, tirando a calça e mostrando a rola já dura, pulsante. Laura agarrou os dois, uma mão em cada pau, sentindo a diferença: o de Rafael mais grosso, esticado e quente, e o de Carlos familiar, mas ainda excitante. Ela chupou primeiro o de Carlos, lambendo a cabecinha inchada, provando o gosto salgado, enquanto Rafael apertava sua bunda por cima da calcinha. “Você é uma putinha safada”, Rafael sussurrou, e Laura se derreteu, a culpa sumindo no meio do prazer.

Eles a deitaram no tapete, e Rafael espalhou as pernas dela, enterrando a cara na sua boceta. Ele lambeu tudo, sugando o clitóris como se fosse um docinho, enquanto Carlos entrava por trás, metendo devagar no cuzinho dela. Laura gritou: “Fode mais forte, porra!”, sentindo ondas de tesão subindo pelo corpo. O quarto encheu de barulho: gemidos, peles batendo, o som molhado de enfiar e tirar. Ela gozou forte, o corpo tremendo, com os dois caras se revezando — Rafael enfiando a rola grossa na boceta, esticando tudo, e Carlos lambendo os seios dela no intervalo.

Depois, Laura se sentiu vulnerável, mas não arrependida. Os finais de semana ganharam um novo ritmo: nem sempre, mas quando rolava, era pura luxúria controlada. Um olhar na sexta-feira e pronto, o convite vinha. Laura se arrumava com cuidado, escolhindo uma saia curta que mostrava a calcinha vermelha, sentindo o marido observando, com um sorriso safado. Rafael chegava, e o clima esquentava rápido: mãos subindo pelas coxas, bocas se encontrando, rolas endurecendo nas calças.

Em um desses encontros, Laura estava no centro, de joelhos, chupando os dois alternadamente, sentindo o gosto de porra misturado com suor. “Engole tudo, vadia”, Rafael ordenou, e ela obedeceu, gozando só de ouvir. Carlos a fodia por trás, o pau deslizando fácil na boceta encharcada, enquanto Rafael metia os dedos no cu dela, esticando e provocando. O prazer era intenso, uma mistura de dor e êxtase que deixava Laura viciada.

No final, ela percebia que o casamento não tinha quebrado — só tinha ficado mais quente. O desejo vinha da confiança, do risco, e Laura se sentia mais viva do que nunca, com a boceta ainda latejando no dia seguinte. Aquilo não era sobre amor fofo; era sobre foder com vontade e escolher o que excitava. E, porra, funcionava.

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