No momento, você está visualizando Conto erótico: Encontro quente no fast-food

Sempre fui o tipo de cara discreto quando o assunto é minha vida sexual. Vindo de uma família rígida e uma mãe que não entende nada desses tempos modernos, eu guardo meus desejos a sete chaves, só soltando a rédea quando surge uma chance. Hoje, com 50 anos, sou um homem normal, sem frescuras, sem vícios, mas com olhos treinados para spotting uma oportunidade. Outro dia, depois de um dia exausto no trabalho, parei num fast-food de rede famosa para comer algo rápido. A noite estava quente, e eu não tinha pressa de voltar pra casa.

Fiz meu pedido e fiquei esperando, quando percebi um atendente me olhando de um jeito que não deixava dúvidas. Ele tinha uns 19 ou 20 anos, alto, magro e com um corpo atlético que me chamou a atenção na hora. Me encarou fundo nos olhos, sorriu de canto e voltou pro balcão. Achei que podia ser coincidência, com tanta gente no salão, mas ele continuou me lançando olhares, sempre com aquele sorrisinho safado, como se me convidasse pra algo mais. Me deixou excitado e curioso, o pau começando a endurecer dentro da calça.

Enquanto comia, me esqueci um pouco dele, respondendo mensagens no celular. Acabei o lanche, joguei o lixo fora e fui pro banheiro pra dar uma mijada, já que o refrigerante tava pedindo passagem. Assim que entrei no mictório, ouvi a porta trancando atrás de mim. Lá estava ele: alto, sarado, com aquele olhar penetrante e um sorriso que derretia qualquer um. Parou do meu lado, puxou a calça e sacou sua rola imensa, uns 21 centímetros de pau grosso, cabeçudo e cheio de veias pulsando. Mijou ali mesmo, me olhando fixo, e aquilo me deixou louco de tesão.

De repente, ele se aproximou, se ajoelhou e começou a lamber meu saco e a virilha, depois engoliu meu pau inteiro num movimento rápido e faminto. Enquanto chupava, se masturbava com a mão livre, gemendo baixinho pra não atrair atenção. O cara sabia o que estava fazendo, e eu mal conseguia me segurar. Ele se levantou, me empurrou contra a parede, virou de costas e ofereceu seu cuzinho apertado e aquela bunda empinada. A adrenalina do risco – qualquer um podia abrir a porta – só aumentava o tesão. Eu enfiei devagar, sentindo o calor e a pressão, e comecei a foder com força.

Quando senti que ia gozar, anunciei e ele se virou rápido, me chupando de novo e engolindo cada gota do meu leitinho quente e grosso. Não podia deixar por isso mesmo, então me ajoelhei e peguei aquela rola enorme na boca, saboreando cada centímetro, duro e pulsante. Ele gemeu mais alto, depois me virou e lambeu meu cuzinho, me fazendo tremer de prazer. Em seguida, sem avisar, empurrou todo o pau dentro de mim, estocadas fortes e ritmadas, segurando minha cintura com força. Foi intenso, do jeito que eu precisava.

Prestes a explodir, ele se puxou e enfiou a rola de volta na minha boca, jogando um monte de porra quente e cremosa garganta abaixo. Depois da gozada, ele saiu sorridente, me deixando ali, com as pernas bambas e o corpo formigando. Saí do restaurante e fui pra casa, mas não consegui descansar. Tive que me masturbar de novo, sozinho, revivendo tudo na minha cabeça. Cara, foi o melhor combo que paguei numa sexta-feira depois de um dia de merda!

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