Conto erótico: Encontro selvagem no rio

· 6 min de leitura·Explícito·Narrado por ele

Eu tinha acabado de completar 18 anos naquele verão doido no Rio de Janeiro, o mais quente que eu me lembro. Caralho, o calor era uma merda, um sacana que atacava a gente sem piedade, deixando todo mundo suado e irritado. O verão carioca é tipo um inimigo pessoal, um palavrão vivo que fode com a saúde e a paciência. Tinha um cachorro de raça, um bicho bonito que chamava atenção por onde passava. Usava ele para pegar gatas, sabe? Saía passeando com o danado pra cima e pra baixo, inclusive subindo um caminho isolado no morro atrás do meu prédio, em Botafogo. Subia todo dia com ele e nunca pensei que pudesse rolar perigo – afinal, contava com o cão pra me proteger.

Naquela tarde, lá no meio das árvores, sentei numa pedra e fiquei filosofando sobre a vida, curtindo o barulho das folhas. O cachorro sumiu de repente, provavelmente atrás de algum cheiro de esquilo ou marcando território num formigueiro qualquer, me deixando sozinho. O caminho ficava a uns 500 metros de uma favela, separado por uma floresta densa que não dava muito trabalho pra quem quisesse atravessar. Mesmo sendo quase 5 da tarde, o calor ainda estava insano, grudando na pele como óleo quente. Resolvi me livrar da camisa, ficando só de short, e como ninguém do prédio podia me ver ali no meio da Mata Atlântica, me senti invisível. Aí, num impulso exibicionista – mesmo sabendo que tava sozinho – tirei o short também, ficando nu como num paraíso particular.

Uma brisa fresca soprou de repente, roçando minha pele e me dando uma sensação de liberdade louca, como se o mundo todo tivesse sumido. O suor escorria do meu corpo, da cabeça até os pés, mas secou rapidinho com aquela ventania. E admito, estar pelado ali acrescentou uma excitação sutil, tipo um formigamento gostoso que eu não esperava. Me abracei, sentindo o calor do meu próprio corpo, e comecei a me acariciar devagar. Apalpei minhas nádegas firmes, alisei meu pau inchando aos poucos, rolei os dedos no saco pesado e belisquei os mamilos endurecidos. Encostei numa goiabeira e iniciei uma masturbação leve, admirando meu pau: o formato grosso, a cabeça vermelha e pulsante. Esfreguei a bunda no tronco da árvore, sentindo a casca áspera roçando minha pele, e o tesão subiu rápido, transformando tudo num fogo descontrolado.

Meu corpo era o resultado de horas de futebol, remo e corrida – coxas duras e definidas, bunda grande, arrebitada e macia, uma mistura de homem forte na parte de cima e algo bem feminino e convidativo na cintura pra baixo. Estava lá, perdido no prazer, quando dois caras surgiram de trás de um arbusto. Tinham uns 20 e poucos anos, magros, um de pele escura e o outro moreno, ambos sem camisa, de short folgado e chinelo barato. Eles se aproximaram devagar, os olhos cravados em mim, prontos pra agir se eu tentasse fugir. Eu ainda segurava meu pau duro, paralisado, até que o de pele escura parou bem na minha frente, me devorando com o olhar como se eu fosse o último pedaço de comida no mundo. Ele estava quase babando, enquanto o moreno, mais calmo e perigoso, me escaneava com os olhos semicerrados.

Minha ereção murchou num instante, e o suor voltou com força. Tentei quebrar o gelo: “E aí, galera? Estão perdidos?” Nada. Eles começaram a me rodear devagar, apreciando meu corpo – metade musculoso, metade curvas sedutoras. Aí caiu a ficha: o risco não era de briga, era de ser devorado por aqueles dois predadores silenciosos. Insisti: “Tá calor pra caralho! Resolvi ficar à vontade, hehehe…” Mas o silêncio era ensurdecedor. Até que o de pele escura falou com uma calma assustadora: “Então o calor te deixou louco, hein? Tirou a roupa no meio da mata e foi se masturbar…” Enquanto ele falava, vi o canivete na sua cintura, e meu coração acelerou.

O moreno se aproximou, pegou meu pau meio mole e apertou com firmeza, massageando a glande inchada. De repente, ele se ajoelhou e engoliu meu pau inteiro, chupando como um faminto, a boca quente e úmida me deixando duro de novo num segundo. Ele me abraçava pela bunda, apertando as nádegas enquanto sugava, e eu gemia baixinho, os dedos enterrados nos seus cabelos. O de pele escura assistia, batendo uma punheta lenta, os olhos fixos em mim. Estava uma delícia, meu corpo tremendo de tesão, mas quando abri os olhos, vi que ele tinha se posicionado atrás de mim. Ele me fez abrir as pernas bem largas, ajoelhou e começou a beijar e morder minha bunda, a língua explorando cada centímetro do rego úmido.

A sensação era enlouquecedora – sua língua pressionando meu anel apertado, lambendo até o saco, me fazendo gemer mais alto. Estava prestes a desabar quando ele se levantou, deixou minha bunda toda salivada e, com um olhar, mandou o moreno trocar de lugar. O de pele escura virou de costas, abaixou o short e exibiu uma bunda redonda e convidativa, empurrando-a contra mim. Ele cuspiu no próprio cu e forçou, engolindo a cabeça do meu pau grosso aos poucos. Seu cuzinho era tão apertado que ele soltou um gemido alto, misturando dor e prazer, enquanto eu sentia o calor úmido me envolvendo.

Nesse movimento, fui empurrado para trás, direto na direção do moreno. Sua pica, grossa e cheia de veias, de uns 14 centímetros, encontrou minha bunda virgem e macia. Ele entrou a seco, me rasgando um pouco, mas o choque virou excitação rapidinho. Começou a bombear devagar, firme, enquanto eu arfava, meu cérebro fritando de tanto prazer e dor. Ao mesmo tempo, eu fodava o de pele escura com força, ele se movendo como um louco, gemendo e me mordendo o pescoço e a orelha. Nossos corpos se encaixavam num ritmo selvagem, uma dança suada de tapas, gemidos e estocadas profundas.

O de pele escura foi o primeiro a explodir, jorrando porra quente longe como um vulcão. Eu vim logo depois, vertendo uma enxurrada de gozo no fundo do seu cu, o corpo todo sacudindo. Por fim, o moreno puxou sua pica grossa, estalando meu anel, e esporrou nas minhas nádegas, cobrindo tudo de leite pegajoso. Pra minha surpresa, o de pele escura se jogou e lambeu o esperma das minhas bundas, sugando cada gota.

Exaustos, suados e em silêncio, nos separamos devagar, envergonhados mas satisfeitos. Vestimos as roupas com movimentos lentos, como quem acabou de correr uma maratona – o lance todo não durou mais que 10 minutos, mas pareceu eterno. Meu cu ardia, mas era um tipo de dor que eu curtia, me deixando com o pau ainda inchado e grudento. Sentei na pedra, lembrando do cachorro, que apareceu do nada, assustando os dois. Eles riram alto e sumiram na mata em direção à favela, me deixando um tanto decepcionado, sem saber bem por quê. Fui pra casa, tomei um banho longo e fui jogar pelada. Meus amigos perguntaram por que eu tava com um sorriso de idiota no rosto. Merda, acabei ganhando um apelido que me seguiu pra sempre. Se eles soubessem a razão…

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