No momento, você está visualizando Conto erótico: Festa maluca e erótica familiar

Era uma daquelas festas de fim de ano malucas que eu e minha mulher organizamos no nosso apartamento novo. Convidei minha cunhada e meu concunhado, e passamos o dia todo e a noite inteira bebendo e festejando como loucos. Minha filha acabou dormindo na casa de uma amiga, então sobrou só nós quatro: eu, minha mulher, minha cunhada e o cara dela. Como o apartamento ainda estava sendo arrumado, o ar-condicionado só funcionava no nosso quarto, o de casal. Minha mulher sugeriu: “Joguem um colchão no chão aqui e durmam com a gente.” Eles toparam, e lá estavam eles no colchão ao lado da cama, todos nós completamente chapados de tanto álcool.

Já passava das quatro da madrugada quando deitamos. Minha cunhada desmaiou rapidinho, e ficamos eu, minha mulher e meu concunhado batendo papo e rindo das histórias da noite. De repente, minha mulher bocejou e disse: “Nossa, já são quase cinco horas, vou tomar um banho rápido.” Ela se levantou, tirou a minissaia e a blusa na maior naturalidade, como se estivéssemos sozinhos no quarto. Nós éramos concunhados há anos, sempre com muita liberdade – já viajamos juntos e elas usam biquínis minúsculos sem problemas. Mas andar de calcinha na frente dele? Isso era inédito, e acho que a bebida soltou todo mundo.

Ela estava com uma calcinha micro, tipo um fio dental que não marcava na saia, e cambaleou até o banheiro, tropeçando nas paredes. Aquela bunda redonda e firme, enfiada naquela tira de pano, era de enlouquecer. Do meu lado na cama, eu não via o rosto do meu concunhado, mas aposto que ele babava olhando para trás dela. Eu me enchi de tesão e uma raivazinha ciumenta ao mesmo tempo – “Porra, ela vai desfilar isso na frente dos outros assim?” Ficamos eu e ele conversando baixinho, mas eu não parava de pensar no que ela aprontaria em seguida.

Do banheiro, ela gritava coisas para a gente, mantendo a conversa. Quando o chuveiro desligou, meu coração acelerou. Ela saiu enrolada numa toalha, mas amarrou ela bem curta, deixando metade da bunda de fora. Aí, se abaixou na frente do colchão deles para pegar uma roupa na gaveta. A toalha subiu tanto que, com certeza, deu uma visão perfeita daquela buceta raspadinha por trás – ele estava deitado bem ali, a poucos centímetros. Ela pegou um babydoll transparente e voltou para o banheiro. Eu pensei: “Puta merda, ela vai vestir isso mesmo?” E não é que ela veio? Saiu de lá com o babydoll grudado no corpo, os peitinhos duros e rosados aparecendo inteiros, e a bunda quase toda exposta. Depois, saiu do quarto para pegar água, balançando aqueles quadris e dando show para nós dois. Quando voltou, apagou a luz e se deitou ao meu lado. Eu estava com o pau latejando de tanto desejo, e aposto que ele, no colchão, estava na mesma.

Deitei abraçado a ela por trás, sentindo o calor do seu corpo sob a luz fraca que entrava pela janela. Comecei a roçar meu pau duro na sua bunda, e ela se contorceu, gemendo baixinho. Escorreguei a mão para frente e encontrei sua buceta já molhadinha, escorregadia e quente. “Que vadia gostosa, está assim por causa da provocação”, pensei, enquanto tirava devagarinho o short dela para não fazer barulho. Enfiei meu pau de uma vez, e ela estava tão encharcada que deslizou lá dentro fácil. Ela mordeu o lábio para abafar um gemido e apertou minha mão, incentivando.

Fui socando devagar, sentindo cada centímetro da sua boceta apertada ao redor do meu pau, o cheiro de suor e excitação no ar. Ela se contorcia debaixo de mim, gemidos suaves escapando, e eu mal conseguia controlar o ritmo – estava delicioso, com o risco de sermos pegos ali mesmo. Perdemos a noção do tempo, e ela tirou a blusa, ficando completamente nua debaixo das cobertas. Aumentei a força dos movimentos, e seus gemidos ficaram mais altos, ecoando no quarto escuro. No calor da hora, ela jogou a coberta para o lado, expondo tudo: peitos balançando, buceta brilhando de umidade. “Me come de quatro”, sussurrou ela, ofegante.

Eu hesitei: “Tá louca? Eles estão bem ali no colchão.” Mas ela rebateu: “Foda-se!” Virei ela de quatro, enfiando meu pau fundo de novo, e comecei a bombear mais forte. Ela gritava baixinho: “Mete, mete fundo!” Meu concunhado se mexeu várias vezes no colchão, fingindo dormir, mas nós estávamos perdidos no prazer. Ela gozou rapidinho, o corpo tremendo e um gemido alto escapando. “Me dá esse pau, quero chupar”, disse ela, ofegante. Eu me levantei na beirada da cama, e ela se sentou, lambendo e chupando com força, a boca quente e úmida na minha cabeça inchada.

Ela se posicionou de quatro na cama para chupar melhor, e eu soube que, dali, meu concunhado tinha uma vista perfeita: o rabo dela todo aberto, a boceta ainda pingando. Não aguentei e gozei forte na boca dela, o corpo sacudindo de alívio. Deitamos abraçados, exaustos, e dormimos pesado. O resto da história eu conto outra hora.

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