Eu mal podia acreditar quando Lucas, esse cara de 47 anos, casado e cheio de curiosidade, foi o primeiro com quem bati papo nas salas de bate-papo da UOL. Começamos trocando impressões básicas, falando de tudo um pouco, até que o assunto esquentou e ele veio com perguntas sobre sexo, tudo na vibe de pura curiosidade. Descobrimos que ambos estávamos loucos para experimentar uma troca-troca de verdade, então marcamos tudo para a casa dele.
Quando cheguei, o clima era tenso, todo mundo tímido, nos cumprimentando com um aperto de mão meio constrangido antes de ir para a sala. Ficamos ali, confirmando as coisas que tínhamos conversado online, como se precisássemos de um empurrão para começar. Ele sugeriu colocar uns vídeos pornô para quebrar o gelo, e lá fomos nós, sentados lado a lado, os olhos grudados na tela, mas ainda bem envergonhados, cada um no seu canto.
Não demorou muito, e ele propôs: “Que tal começarmos nos masturbando e vemos no que dá?” Eu topei, e em segundos, tínhamos as calças abertas e as picas de fora, as mãos trabalhando firme. Eu não parava de encarar a vara grossa dele, e ele me olhava de volta, incentivando com um gesto. Ganhei coragem e comecei a acariciar a mão dele, subindo devagar pelo braço, peito e barriga, até pegar naquela pica quente e pulsante. Senti o calor e a espessura dela enchendo minha mão, e logo eu estava masturbando ele enquanto me tocava também.
Ele ainda era todo retraído, só recebendo minha iniciativa, mas eu via que ele queria avançar. Era a primeira vez para nós dois, com um monte de medos misturados à curiosidade. Finalmente, ele começou a me explorar, passando as mãos pelo meu corpo de forma hesitante, demorando uma eternidade até pegar na minha rola. Quando pegou, ele me masturbou com força, e ficamos assim, trocando toques, até que eu gozei primeiro, espirrando porra quente na minha própria barriga. Ele se levantou rápido, como se não aguentasse mais, e jogou sua porra no meu peito. Percebi que ele queria mesmo era atingir meu rosto, mas parou ali.
Pensei que tinha acabado, mas ele sugeriu continuarmos com mais vídeos pornô. Desta vez, já entrosados, começamos a nos masturbar um ao outro sem cerimônia. De repente, ele tomou a iniciativa e veio chupar minha pica, primeiro lambendo a cabecinha com a língua, como se estivesse testando o gosto, depois beijando e finalmente me mamando de verdade. Aquilo era delicioso, a sensação úmida e quente da boca dele me enlouquecendo. Eu avisei: “Assim eu vou gozar rapidinho”, mas ele insistiu, e eu acabei explodindo na boca dele, sentindo minha porra escorrer pelos lábios dele.
Ele se levantou, surpreso consigo mesmo, dizendo que achava que ia odiar receber gozo na boca e encerrar tudo ali, mas admitiu que gostou e que agora era a minha vez. Eu segui o mesmo caminho: lambi a cabecinha da pica dele, experimentei o sabor limpo e salgado – tínhamos caprichado na higiene desde o início. Depois beijei e abocanhei tudo, chupando com vontade, adorando a textura grossa e o gosto que me deixava louco. Fiquei mamando por um tempão, e ele gemeu: “Fica de quatro, assim eu vejo melhor esse teu rabinho.”
Obedeci, e ele veio por trás, beijando e mordiscando minha bunda, depois o reguinho, até salivar minha portinha com a língua. Ele relou a cabecinha da sua rola no meu cuzinho, às vezes só esfregando, outras tentando entrar, sussurrando safadezas quentes no meu ouvido: “Vou foder esse teu buraco gostoso, encher você de porra.” Num instante, ele conseguiu penetrar, e ficou parado um pouco, me dando tempo para me acostumar, enquanto continuava com aquelas palavras sujas. Quando eu relaxei, ele começou a vai e vem de verdade, a pica dele enchendo meu rabo, me deixando gemendo de prazer.
Depois de um tempo, ele me deitou de costas, pedindo para eu arrebitar o cuzinho, e aí me virou de lado, depois de frente, me deixando todo arreganhado. Ele fodeu com força, o corpo suado colado no meu, até se erguer e gozar bem no meu rostinho e boquinha aberta, a porra quente espirrando por toda parte. Foi incrível, e repetimos várias vezes, inclusive num ponto comercial que ele tinha por perto, cada sessão mais intensa que a anterior. Aquela noite mudou tudo pra mim – puro sexo sujo e prazeroso.