Eu e o meu marido, Max, estamos no meio liberal faz um tempo, já fizemos um monte de loucuras e sabemos bem até onde podemos ir sem foder tudo. Mas tem fantasias que ainda não tínhamos botado em prática. Essa história é sobre uma delas. Nós já saímos com outros, sempre juntos, tipo menages onde eu transava com o cara e ele ficava só assistindo. Mas eu tava com uma pulga atrás da orelha sobre ir pra cama com alguém sem ele por perto, mesmo sabendo que Max não ia se opor. Aí veio essa semana louca em São Paulo, por causa do trabalho.
Lá, entre os colegas que eu conheci, tinha um moreno gostoso, com um sorriso que matava, que começou a me paquerar. Tudo bem discreto no início, só com olhares, mas rapidinho virou convite pra happy hour, depois outro, e no terceiro dia, depois da segunda rodada, subimos pro andar dele no hotel. Minha ideia era só trocar uns beijos e uma pegação leve, mas o safado sabia jogar sujo. Em minutos, ele já tava sem a camiseta, com a cinta e o zíper aberto, me beijando e passando as mãos pelas minhas costas por dentro da blusa. Apertava minha cintura, lambia meu pescoço, e eu não aguentei. Deixei ele tirar minha blusa, e o desgraçado aproveitou pra subir minha saia na hora. Ele tinha um corpo de dar água na boca, todo definido e sarado. Eu passava a mão no peito dele, na barriga dura, nos braços musculosos, e não resisti: peguei no pau dele primeiro por cima da cueca, depois direto na carne.
Era um baita rola, juro, já marcava um volume enorme por baixo da roupa. Ele se aproveitou e baixou tudo, começando a se punhetar devagar na minha frente enquanto se ajeitava no sofá de dois lugares, de frente pra cama. Eu nem pensei, me aproximei, beijei ele e massagei aquela pica grossa. Aí não teve escapatória: me ajoelhei e chupei ele com tudo, devagar e gulosa. Ele guiava meu movimento no vai e vem, me olhando de cima como se estivesse no controle, todo realizado. Às vezes, pegava meu rosto com as duas mãos e metia e tirava o pau da minha boca devagar, só pra me provocar. Ficamos nessa brincadeira quente por um tempão, até que ele tentou me puxar pro sofá. Eu resisti, não porque não quisesse – caralho, minha buceta tava latejando pra sentar naquela rola enorme e babada ali mesmo –, mas porque pensei nas consequências de uma trepada impulsiva.
Me levantei, dei um beijo molhado e disse que ia ao banheiro rapidinho. Lá, de frente pro espelho, semi nua com os seios duros de tesão, o gosto salgado do pau dele na minha boca me deixava louca. Com o frio na barriga, liguei pro Max e fui direta: perguntei se ele toparia me liberar por uma noite. Ele ficou surpreso no início, mas rapidinho virou tesão puro; eu ouvia na voz dele que imaginava tudo, me vendo com outro sem estar por perto. Aquilo me excitou pra caralho. A poucos metros, um estranho delicioso me esperava pelado, louco pra me foder a noite inteira. E no telefone, o meu cara se animando com a ideia. Me senti uma putinha poderosa, pronta pra curtir meus privilégios.
Acertamos uns detalhes rápidos, e antes de sair do banheiro, amarrei o cabelo, tirei a saia e enfiei a calcinha preta bem no meio da bunda, tipo um fio dental. Quando abri a porta, quase nua só de calcinha, o clima tava diferente: luz baixa, música rolando e o pau dele já com camisinha, grande e grosso, pronto pra ação. Meu sorriso safado e o corpo exposto deixaram claro que a noite era nossa. Eu não perdi tempo, montei no colo dele e deixei ele esfregar aquela rola em mim enquanto nos beijávamos. Ele apertava minha bunda, a cintura, o pescoço, e eu mordia o lábio dele, cravava as unhas nas costas tatuadas e gemia baixinho no ouvido. Aí ele me deitou na cama, desceu pras minhas pernas, alisando as coxas, as virilhas, até chegar na minha buceta. Beijou, lambeu, cheirou tudo antes de tirar a calcinha de vez. Ela tava encharcada, não escondia porra nenhuma da minha vontade. Com as pernas abertas, ele me enchia com a língua e os dedos, e eu fiz uns registros no celular – combinado com o Max – antes de gozar a primeira vez.
Mal o tremor passou, ele já tava beijando meu rosto de novo, passando as mãos pelo meu corpo, esfregando a barba no pescoço e me provocando. De ladinho, ele começou a me penetrar devagar, o vai e vem ficando mais forte, socando fundo. Apertava minha cintura e me puxava contra ele, fazendo o pau sumir inteiro na minha boceta. Não acreditei como entrou fácil e rápido. Depois, virei e montei em cima, ajeitando aquela pica em mim até engolir tudo. Ele agarrava minha cintura, obcecado pela minha bunda, e eu sentia o tesão dele subir. Ainda sentada, virei de costas, mãos nas pernas dele, bunda empinada na cara dele. As bombadas ficaram mais intensas, e ele começou a apertar, dar tapinhas leves, até enfiar um dedo lambuzado no meu cuzinho. Eu enlouqueci de tesão; não era o plano, mas lutar contra aquilo era impossível. Fizemos mais fotos e um vídeo, e quando o dedo dele entrou de vez, eu abri a bunda com as mãos, convidando.
Mudamos de posição, e eu fiquei de quatro, minha favorita, com a bunda bem empinada. Ele me comeu com tudo, socando forte até gozar a primeira vez, segurando minha cintura. Ficamos deitados um tempão, conversando e se acariciando, até que ele foi tomar banho e me deixou sozinha pra falar com o Max. Enquanto teclava, eu admirava ele se secando nu pelo quarto, um gostoso de parar o coração. Ele só sorria, ouvindo os áudios que eu trocava, me olhando com safadeza. Depois da minha ducha, saí do banheiro e o encontrei ainda pelado, teclando com o pau duro como se não tivesse usado. Eu sorri, hipnotizada, e antes que vestisse a calcinha, ele me encoxou por trás, abraçando. Tentei resistir, mas o tesão venceu. Começou com um “me dá um último beijo”, depois enfiou a mão nos meus cabelos e me guiou. Eu me ajoelhei e chupei com frenesi, sugando e punhetando ao mesmo tempo, apertando aquela rola grossa que mal cabia na minha mão. Olhava nos olhos dele, lambia de baixo a cima, e pedi pra gravar um vídeo pro Max.
Mostrei o tamanho do cacetão ao lado do meu rosto, depois engoli o máximo que pude, até o fundo da garganta, deixando só metade de fora. Fiz isso umas duas ou três vezes, entre chupadas mais leves, tudo babado e excitante. Depois de minutos assim, ele me encheu de porra nos lábios, na boca e no rosto. Até hoje, é o vídeo favorito do Max.