No momento, você está visualizando Conto erótico: Noite que mudou o casamento

Aquela noite que mudou tudo depois de 17 anos de casados.

As crianças já estavam dormindo há horas, e a casa estava em silêncio total. Eu e minha mulher deitados na cama, cara a cara, conversando baixinho sobre o dia a dia. De repente, o papo virou para o meu curso no trabalho e a viagem de três dias que eu fiz na semana anterior. Não sei o que me deu, mas resolvi cutucar o vespeiro. “Sabe, peguei uma prostituta lá na viagem”, soltei, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Ela virou o rosto devagar, os olhos mudando de curiosidade para fúria na hora. “Como assim, pegou?”

Eu continuei, mantendo a voz baixa. “Foi na quinta-feira à noite, depois do jantar com a firma. Subi pro quarto do hotel e entrei num site que os colegas tinham recomendado. Escolhi uma que lembrava você: baixinha, uns 1,60, com peitinhos pequenos e firmes, cabelo preto liso caindo até a cintura, bunda na medida certa e uma marquinha de biquíni bem definida. Fiz isso de propósito, pra imaginar que era você enquanto metia.” O silêncio ficou pesado, ela nem piscava. Eu não parei: “Ela se chamava Amanda. Chegou toda perfumada, me deu um abraço e sussurrou que ia me proporcionar uma hora inesquecível. Começou ajoelhada atrás de mim, abrindo minha bunda com as mãos macias e lambendo o cu devagar, a língua quente girando e entrando um pouco, me fazendo gemer e empinar sem pensar. Depois, me virou e chupou mais fundo, igual num ‘frango assado’, antes de eu enfiar forte nela, agarrando aqueles quadris finos que pareciam os seus. No final, gozei na boca dela. Ela engoliu tudo, olhando pra mim com uma cara de putinha safada, lambendo os lábios como se fosse o maior prazer da vida.”

Enquanto eu contava, vi o maxilar dela travar de raiva, mas também notei as coxas se apertando, o peito arfando e os mamilos endurecidos marcando a camisola fina. “Você não vale porra nenhuma”, ela disse, a voz tremendo de fúria misturada com desejo. “Se eu quiser, pego um cara qualquer amanhã e você nem fica sabendo.” Eu sorri de canto. “Conta mais. Como você chupava ela?” “Igual eu chupo você: língua bem aberta da entrada até o grelo, depois chupando devagar, sentindo o corpo tremer debaixo das minhas mãos.”

Ela ficou quieta por uns segundos, depois agiu sem aviso. Puxou minha cueca com os dentes, liberando meu pau já duro só de lembrar da história. Engoliu a cabeça quente e carnuda na hora, chupando com uma fome diferente, a língua pressionando forte na glande, descendo até as bolas e subindo com um barulho molhado que ecoou no quarto. Eu soltei um gemido baixo, e ela parou, olhando pra mim com os olhos escuros e selvagens. “Vira.”

Num instante, estávamos de lado num 69 perfeito. A xana dela estava bem na minha cara, já encharcada e cheirando a desejo doce e intenso. Minha língua encontrou o grelo inchado dela, enquanto meus dedos roçavam a borda do cuzinho, só provocando. Ela respondeu engolindo meu pau inteiro, a garganta apertando a cada descida, as bolas batendo no queixo. Eu lambia sem parar, da entradinha da coninha até o grelo, depois descendo pro meio das pernas e cutucando o rabinho com a ponta da língua. Ela gemia com o pau na boca, o som vibrando pela minha espinha. De repente, as coxas dela tremaram violentas, e um jato grosso e quente de porra jorrou na minha boca, no queixo e nos olhos. Ela gozou como nunca em 17 anos, encharcando tudo. Eu não parei; continuei chupando, a língua enfiada fundo, bebendo cada gota enquanto ela se contorcia e gemia rouco em volta do meu pau.

Mudamos de posição. Ela se sentou em cima de mim de costas, pernas abertas, descendo centímetro por centímetro na minha rola dura. Segurei a base e a deixei se encaixar, sentindo a buceta quente e escorregadia se abrir. Beijei a boca dela, provando o gosto salgado e doce de xana misturado com pau. Metemos devagar, quase parados, só curtindo a sensação. Eu sussurrei no ouvido: “Quero que você dê pra outro de verdade. Isso seria o presente perfeito.” A coninha dela apertou forte no meu pau, e ela gemeu: “Chupa de novo. Agora.”

Obedeci, virando-a de costas e deitando entre as pernas. Abri a língua e chupava o grelo, depois enfiei fundo, lambendo tudo. Ela gozou outra vez na minha boca, o mel escorrendo pelo queixo. Por fim, ela virou de quatro, empinando a bunda e olhando pra trás. “Mete forte. Me fode como se fosse o último dia.” Entrei de uma vez, a buceta engolindo tudo, quente, molhada e apertada. Vi o cuzinho piscando enquanto eu socava fundo, e ela gemia baixinho, implorando: “Um macho vai meter aqui também… vai me transformar em putinha… fode mais forte!” Cada palavra me deixava louco; eu puxava o cabelo dela, batendo até o fundo, a carne estalando e o barulho molhado enchendo o ar. Não aguentei mais e gozei dentro dela, jatos quentes e longos enchendo tudo, o pau pulsando até amolecer na buceta cheia de porra.

Caímos de lado, suados e ofegantes, o quarto fedendo a sexo e nós misturados. “Que porra foi essa?”, ela perguntou, a voz rouca e rindo baixinho. “Não sei… mas foi a melhor em 17 anos.” Ela encostou a cabeça no meu peito. “Você viaja de novo semana que vem?” “Sim.” “Então a gente repete quando você voltar.” Eu sorri no escuro. “Ou antes, se você quiser se vingar de verdade.” Ela não respondeu, só apertou a coxa na minha.

Agora, ainda na estrada, penso naquela noite toda vez que fecho os olhos.

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