Fui pra uma corrida noturna de trilha, o tempo estava limpo e sem previsão de chuva, mas porra, quem diria que ia esfriar tanto assim à noite? Saí correndo com roupa comum, achando que tava tranquilo, mas lá pelas trilhas escuras, o frio veio com tudo, gelando os ossos. Tava hospedado num hotel colonial daqueles com lareira nos quartos, um lugar agitado com turistas curtindo o friozinho. No dia anterior, eu tinha batido um papo com uma hóspede durante o café da manhã. Ela disse que veio pra relaxar, tomar vinho e se esquentar na lareira, com um entusiasmo que já me deixou curioso. Eu comentei sobre a prova noturna, e ficamos conversando um tempinho.
No dia da corrida, antes de sair, ela tava no saguão, e nós trocamos uns olhares que valiam ouro. Estava vestida com uma calça legging que destacava todas as curvas, caralho, ela era uma daquelas mulheres gostosas por natureza – lábios carnudos, olhar que penetrava a alma, voz doce e safada. Eu tava de roupa de corrida, e ela me desejou boa sorte com um sorriso malicioso. Falou que um dia faria uma prova assim, mas naquele dia ia ficar no vinho e num passeio pela cidade. A corrida foi intensa, cheia de subidas e descidas, e o frio me deixou tremendo.
Quando cheguei de volta ao hotel, estava molhado da garoa fina e congelando pra caralho. No elevador, dou de cara com ela, que chegava do seu passeio. Ela viu meu estado patético e ofereceu ajuda na hora. Eu mal conseguia abrir a porta do meu quarto, então ela sugeriu que eu fosse pro dela, onde a lareira já tava acesa. Aceitei rapidinho, porque o frio era insuportável. Entrei no quarto dela, que estava quentinho pra dedéu, e ela me ofereceu uma taça de vinho. Pediu licença pra trocar de roupa e voltou com um roupão branco, mas por baixo usava uma camisola que deixava tudo à mostra – o corpo dela era uma delícia, com curvas que me faziam salivar.
Ela sorriu e disse que ia ficar perto da lareira tomando vinho, perguntou se eu topava. “Jamais teria problema”, respondi, ainda tremendo. Ficamos ali, conversando e bebendo, mas eu não parava de olhar pro corpo dela, tão sexy e provocante. De repente, ela se levantou, e eu vi a lingerie pequena que mal cobria o bumbum perfeito. Aquilo me excitou na hora, meu pau endurecendo dentro da bermuda. Tentei me levantar pra ir embora, sem graça com a ereção, mas ela notou tudo e sorriu, como se fosse o maior convite do mundo. Eu disse que precisava de um banho quente, pedi desculpas e fui pro meu quarto.
No chuveiro, não parei de pensar nela – que corpo gostoso, aquelas curvas loucas me deixavam doido. Saí, vesti um moletom pra me proteger do frio, e aí ouvi batidas na porta. Abri e, porra, era ela, com uma garrafa de vinho na mão. Sorriu e disse: “Acho que temos que acabar com esse vinho, no meu quarto ou no seu?” Nesse momento, ela deixou o roupão cair, revelando uma lingerie vermelha sexy pra caralho, com calcinha fio dental que destacava o rabo grande e perfeito. Fiquei paralisado, olhando aquela delícia, e gaguejei que podia ser no meu. Entramos, tomamos mais uma taça, e o clima esquentou rapidinho. Eu estava louco de tesão, desejando beijar cada centímetro daquele corpo, e ela também, pelo jeito que me provocava.
Ela se aproximou só de lingerie, o perfume gostoso dela me deixando ainda mais animado. Seus olhos safados e o jeito que rebolava eram puro fogo. Eu me aproximei, passei a mão devagar pelo corpo dela, subindo pelas pernas, coxas, braços. Ela fechou os olhos e se arrepiou com meu toque. Fiquei atrás, encostando meu pau duro na bunda dela, enquanto beijava a nuca e descia pro pescoço. Minhas mãos exploravam tudo, e ela gemeu baixinho, excitada pra caralho. Não aguentamos mais e nos beijamos, o beijo começou lento e cheio de vontade, mas logo ficou intenso, com carícias cada vez mais íntimas.
Ela meteu a mão na minha calça, agarrou meu pau com força e começou a apertar. Eu retribuí, enfiando os dedos na buceta dela, que já estava molhada de tesão. Beijei a boca, o pescoço, e desci pros seios grandes e firmes, chupando e mordiscando. Ela gemeu mais alto, puxou minha calça pra baixo, e eu tirei tudo, ficando nu e duro como pedra. Virei ela de costas, beijei o pescoço e fui descendo pela coluna, enquanto tocava a boceta gostosa dela. Ela estava tão excitada que mal se aguentava. Ajoelhei e comecei a beijar perto da boceta, dando chupadas leves e lambidas, fazendo ela gemer loucamente.
De repente, ela me pegou pelo pau, chupou a cabecinha devagar e depois engoliu tudo, olhando pra mim com cara de safada. Aquela boca era uma porra de uma delícia, e eu me segurei pra não gozar na hora. Puxei ela pra cima, virei aquela bunda incrível e enfiei meu pau no cuzinho dela devagar, sentindo a quentura apertada. Segurei o cabelo dela, metendo com força, enquanto acariciava a buceta com os dedos. Ela gritava que meu pau era uma delícia, pedia pra eu fazer ela gozar, e rebolava gostoso. O tesão explodiu, ela gozou forte, e eu também, enchendo o cuzinho dela de porra. Ficamos exaustos, deitados, tomamos mais vinho e conversamos um pouco.
Ela sugeriu ir pra o quarto dela dessa vez, e eu topei na hora. Quando cheguei, ela abriu a porta de micro shorts que destacava ainda mais o rabo. Sorriu e perguntou o que eu achava, depois me encostou na parede. Pegou meu pau, se ajoelhou e chupou de novo, aqueles lábios carnudos me deixando maluco. Ela chupava e olhava pra mim, safada pra caralho. Depois, rebolou na minha frente, roçando a bunda no meu pau e batendo ela de leve. Falava como foi gostoso dar o cuzinho, gemendo e me provocando. Por fim, virou de frente e mandou: “Chupa minha boceta agora.” Eu obedeci, chupando forte, lambendo e tocando o cuzinho dela, que se contorcia de prazer.
Cheio de tesão, eu virei o jogo: a agarrei forte e disse que agora eu mandava. Virei ela de costas, em pé, e enfiei o pau no cuzinho de novo, movendo devagar de baixo pra cima. Beijei o pescoço com mordidas, apertei os seios, toquei a buceta, e ela gemeu alto, se arrepiando toda. Meti com tudo, batendo e dominando o corpo dela, até que gozamos juntos, eu dentro dela, agarrando forte. Ficamos deitados depois, curtindo a sensação incrível, conversando até eu voltar pro meu quarto. Aquela noite foi puro fogo, uma putaria que vai ficar gravada na minha mente pra sempre.