No momento, você está visualizando Conto erótico: Noite selvagem de swing no rj

Tudo começou em 2014 no Sexlog, mas o primeiro encontro de verdade rolou só em 2016. Depois de trocarmos um monte de mensagens quentes, decidimos conhecer um casal de uma cidade vizinha. Fomos pra Penedo, no Rio de Janeiro, num barzinho legal, todos animados e prontos pra ver no que dava. Minha mulher, Ana, é baixinha, com cabelos encaracolados que cheiram a perfume doce, uma bunda redonda e perfeita, e ela se vestiu pra matar: um vestidinho vermelho soltinho que balançava a cada passo, salto alto e uma lingerie preta que deixava tudo no lugar certo. O outro casal era o Carlos e a Beatriz; ela era uma gata, com uma saia preta justinha que marcava as curvas e uma blusinha de zebra soltinha, os peitões enormes balançando livres sem sutiã, os mamilos quase aparecendo.

Pedimos uns petiscos rápidos, umas cervejas pra relaxar e um suco pra Ana, que não bebe. O papo fluiu fácil, falando de swing e fantasias, e o tesão subiu rapidinho no ar. Em poucos minutos, estávamos todos impacientes, então decidimos ir pro motel, mas como a vibe de confiança era forte, eles nos convidaram pro apartamento deles, que ficava pertinho.

Chegando lá, abrimos mais umas cervejas e as coisas esquentaram na hora. Carlos e Beatriz começaram a se agarrar, ele passando a mão por baixo da saia dela, e nós não perdemos tempo: eu e Ana nos beijamos com vontade, as mãos dela apertando minha virilha. Aí Carlos nos chamou pra juntar, e viramos uma pilha de carícias misturadas. Senti a Beatriz gemendo quando comecei a chupar aqueles peitões enormes, a língua rodando nos mamilos duros, enquanto o Carlos já tinha a mão enfiada na calcinha da Ana, dedos afundando na buceta molhada dela.

A pegação ficou louca. Carlos deitou a Beatriz na cama e começou a foder ela forte, o pau entrando e saindo com um barulho úmido, enquanto eu beijava a Ana e chupava a boceta da Beatriz, sentindo o gosto salgado e quente dela na minha língua, o cheiro de excitação preenchendo o quarto. Eu lambia o clitóris inchado da Beatriz, sentindo as contrações enquanto o Carlos arremetia, e a Ana gemia alto, com a Beatriz retribuindo as carícias, lambendo os peitos da Ana.

Todo mundo estava ofegante, o suor escorrendo, e quando percebi, estávamos todos gozando juntos – a Beatriz tremendo em volta do pau do Carlos, eu explodindo de prazer com a boca cheia do mel dela, e a Ana se contorcendo com os dedos do Carlos nela. Depois de um tempo pra recuperar o fôlego, terminamos as cervejas e reiniciamos a farra.

Eu me joguei nos peitões da Beatriz de novo, chupando e mordiscando os mamilos até ela pedir mais, enquanto o Carlos se dedicava à Ana, a língua dele trabalhando na boceta dela, que estava tão encharcada que o líquido escorria pelas coxas. Ele voltou a foder a Beatriz, eu ajudei tocando o clitóris dela, sentindo as pulsações, e a Ana se contorcia com os dedos dele nela outra vez. Foi uma mistura de gemidos, cheiros e gozos intensos, com a buceta da Ana babando tanto que eu mal podia esperar pra ver tudo de novo.

No final, saímos de lá saciados, a calcinha da Ana encharcada e minha calça toda amarrotada. Foi uma noite de swing selvagem que mudou tudo, e agora temos um monte de histórias quentes pra relembrar, sem arrependimentos.

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