Eu sempre soube que meu corpo era uma fogueira pronta para explodir, e a melhor maneira de apagar aquele fogo era me esfregando em qualquer coisa que desse uma pressão gostosa no meu ponto certo. Desde nova, quando a tesão tomava conta, eu me jogava na cama como uma cadelinha no cio e montava um monte de travesseiros, pressionando minha xoxota inchada contra eles até sentir ondas de calor subindo pela espinha. À noite, sozinha no quarto, eu encoxava almofadas e ursos de pelúcia, experimentando ritmos diferentes, vendo até onde podia ir sem parar. Aquela fricção rough no meu grelo me viciava, deixando minha calcinha encharcada de umidade quente.
Quando a casa ficava vazia, eu me aventurava mais, tirando a roupa e cavalgando o braço do sofá como se fosse um pau duro me esperando. Vestida só com uma calcinha fininha, eu rebolava freneticamente, sentindo o tecido escorregar e se encharcar com o mel que escorria da minha boceta. Depois de atingir aquele pico de prazer – que eu só mais tarde soube ser um orgasmo – eu desabava no sofá, pernas bem abertas, e enfiava a mão direto na calcinha. Explorava cada canto molhado da minha xaninha, espalhando a umidade por toda a área e levando os dedos à boca para provar aquele gosto safado e salgado, me deixando ainda mais louca de desejo.
Com o tempo, fiquei mais ousada e descobri a quina de mesas, com sua superfície dura e fria se encaixando perfeitamente no triângulo entre minhas coxas. Eu rebolava por cima da roupa no início, sentindo minha boceta contrair e a calcinha ficar toda melada, mas logo os movimentos ficavam mais intensos. Começava devagar, circulares e suaves, explorando os cantos sensíveis, mas o tesão tomava conta e eu passava a bater forte, sentadas violentas que faziam a mesa tremer como se implorasse por misericórdia. Era o consolo perfeito para uma garota solitária e cheia de fogo.
Só recentemente eu descobri que isso tinha um nome chique no mundo do pornô: humping. Ver vídeos de outras garotas se esfregando em travesseiros, mesas, ursos enormes ou cadeiras de escritório me deixava toda excitada, sabendo que não era a única viciada nessa técnica. Hoje, com meus brinquedos, eu levo as coisas a outro nível, mas às vezes ainda me pego agarrada a uma almofada, de barriga para baixo, rebolando para pressionar o ângulo protuberante bem no meu clitóris. É uma delícia sentir aquela fricção exata que me faz delirar em minutos, me imaginando montando uma rola grossa que vai me invadir a qualquer segundo.
Quando quero mais, eu cavalgo a almofada e empino a bunda para enfiar um brinquedo na boceta por trás, me sentindo completamente cheia. Os movimentos contra a almofada fazem o brinquedo se mover lá dentro, batendo nos pontos certos e me levando à loucura. Eu soca ele com uma mão, gemendo alto enquanto acelero o ritmo, como uma puta no cio correndo atrás do clímax. Meu corpo treme quando o orgasmo bate, a boceta pulsando e soltando fluidos que escorrem pela almofada, deixando tudo melado com minha porra. Eu enfio o brinquedo fundo e o deixo lá, esfregando o grelo na almofada devagar, prolongando as últimas ondas de prazer até desabar na cama, exausta e totalmente saciada.