Conto erótico: Primeira festa de swing: loucura total

· 4 min de leitura·Explícito·Narrado por ele
Ouça este conto narrado
0:00--:--

A primeira vez que eu e minha esposa fomos a uma festa de swing foi uma loucura total. A gente tinha marcado com um casal que a gente nunca tinha visto na vida, de uma cidade vizinha. Minha mulher caprichou no visual: fez uma maquiagem que deixava ela irresistível, vestiu uma roupa justa que valorizava o corpo dela – acho que era um vestido curto, ou talvez um jeans apertado, mas o que eu lembro mesmo era a calcinha fio dental vermelha que ela enfiou, e o perfume Lily que ela passou, aquele cheiro que desperta o tesão mais selvagem, como se estivesse chamando para o sexo puro.

Combinamos de nos encontrar em um supermercado em João Pessoa, a capital da Paraíba, pra depois seguir pra festa. Chegamos primeiro, esperamos um pouco, e aí eles apareceram. A mulher era uma delícia: olhos claros que hipnotizavam, uma bunda grande e redonda que deu um tesão imediato na minha rola, só de olhar. O cara era simpático, bem vestido, os dois super educados. Notei logo que ele devorava minha esposa com os olhos, como se quisesse foder ela ali mesmo no estacionamento. Eu sou alto, 1,83m, forte, um cara bonito de 48 anos; ela tem 44, estatura média, pele branquinha, seios médios e um rosto que parece de garota nova. A gente se cuida, malha na academia e caminha todo dia, então estamos em forma.

Compramos umas bebidas e partimos, eles no carro deles e a gente no nosso. No caminho, conversei com minha esposa sobre como a gente ia se comportar na festa. Era tudo novo, o nervosismo batia forte – coração acelerado, boca seca –, mas o desejo de experimentar aquilo era maior que tudo. Depois de uns minutos de estrada, chegamos no lugar: uma casa grande de dois andares. Subimos uma escada na entrada, tinha um cara recepcionando, abrimos outra porta e entramos. O ambiente era limpo, com música eletrônica rolando baixinho, luzes fracas criando um clima safado. Já tinha uns casais por ali, o ar cheirava a sexo puro, mulheres dançando de forma provocante, tudo pronto pra rolar putaria.

Nos apresentamos pros outros, fizemos amizade pra quebrar o gelo e relaxar a tensão. Começamos a dançar um pouco, bebendo pra soltar mais. Vi os caras secando minha esposa, todos com cara de quem queria meter nela na hora. Ela até beijou umas garotas ali na pista, e naquele momento eu soube que não tinha volta – minha pica endureceu latejando de tesão, imaginando o que viria. O tempo passou, a gente se enturmou, ficando mais à vontade. Fomos ao banheiro umas vezes, e os olhares dos outros casais nos seguiam, cheios de desejo.

Descemos pro térreo pra dar uma olhada: tinha quartos com camas grandes, mesa de sinuca, uma piscina iluminada. Quando íamos subir de novo, o pessoal que tava com a gente começou a descer. Uns três casais foram pro quarto e nos chamaram. Pensamos um segundo e topamos. Assim que entramos, já tinha gente pelada, a porta ficou entreaberta, e quem passava via tudo. Em cima da cama enorme, começou a pegação: mulheres chupando paus, homens enfiando a mão em bucetas, gemidos ecoando.

De repente, vi minha esposa completamente nua, a pele branquinha exposta, os seios balançando. Eu tava com a mulher do casal que a gente encontrou, uma tal de Sofia – bunda empinada, olhos claros piscando de safadeza. Enfiei minha rola dura na buceta dela com vontade, sentindo o calor úmido apertando meu pau, mas não conseguia parar de olhar pra minha esposa. Ela tava com o marido dela, um cara chamado Ricardo, e os dois já tavam no rala e rola. Ele metia nela sem dó, mudando de posição o tempo todo: de quatro, ela rebolando no pau dele; depois de lado, ele bombando forte enquanto chupava os peitos dela. Vi minha mulher virando uma puta safada na minha frente, gemendo alto, beijando a boca dele com fome, abrindo as pernas e dando a buceta molhada pra ele foder com tudo. O pau dele entrava e saía, esticando as paredes da xota dela, e ela pedia mais, rebolando como se nunca tivesse sido comida assim. Meu tesão explodia vendo aquilo – a porra escorrendo, os corpos suados colados, ela gozando no pau de outro macho, os olhos fechados de prazer puro.

Eu continuei socando na Sofia, sentindo a buceta dela pulsar no meu cacete, mas minha mente tava na minha esposa sendo arrombada ali do lado. Ela adorou cada segundo, se entregando como uma vadia no cio. Até hoje, lembro de cada detalhe dessa primeira vez: o cheiro de sexo no ar, os gemidos misturados, minha rola inchada de tanto tesão. A festa foi acabando, nos despedimos e voltamos pra nossa cidade, pra rotina normal. Mas a gente foi de novo pra mesma festa depois, e aí é história pra outra hora.

Leia a seguir

Ménage · 3 minAventura swinger selvagemEu sou Marco, 35 anos, com um corpo na média, nem gordo nem magro, e sempre fui o mais tarado na minha relação. Minha esposa, Laura, 33, uma loira gostosa, era super...Ler agora →
  • Ana e javier: aposta quente

    Eu sou casado com Ana, uma morena de 36 anos, 1,70m de altura, 60 quilos de pura curvas, com peitos, bunda e lábios siliconados que deixam qualquer um louco. Ela é...

    Ménage 3 min
  • Ana no gang bang: fantasia realizada no sexlog

    Morava sozinho quando conheci a Ana no trabalho. Ela era uma preta linda, casada e bem retraída por causa do marido ciumento. Depois de semanas trocando olhares e...

    Ménage 2 min
  • Ménage selvagem com amigo

    Eu e minha mulher, vamos chamar ela de Carla, tava doida pra experimentar algo diferente. A gente mora em Roraima, onde não tem muita gente curtindo o swing, mas...

    Ménage 3 min

Me surpreenda com outro conto

Gostou? Espalha:WhatsApp

Queria ler sobre outro tema? Sugira uma ideia de conto.