Conto erótico: Sedução da faxineira sexy

· 4 min de leitura·Explícito·Narrado por ele
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Acordei cedo com um bilhete da minha esposa na mesa de cabeceira: “Hoje é dia de faxina. Não é a Cida, é uma amiga dela, porque ela tem médico marcado.” Ela sempre sai às sete da manhã pro trabalho, e eu só entro no meu turno à tarde, das treze às vinte e uma, então posso me dar ao luxo de acordar mais tranquilo. Levantei, tomei um banho quente, fiz a barba direitinho e vesti uma bermuda folgada, sem nada por baixo, porque tava a fim de conforto.

A campainha tocou bem na hora, e fui abrir a porta. Puta merda, quase desabei ali mesmo. Em pé na minha frente tava uma morena clara com olhos verdes hipnotizantes, uns 1,70 de altura, cabelo cacheado caindo nos ombros, vestindo uma bermuda justa que destacava aquelas pernas grossas, a cintura fina e uma anca de dar água na boca. Era tipo um convite pra pecado, com curvas que pareciam feitas pra foder com a cabeça de qualquer homem.

Fiquei engasgado, a voz travada, e ela se apresentou como a vizinha da Cida, dizendo que veio fazer a faxina no lugar dela. Eu só conseguia encarar aqueles olhos verdes, parado como um idiota, até que ela perguntou se podia entrar. Acenei com a cabeça, ainda sem fôlego. Fomos pra área de serviço, onde mostrei os materiais de limpeza embaixo do tanque. Ela se abaixou pra pegar tudo, e juro, aquela bunda perfeita se empinou na minha cara, me deixando com o pau duro que nem um pau de ferro.

Ela se levantou, virou pra mim com um sorriso malicioso, e foi rebolando pros quartos, as ancas balançando como se soubesse o efeito que tava causando. Levei a escadinha pra ela limpar os armários altos e os ventiladores, e quando subiu devagar, eu fiquei ali, babando enquanto ela passava o pano. Depois de um tempo, ela me olhou e perguntou se eu sempre fiscalizava o serviço assim, porque tava ficando encabulada. Caiu a ficha que eu tava dando bandeira, suando frio, e me mandei pro meu quarto, entrei no chuveiro e bati uma punheta bem gostosa, imaginando minha boca naqueles peitos ou minha rola enterrada naquela racha molhada. Gozei forte, leite jorrando longe, o coração disparado de tanto tesão.

Não aguentava mais ficar em casa com aquela tentação, especialmente vendo a aliança no dedo dela – não queria complicações com uma mulher casada. Resolvi sair, mas quando abri a porta do banheiro enrolado na toalha, lá estava ela, no meu quarto, perguntando onde ficava o álcool pra limpar as janelas. Nossos olhares se encontraram, e aqueles olhos verdes me prenderam como um feitiço. Eu demorei pra responder, mordendo os lábios, e ela riu de um jeito safado, sabendo exatamente o quanto tava me excitando.

Pedi pra ela me seguir até a dispensa, mandei que fosse na frente e eu atrás, ainda com a toalha solta. Meu pau tava duro feito pedra, e nem tentei esconder. O álcool estava numa prateleira alta, e ela sugeriu pegar a escada, mas eu disse que não era preciso, peguei um banquinho e mandei ela subir. Segurei na cintura dela pra firmar, e sua bunda ficou bem na altura do meu rosto – que delícia de visão. Quando ela pegou o frasco e desceu, minhas mãos ainda estavam nela, e ela se virou, sussurrando que eu tinha uma pegada firme, do tipo que prometia uma foda selvagem.

Nesse ponto, pensei “foda-se tudo” e a puxei pra perto, colando nossos corpos. Nossos lábios se encontraram num beijo faminto, línguas se enrolando como se não houvesse amanhã, enquanto eu apertava aquela bunda redonda e ela pressionava o corpo no meu. A toalha caiu, me deixando nu, e ela não perdeu tempo: agarrou minha rola grossa, sentindo cada centímetro pulsante. Eu gemia baixinho, as mãos explorando suas curvas, e ela se ajoelhou no banquinho, abocanhando meu pau com uma fome insaciável.

Sua boca quente envolveu a cabeça, chupando devagar antes de tentar engolir mais, mas engasgou um pouco, o que só me deixou mais louco. Eu enfiei os dedos nos seus cabelos cacheados, guiando o movimento, sentindo a umidade da sua língua lambendo a haste inteira. “Isso, sua putinha gostosa, chupa tudo”, murmurei, e ela acelerou, os olhos verdes olhando pra cima, cheios de desejo. Meu pau latejava, prestes a explodir, e eu a puxei de volta, virando-a contra a parede. Desabotoei sua bermuda, puxei pra baixo e enfiei a mão na sua calcinha, sentindo aquela buceta molhada e inchada, pronta pra ser arrombada. Deslizei dois dedos dentro dela, e ela gemeu alto, se contorcendo enquanto eu a fodia com a mão, imaginando como seria enfiá-la de verdade. Aquela anca balançava contra mim, e eu sabia que não ia parar ali – íamos transar até desmaiar.

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