Eu tava com um amigo chamado João, que às vezes surtava feio. Ele era casado com a Mari, uma morena safada com um corpo de dar água na boca – curvas no lugar certo, bunda redonda e firme que eu sempre tentava não encarar demais. Eu respeitava os dois, sabe? Sempre ajudava levando eles pra clínica quando o surto batia.
Numa tarde, fui visitar o João na casa deles. Entrei e ele tava lá na sala, deitado no sofá, parecendo exausto. A Mari vestia um vestidinho soltinho, daqueles que balançam e mostram um pedacinho da bunda a cada movimento – putamente delicioso. De repente, o João me olhou e soltou: “Ei, você quer comer o cu da Mari?” Eu congelei, e ela ficou puta da vida, pedindo desculpa e dizendo que ele tava em surto de novo.
Aí, do nada, o João se levantou, foi por trás dela e enfiou o dedo no rabinho da Mari, por baixo do vestido. Ela deu um grito, mas ele puxou o dedo e começou a cheirar, rindo como louco. Depois, veio na minha direção e enfiou o dedo debaixo do meu nariz: “Cheira aqui!” Eu não pensei duas vezes; cheirei e, caralho, que aroma gostoso de cuzinho – úmido, quente e safado, me deixando imediatamente com o pau endurecendo na calça.
A Mari ficou furiosa, empurrou o João e deu o remédio dele pra ele dormir. Em poucos minutos, ele desmaiou no sofá. Ela veio até mim, toda sem graça, pedindo desculpa mais uma vez. Mas eu tava com o sangue fervendo, o caralho latejando dentro da calça. Não aguentei e soltei: “Adorei sentir o cheiro do seu rabo, Mari. Me deixou louco.”
Ela me encarou, os olhos descendo pra minha calça, onde o volume era evidente. “Olha só como você ficou! Você gosta mesmo disso, né?” A voz dela saiu num misto de surpresa e curiosidade. Eu aproveitei o momento, puxei o pau pra fora – grosso e pingando pré-gozo – e a agarrei pela cintura, pressionando meu corpo contra o dela por trás. Ela hesitou um pouco, murmurando sobre eu ser casado e conhecer minha esposa, mas eu ignorei e passei a mão na bunda dela, apertando e depois levando os dedos ao nariz. Aquela mesma essência de cuzinho úmido e quente me invadiu, me deixando ainda mais excitado.
Ela me deu um tapa na cara, mas não foi forte o bastante pra me parar. Continuei cheirando meus dedos, com o pau na mão, batendo uma punheta devagar na frente dela. “É o cu que você quer, hein?” ela disse, agora com um tom mais brincalhão. De repente, ela agarrou meu pau e me puxou pro quarto, se despindo toda – peitos firmes, bunda redonda e a boceta lisinha à mostra. Pegou um lubrificante, se deitou de ladinho na cama e passou um monte na entrada do rabinho. “Vem cá, então. Mas vai com calma.”
Eu me aproximei, o coração disparado, e enfiei meu pau no cuzinho dela aos poucos. Estava tão apertado, quente e escorregadio que eu mal aguentei. Comecei a fodê-la devagar, sentindo cada centímetro da sua bunda envolvendo meu caralho, as paredes do cu apertando e soltando a cada empurrada. Ela gemia alto, jogando a bunda pra trás, pedindo mais fundo. Não demorou cinco minutos: eu explodi, gozando uma porrada de porra quente lá dentro, enchendo o rabinho dela. Foi a foda mais deliciosa da minha vida, deixando a gente ofegantes e satisfeitos.