No Rio de Janeiro, bem na zona oeste, tem uma praia de nudismo que não é lá muito cheia, cheia de curiosos espiando tudo. O lugar é perfeito por causa das árvores e pedras que formam uma barreira natural, dando uma privacidade incrível – ninguém de fora consegue ver o que rola ali. De um lado da praia, tem um monte de rochas que criam um labirinto, levando a uma pequena faixa de areia escondida antes de bater em um paredão rochoso.
Naquela época, eu estava namorando a Sofia, uma garota baixinha de 1,55 metro, com peitos do tamanho certo pra caber direitinho na minha mão e uma bunda redondinha e firme, como se ela tivesse nascido pra exibir aquilo sem nem precisar malhar. Ela era louca pela natureza, então a gente sempre acabava indo pra praias ou trilhas pra explorar. Um domingo nublado, com a praia vazia, ela veio com a ideia de ir pra essa mini praia escondida, piscando com um sorrisinho safado, porque sabíamos que era o spot perfeito pra transar ao ar livre sem ninguém interromper.
Só de pensar nisso, meu pau já começou a endurecer, e ela não perdeu tempo: me pegou pela calça e me puxou em direção às pedras, com a mão apertando meu volume. Chegando no meio dos rochedos, confirmamos que não tinha ninguém por perto e nos atiramos um no outro, os lábios se encontrando em beijos quentes e úmidos. Enquanto isso, ela enfiou a mão na minha calça, começando a bater uma punheta firme, os dedos deslizando pela minha rola grossa, me deixando ainda mais louco de tesão.
Em pouco tempo, ela desceu o corpo, beijando meu peito e barriga, até chegar no meu pau. Me olhando com aqueles olhos cheios de safadeza, ela o chupou devagar no início, a língua girando em volta da cabeça inchada, depois acelerando, sugando com força enquanto eu sentia a umidade quente da sua boca me levando ao limite. Não aguentei mais e a puxei de pé, encostando-a em uma pedra grande, segurando seu quadril com firmeza. Sua buceta já estava toda ensopada, os lábios inchados e molhados, e eu enfiei meu pau nela de uma vez, penetrando fundo e com força, sentindo cada centímetro apertado ao meu redor.
Estávamos tão perdidos no prazer que esquecemos do mundo lá fora, gemendo e ofegando sem parar. De repente, percebi um movimento não muito longe – alguém estava nos observando, escondido entre as rochas. Sussurrei pra Sofia, mas ela só sorriu e disse que devíamos dar um show e tanto. Ela começou a gemer mais alto, os sons ecoando pelo ar, o que me deixou ainda mais animado. Eu a fodi com mais intensidade, sentindo sua buceta pulsar ao redor do meu pau, o quadril dela se movendo contra o meu em um ritmo selvagem.
Depois, a sentei em uma pedra lisa, abrindo suas pernas pra ter acesso total. Enquanto eu continuava enfiando e retirando, ela sussurrou no meu ouvido que o voyeur já estava se masturbando, a mão dele voando no próprio pau como se estivesse prestes a explodir. Isso só aumentou nosso tesão; eu a comi mais fundo, sentindo o suor escorrer pelas nossas peles. Finalmente, a coloquei de joelhos na areia, segurando sua cabeça enquanto eu saía e gozava com tudo, jatos quentes de porra espirrando nos seus peitos e boca, deixando ela coberta e lambuzada.
Quando olhei em volta, o cara já tinha sumido, provavelmente correndo pra se esconder. A Sofia foi até o mar se lavar rápido, e ao voltarmos pra praia principal, vimos a pedra e a areia onde ele estava, todas meladas de gozo branco. Com um sorriso triunfante, ela disse que tinha feito a gente dois gozarem de uma vez só. Rimos daquilo e fomos embora, mas a lembrança ficou gravada. Sempre que relembrávamos, ela sugeria chamar mais gente pra assistir, pra eu dar o meu melhor em cada “apresentação” safada.