No momento, você está visualizando Conto erótico: Ver esposa com outro homem

Sempre tive essa fantasia louca de ver minha esposa transando com outro cara, desde que ela escolhesse quem seria. Uma vez, no meio de uma boa foda, comentei sobre isso e ela me xingou, dizendo que eu era um doido por querer ver ela se entregando para outro. Mas eu não parava de me masturbar pensando na cena, imaginando cada detalhe sujo.

No carnaval, acabamos viajando com uns casais de amigos para um sítio com chalés. Éramos quatro casais, mais as crianças deles, e cada um pegou um chalé, com um extra só para as crias. No sábado, um amigo recém-separado apareceu de repente. Como os chalés já estavam todos ocupados, eu o convidei para ficar no nosso, que tinha uma saleta com sofá para ele se ajeitar.

Depois de um dia inteiro de churrasco, pizza e vinho, todo mundo estava relaxado e quente. Minha esposa foi tomar banho primeiro, e eu fui atrás dela logo em seguida. Quando saí do banheiro, ela já estava deitada na cama, coberta só por um edredom, completamente pelada e com a buceta latejando de tesão. Nosso amigo esperou eu sair para tomar banho, e se acomodou na saleta. Demos boa noite rápido, e eu me joguei debaixo do edredom com ela.

Começamos a nos beijar com fome, nossas línguas se enrolando como se quisessem devorar uma a outra. Ela gemeu baixinho e veio por cima de mim, rebolando devagar no meu pau duro, que já estava pingando prego. Eu sussurrei: “Geme baixo, amor, senão o cara vai ouvir tudo.” Mas ela riu e respondeu: “Deixa ele ouvir, vai.” Aquilo me deixou louco, e eu provoquei: “E se ele vir te ver levando meu pau fundo?” Ela não disse nada, só acelerou o movimento, sua boceta molhada escorregando no meu caralho com um barulho úmido que me enlouqueceu.

De repente, olhamos para a porta e lá estava ele, parado, os olhos fixos na cena. Seu rabo estava duro dentro da calça, e ele começou a se masturbar devagar, sem entrar. Eu chamei: “Entra, cara, vem ver de perto.” Ele obedeceu, e ficou ali batendo uma punheta, observando cada movimento. “Vai, amor, mostra para ele como você sabe chupar”, eu disse, e ela, sem hesitar, estendeu a mão e agarrou a rola dele, massageando com força.

Ela continuou cavalgando no meu pau, sentindo cada centímetro me preenchendo, e ao mesmo tempo levou a boca até o caralho do meu amigo. Chupou com vontade, a língua girando na cabeça inchada, lambendo o líquido que escapava. Eu via tudo: os gemidos abafados dela, o jeito que os peitos balançavam, a boceta dela apertando meu pau como um torno. “Isso, chupa ele fundo”, eu incentivei, e ela obedeceu, sugando até ele gozar na garganta dela, enquanto eu sentia o meu próprio gozo subindo.

Ela engoliu tudo, mas ainda rebolava em mim, e eu não aguentei: gozei forte dentro dela, enchendo sua boceta com minha porra quente. O cara parou ali, respeitando o momento, e no dia seguinte, ele agradeceu e foi embora, meio sem graça com tudo que rolou. Mas puta que pariu, aquela noite ficou gravada na minha mente, e eu ainda me masturbo lembrando do cheiro, do gosto e da visão daquela foda compartilhada.

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