{"id":51726,"date":"2025-11-02T06:02:28","date_gmt":"2025-11-02T09:02:28","guid":{"rendered":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/conto-erotico-minha-primeira-vez-com-vizinho\/"},"modified":"2025-11-02T06:03:32","modified_gmt":"2025-11-02T09:03:32","slug":"conto-erotico-minha-primeira-vez-com-vizinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/conto-erotico-minha-primeira-vez-com-vizinho\/","title":{"rendered":"Conto er\u00f3tico: Minha primeira vez com vizinho"},"content":{"rendered":"<p><audio controls src=\"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/conto-2.mp3\"><\/audio><\/p>\n<p>Era uma vez eu, Rafael, um cara de 21 anos na \u00e9poca, morando de aluguel com a minha namorada, que era da mesma faculdade. Trabalh\u00e1vamos durante o dia e estud\u00e1vamos \u00e0 noite, ent\u00e3o pass\u00e1vamos o dia fora, s\u00f3 voltando pra dormir. No final de 2005, fui demitido do emprego e resolvi ficar em casa estudando enquanto esperava a rescis\u00e3o. O apartamento tinha uma janela de vidro com insulfilm que dava pro terreno vazio ao lado, onde o vizinho estava construindo uma extens\u00e3o da casa dele.<\/p>\n<p>Comecei a abrir a janela todas as manh\u00e3s pra deixar o ar entrar e refrescar o quarto. Foi assim que conheci Carlos, o pedreiro que trabalhava l\u00e1, um cara de 48 anos, todo m\u00e1sculo e experiente, vindo de outro bairro. Ele chegava antes das sete, j\u00e1 suado e pronto pra come\u00e7ar, fazendo o barulho t\u00edpico de obra. Eu aparecia na janela, curioso, e ele puxava conversa: &#8220;Ei, voc\u00ea mora aqui faz tempo? Sempre via essa janela fechada.&#8221; Eu respondi: &#8220;N\u00e3o, ficava vazio mesmo, eu trabalhava o dia todo. Agora sa\u00ed do emprego e t\u00f4 estudando em casa.&#8221;<\/p>\n<p>A gente foi conversando toda vez que eu surgia na janela. Ele era simp\u00e1tico, falava sobre a constru\u00e7\u00e3o, e eu contava das minhas aulas noturnas. Um dia, cheguei \u00e0 janela e o vi mijando num balde de massa, com aquela verga enorme balan\u00e7ando livre. Meu pau endureceu na hora \u2013 eu sempre tinha uma quedinha por homens mais velhos, e ele era o tipo perfeito, todo viril e confiante. Me escondi um pouco atr\u00e1s do insulfilm, admirando de longe, e percebi que ele estava de frente pra janela de prop\u00f3sito, querendo que eu visse.<\/p>\n<p>Depois disso, comecei a ficar mais tempo na janela, batendo papo com ele. Carlos trabalhava sozinho, j\u00e1 que o dono da casa e a mulher estavam no trabalho, e a filha na creche. Ele me chamava pra ajudar: &#8220;Vem c\u00e1, trabalhar comigo nos tra\u00e7os de massa, eu te pago!&#8221; Eu ria e dizia: &#8220;N\u00e3o sei fazer isso, mas quem sabe numa outra vez.&#8221; \u00c0s quatro da tarde, ele tomava banho do lado de fora, usando \u00e1gua de um tambor. Eu ouvia o barulho e aparecia, e ele ficava nu, ensaboado, lavando aquela rola grossa enquanto conversava: &#8220;Hoje foi cansativo, hein. Teria sido bom ter um amigo pra me dar uma m\u00e3o.&#8221; Eu ficava encarando, excitado, e respondia: &#8220;Amanh\u00e3 eu te ajudo.&#8221;<\/p>\n<p>No dia seguinte, me preparei direitinho. Minha namorada saiu pro trabalho cedo, e eu tomei um banho quente, me depilei todo e passei creme no corpo pra ficar cheiroso. Por volta das seis e quarenta, Carlos chegou. &#8220;Bom dia, Carlos&#8221;, eu disse. Ele sorriu: &#8220;Bom dia, vai me ajudar hoje?&#8221; Eu ri: &#8220;Vou sim, vou tentar.&#8221; Ele colocou a escada encostada na janela, e eu desci rapidinho. Passamos a manh\u00e3 trabalhando juntos, eu pegando as ferramentas que ele pedia e conversando sobre bobagens.<\/p>\n<p>Por volta do meio-dia, ele parou pra descansar: &#8220;Vou tomar um caf\u00e9 e mijar, ningu\u00e9m \u00e9 de ferro. Quer um gole?&#8221; Eu aceitei, e enquanto ele me passava a garrafa, vi ele se virar e soltar a mijada, balan\u00e7ando aquela vara enorme antes de guard\u00e1-la na cal\u00e7a. Meu cora\u00e7\u00e3o acelerou, imaginando o tamanho daquela coisa de perto. Ele percebeu meu olhar e disse: &#8220;Semana passada, te vi me espionando da janela. De baixo, d\u00e1 pra ver tudo.&#8221; Fiquei sem gra\u00e7a, gaguejando, mas ele riu: &#8220;Tudo bem, se quiser ver de pertinho, eu deixo.&#8221;<\/p>\n<p>Ele se levantou, abriu a cal\u00e7a \u2013 sem cueca, claro \u2013 e puxou o pau pra fora, mole mas com a cabe\u00e7a j\u00e1 aparecendo. &#8220;J\u00e1 viu um assim t\u00e3o de perto?&#8221; Eu neguei, hipnotizado. &#8220;Tinha vontade?&#8221; Ele perguntou, e eu admiti: &#8220;\u00c0s vezes.&#8221; &#8220;Ent\u00e3o aproveita, pega nele.&#8221; Eu segurei aquela rola quente e pesada, e ela come\u00e7ou a crescer na minha m\u00e3o, ficando dura e grossa, com a cabe\u00e7ona saliente e pulsante. Comecei a masturb\u00e1-lo devagar, sentindo o calor e a textura, e ele gemeu: &#8220;Vai, coloca na boca, aproveita.&#8221;<\/p>\n<p>Lambi os l\u00e1bios e enfiei aquilo na boca, chupando com for\u00e7a. Tinha um cheiro forte de suor e mijo, que me deixou louco de tes\u00e3o. Ele suspirou: &#8220;Que boquinha gostosa, Rafael. Aposto que faz sucesso.&#8221; Eu murmurei com o pau na garganta: &#8220;\u00c9 a minha primeira vez.&#8221; Ele riu: &#8220;Pelo jeito, voc\u00ea nasceu pra isso, t\u00e1 mamando igual uma putinha.&#8221;<\/p>\n<p>De repente, o celular dele tocou \u2013 era a esposa. O pensamento de estar chupando ele enquanto ele falava com ela me excitou ainda mais. Aumentei o ritmo, sugando a cabe\u00e7a grossa e punhetando o resto com a m\u00e3o. Ele segurou minha cabe\u00e7a por um segundo, desligou o telefone e grunhiu: &#8220;Caralho, voc\u00ea vai me fazer gozar com essa boca safada.&#8221; Eu continuei, lambendo os sacos suados e voltando pro pau, que agora batia na minha cara quando ele tirava e enfiava de novo.<\/p>\n<p>Finalmente, ele gemeu alto: &#8220;Abre a boca, l\u00edngua pra fora!&#8221; Obedeci, e ele explodiu, jorrando porra quente no fundo da minha garganta \u2013 dois jatos direto na boca e um na minha cara. Ele esfregou a vara melada no meu rosto, espalhando tudo, e perguntou: &#8220;Engoliu tudinho? Era uma del\u00edcia, n\u00e9?&#8221; Eu assenti, lambendo os l\u00e1bios: &#8220;Sim, foi incr\u00edvel.&#8221; Ele riu: &#8220;Primeira vez sendo putinha? Se quiser mais, pode vir todo dia.&#8221;<\/p>\n<p>E foi assim que comecei a mamar Carlos v\u00e1rias vezes, engolindo sua porra e descobrindo prazeres que eu nem imaginava. Mas isso \u00e9 hist\u00f3ria pra outra hora.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Era uma vez eu, Rafael, um cara de 21 anos na \u00e9poca, morando de aluguel com a minha namorada, que era da mesma faculdade. Trabalh\u00e1vamos durante o dia e estud\u00e1vamos \u00e0 noite, ent\u00e3o pass\u00e1vamos o dia fora, s\u00f3 voltando pra dormir. 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