{"id":53917,"date":"2026-02-06T16:49:14","date_gmt":"2026-02-06T19:49:14","guid":{"rendered":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/?p=53917"},"modified":"2026-02-06T16:49:16","modified_gmt":"2026-02-06T19:49:16","slug":"conto-erotico-a-tarde-no-quintal-de-rafael","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/conto-erotico-a-tarde-no-quintal-de-rafael\/","title":{"rendered":"Conto er\u00f3tico: A tarde no quintal de rafael"},"content":{"rendered":"<p><audio controls src=\"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/conto-2.mp3\"><\/audio><\/p>\n<p>Morri no quarteir\u00e3o de cima, onde tinha uma oficina mec\u00e2nica barulhenta, e ao lado dela ficava a casa do Rafael. Ele morava com a av\u00f3 em uma casar\u00e3o antigo, cheio de quintal, plantas e \u00e1rvores de frutas. O cara era um rapaz de uns 20 anos, sempre reunindo a galera na rua para jogar futebol. Eu tinha 19, mas preferia evitar o futebol \u2013 achava aquilo muito bruto e preferia minhas coisas mais tranquilas.<\/p>\n<p>Uma manh\u00e3, minha m\u00e3e me mandou ao mercadinho pegar uns ingredientes pro almo\u00e7o. No caminho, esbarrei com o Rafael. Ele veio comigo, batendo papo sobre as tretas da rua e contando hist\u00f3rias malucas da galera. De repente, ele mencionou que tinha um fliperama maneiro l\u00e1 em casa e convidou pra eu passar depois do almo\u00e7o pra brincar no quintal. Eu curtia carrinhos de controle remoto, ent\u00e3o topei na hora e fui pra casa animado com a ideia.<\/p>\n<p>Depois do almo\u00e7o, escapei de fininho e fui at\u00e9 a casa dele. O Rafael j\u00e1 estava me esperando. Entrei e fomos direto pro quintal, onde tinha um dep\u00f3sito no fundo com uma varandinha e um tapete estendido. Ali, ele tinha uns brinquedos espalhados, incluindo o fliperama. Ele pediu pra eu pegar a caixa e montar a pista, dizendo que ia me ensinar uns truques. Agachei no tapete, mexendo nas pe\u00e7as, e ele veio por tr\u00e1s, agachando como se fosse me abra\u00e7ar, apontando o que eu precisava encaixar.<\/p>\n<p>No come\u00e7o, tava tudo normal, s\u00f3 ele me guiando. Eu usava um short solto e uma blusa de malha, e ele tava com um cal\u00e7\u00e3o e camiseta. Mas a\u00ed, senti algo cutucando meu rabo. Olhei r\u00e1pido, mas ele s\u00f3 fixava os olhos no brinquedo, falando pra eu prestar aten\u00e7\u00e3o nos encaixes. Continuei agachado, e o toque veio mais forte. Tentei me afastar, mas ele segurou meus ombros, dizendo pra eu ficar parado. A\u00ed senti um empurr\u00e3o na bunda, e percebi que n\u00e3o era a m\u00e3o dele \u2013 as m\u00e3os dele estavam nos meus ombros.<\/p>\n<p>Curioso e meio assustado, virei a cabe\u00e7a e levei um choque: o Rafael tava sem cueca, e o pau dele estava duro, quase escapando do cal\u00e7\u00e3o. Caralho, nunca tinha visto uma rola t\u00e3o gigante! Fiquei paralisado, os olhos grudados naquele cacete grosso e pulsante. Ele perguntou o que eu achava, mas eu n\u00e3o conseguia falar, s\u00f3 queria sair dali. Ele me segurou, pedindo pra eu relaxar e conversar um pouco. Perguntou se eu j\u00e1 tinha visto outro homem assim, e eu sacudi a cabe\u00e7a, dizendo que n\u00e3o.<\/p>\n<p>Ele se moveu pro lado, me mostrando melhor, e disse que era normal ver as pessoas peladas. Como eu n\u00e3o tirava os olhos daquilo, ele puxou o cal\u00e7\u00e3o e soltou o pau todo. Puta merda, era ainda maior do que eu imaginava \u2013 comprido, grosso, com a cabe\u00e7a inchada e brilhando. Ele agarrou o cacete com a m\u00e3o e come\u00e7ou a deslizar, esticando at\u00e9 o saco, que parecia uma bola pesada. A veia pulava, e o pau ficava mais duro a cada segundo.<\/p>\n<p>Deixei o fliperama de lado e tentei fugir, mas ele me pegou de novo, garantindo que n\u00e3o ia fazer nada louco, s\u00f3 queria que eu olhasse. Acalmei um pouco, e ele me levou pro sof\u00e1 do quintal pra conversarmos. Sentamos lado a lado, e ele explicou que, quando eu me agachei com aquele short mostrando minhas coxas, ele ficou louco de tes\u00e3o e quis me tocar, mas jurou que n\u00e3o ia me machucar.<\/p>\n<p>Enquanto falava, eu n\u00e3o parava de olhar pro volume no cal\u00e7\u00e3o dele. Ele percebeu e abriu as pernas, o pau crescendo r\u00e1pido debaixo do tecido. Passou a m\u00e3o por cima e disse que tava a fim de me mostrar ele ficando duro por causa de mim. A\u00ed, o cacete dele escapou, latejando forte, e ele falou que queria que eu tocasse, que era como brincar com o meu pr\u00f3prio. Eu tava confuso, misturando nojo com curiosidade, mas n\u00e3o conseguia parar de encarar aquela porra de pau enorme.<\/p>\n<p>Ele se aproximou, alisando minhas coxas, e tentou enfiar a m\u00e3o no meu short. O pau dele pulsava mais a cada segundo, e ele pediu de novo pra eu pegar. Eu hesitei, mas acabei estendendo a m\u00e3o e agarrando aquele rolo. Caralho, era t\u00e3o duro e quente que meu corpo inteiro formigou. Ele suspirou e pediu pra eu bater uma punheta nele. Apertei firme e comecei a subir e descer a m\u00e3o, sentindo as veias latejarem. Ele gemia baixinho, dizendo &#8220;isso, vai, hummm&#8221;, e tirou o cal\u00e7\u00e3o, ficando nu com aquele cacete balan\u00e7ando.<\/p>\n<p>Ele abriu as pernas e mandou eu ficar na frente, entre elas. Me ajoelhei, sem saber direito o que fazer, mas a curiosidade tomou conta. Toquei de novo, acariciando a cabe\u00e7a inchada, que brilhava de pr\u00e9-gozo. Quanto mais eu mexia, mais o pau latejava, e ele sussurrava sacanagens, os olhos cravados nas minhas pernas. A\u00ed, ele pediu pra eu dar um beijinho na ponta. Segurou minha cabe\u00e7a e guiou minha boca at\u00e9 l\u00e1, ro\u00e7ando a cabe\u00e7a \u00famida nos meus l\u00e1bios.<\/p>\n<p>Senti o cheiro forte e salgado, e dei um beijo leve. Aquela babinha escorria, lubrificando tudo, e ele empurrou devagar, fazendo a cabe\u00e7a entrar na minha boca. &#8220;Chupa gostoso, vai safadinho&#8230; T\u00f4 vendo que t\u00e1 curtindo&#8221;, ele sussurrou. Abri mais a boca, segurando o resto com as duas m\u00e3os, e comecei a chupar, sentindo o gosto salgado e o pau inchando ainda mais. Ele se recostou, gemendo alto, e eu massageava enquanto sugava.<\/p>\n<p>De repente, ele ficou ofegante, se contorcendo, e eu tirei o pau da boca pra ver. Estava todo babado e pulsante. Ele gritou pra eu continuar, e a\u00ed veio a explos\u00e3o: jatos grossos de porra acertaram meu rosto, o leite quente e pegajoso cobrindo minha boca, nariz e at\u00e9 o cabelo. Sa\u00eda uma quantidade absurda, e eu fiquei ali, lambuzado, enquanto ele se acalmava com o pau ainda tremendo.<\/p>\n<p>Depois, ele me ajudou a limpar, acariciando meu rosto, e perguntou se eu tava bem. Disse que queria repetir aquilo mais vezes, e eu, ainda zonzo, n\u00e3o neguei. Aquela tarde no quintal do Rafael mudou tudo \u2013 e puta que pariu, eu n\u00e3o esqueci aquele cacete.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Morri no quarteir\u00e3o de cima, onde tinha uma oficina mec\u00e2nica barulhenta, e ao lado dela ficava a casa do Rafael. Ele morava com a av\u00f3 em uma casar\u00e3o antigo, cheio de quintal, plantas e \u00e1rvores de frutas. O cara era um rapaz de uns 20 anos, sempre reunindo a galera na rua para jogar futebol. 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