{"id":55729,"date":"2026-09-28T14:45:00","date_gmt":"2026-09-28T17:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/?p=55729"},"modified":"2026-09-28T14:52:18","modified_gmt":"2026-09-28T17:52:18","slug":"conto-erotico-aventura-proibida-em-curitibanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/conto-erotico-aventura-proibida-em-curitibanos\/","title":{"rendered":"Conto er\u00f3tico: Aventura proibida em curitibanos"},"content":{"rendered":"<p><audio controls src=\"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/conto-6.mp3\"><\/audio><\/p>\n<p>Morei em Curitibanos, uma cidadezinha pobre no interior de Santa Catarina, onde a economia girava toda em torno da madeira. Era um lugar simples, mas cheio de aventuras que eu nunca esqueci. Aluguei uma casinha de madeira bem ao lado de um casal: o marido era um cara ciumento que eu vou chamar de Roberto, e a mulher, Juliana, era uma del\u00edcia de se ver \u2013 jovem, cheia de curvas e com um tes\u00e3o que transbordava a qualquer hora do dia.<\/p>\n<p>Roberto me odiava, mas era um \u00f3dio quieto, daqueles que gelam a espinha. Sempre que ele passava na frente da minha casa, diminu\u00eda o passo e fingia estar mexendo no celular, mas eu sabia que ele estava me vigiando. Me deixava paranoico, pensando se ele j\u00e1 tinha certeza ou s\u00f3 desconfiava. Se soubesse de verdade, teria vindo brigar na hora, mas ele segurava tudo dentro, o que tornava a situa\u00e7\u00e3o ainda mais arriscada. Um dia, nos esbarramos na rua por acaso. Eu sa\u00eda de casa e ele vinha vindo. Parou bem na minha frente, encarando meus olhos por segundos que pareciam horas. &#8220;Voc\u00ea mora aqui faz tempo?&#8221; ele perguntou, como se fosse conversa fiada. &#8220;N\u00e3o&#8221;, respondi curto e grosso. Ele assentiu devagar, lan\u00e7ou um \u00faltimo olhar para a minha casa e depois para mim, sem dizer mais nada. Naquele momento, eu soube que ele n\u00e3o tinha provas, mas as d\u00favidas dele estavam acabando. O risco estava crescendo.<\/p>\n<p>Enquanto isso, Juliana n\u00e3o parava de vir. Toda vez que Roberto sa\u00eda, ela escapulia da casa ao lado e vinha pra minha. Era uma vadia insaci\u00e1vel, louca por sexo a qualquer hora \u2013 de dia, de noite, at\u00e9 na madrugada. Adorava chupar meu pau duro, lambendo a cabe\u00e7a inteira com a l\u00edngua e ro\u00e7ando os dentes de leve, me deixando na beira do limite, como se fosse me machucar, mas s\u00f3 aumentando o prazer. Trans\u00e1vamos como animais: eu a jogava na cama, abria suas pernas e enfiava meu pau fundo na buceta dela, que ficava toda molhada e apertada, gemendo alto enquanto eu bombava sem parar. Ela era uma m\u00e3e casada, mas isso s\u00f3 me excitava mais \u2013 pensar que eu estava fodendo a mulher do vizinho, sentindo seu cuzinho tremendo de tanto tes\u00e3o. \u00c0s vezes, eu a tomava de quatro, segurando seus quadris e metendo com for\u00e7a, enquanto ela sussurrava safadezas no meu ouvido, tipo &#8220;Voc\u00ea \u00e9 t\u00e3o gostoso, eu adoro essa rola enchendo minha boceta&#8221;. Eu ficava com o pau sempre duro, pronto pra comer aquela putinha a qualquer momento, e o perigo de sermos pegos s\u00f3 deixava tudo mais quente.<\/p>\n<p>Com o tempo, comecei a achar que n\u00e3o era quest\u00e3o de se ia dar merda, mas de quando. Aquele olhar de Roberto me perseguia, mas eu n\u00e3o parava. Juliana dizia que eu era bom demais pra ser de uma mulher s\u00f3, e combinamos uma coisa maluca: se nos encontr\u00e1ssemos de novo no futuro, n\u00e3o importava se estiv\u00e9ssemos solteiros ou casados, \u00edamos transar s\u00f3 pra relembrar os velhos tempos. Mas a vida seguiu, e eu mudei de cidade. Tudo acabou do jeito que come\u00e7ou: sem aviso, sem despedida chata. No nosso \u00faltimo encontro, antes de eu ir embora, transamos como nunca \u2013 eu a fodi contra a parede, sentindo sua boceta pulsar em volta do meu pau, e ela gemeu que eu era o melhor que j\u00e1 tinha tido. Depois, ela disse s\u00e9rio: &#8220;Se a gente se encontrar de novo, n\u00e3o importa como a vida esteja, vamos transar outra vez. S\u00f3 pra lembrar&#8221;. Eu ri, achando gra\u00e7a, mas ela n\u00e3o estava brincando.<\/p>\n<p>Vinte anos se passaram, e eu nunca mais vi Juliana. A vida mudou, trouxe outras mulheres, outras fodas, mas Curitibanos ficou guardado na mem\u00f3ria como uma lembran\u00e7a safada. \u00c0s vezes, eu penso: se por acaso nos cruz\u00e1ssemos agora, ser\u00e1 que ainda rolaria? Ser\u00e1 que eu lembraria o gosto da sua boceta e ela o tamanho da minha rola? Ou fingir\u00edamos que nada aconteceu? N\u00e3o sei, mas essa ideia ainda me deixa com tes\u00e3o, me fazendo reviver cada porra de detalhe na cabe\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Morei em Curitibanos, uma cidadezinha pobre no interior de Santa Catarina, onde a economia girava toda em torno da madeira. Era um lugar simples, mas cheio de aventuras que eu nunca esqueci. 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