{"id":56062,"date":"2026-09-28T14:44:57","date_gmt":"2026-09-28T17:44:57","guid":{"rendered":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/?p=56062"},"modified":"2026-09-28T14:52:16","modified_gmt":"2026-09-28T17:52:16","slug":"conto-erotico-paixao-na-cabana-sob-a-chuva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/conto-erotico-paixao-na-cabana-sob-a-chuva\/","title":{"rendered":"Conto er\u00f3tico: Paix\u00e3o na cabana sob a chuva"},"content":{"rendered":"<p><audio controls src=\"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/conto-2.mp3\"><\/audio><\/p>\n<p>A chuva desabava forte sobre o telhado de madeira da cabana isolada nas montanhas, transformando o mundo l\u00e1 fora em um borr\u00e3o \u00famido e isolado. Dentro, o ar era quente e aconchegante, com o fogo da lareira lambendo as paredes de madeira. Ela se chamava Sofia. Tinha chegado umas duas horas antes, fugindo do frio cortante e de uma estrada intransit\u00e1vel. Ele, Diego, era o dono do lugar \u2014 um cara de trinta e poucos anos, com uma barba espessa, olhos penetrantes e m\u00e3os fortes, feitas para agarrar com autoridade.<\/p>\n<p>Quando Diego abriu a porta, j\u00e1 estava sem camisa, o peito musculoso brilhando de suor depois de carregar lenha. &#8220;N\u00e3o tem nada aberto por aqui&#8221;, disse ele com a voz grave e rouca. &#8220;Pode ficar. Tem s\u00f3 um quarto, mas o sof\u00e1 \u00e9 bem confort\u00e1vel.&#8221; Sofia aceitou na hora. Estava ensopada, o vestido fino grudado no corpo, destacando os seios pequenos e durinhos, com os mamilos endurecidos pelo frio. Ela notou o jeito como ele a encarou por um segundo a mais, os olhos deslizando devagar pelo seu corpo. Em vez de se sentir constrangida, um calor safado subiu pela sua barriga, deixando-a levemente arrepiada.<\/p>\n<p>Depois de um banho quente, Sofia vestiu apenas uma camisa velha dele, que mal chegava ao meio das coxas, deixando as pernas \u00e0 mostra. Diego serviu vinho tinto em canecas de metal, e eles se sentaram no tapete grosso diante da lareira. O fogo estalava alto, jogando luzes dan\u00e7antes nos seus rostos. A conversa come\u00e7ou leve, mas logo ganhou um tom perigoso. &#8220;Voc\u00ea tem namorado?&#8221; perguntou ele, rodopiando o vinho na caneca.<\/p>\n<p>&#8220;Tinha. Terminei faz dois meses&#8221;, respondeu Sofia com um sorriso malicioso. &#8220;E voc\u00ea? Alguma mulher escondida nessas montanhas?&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Nenhuma. Faz tempo que n\u00e3o encosto em ningu\u00e9m&#8221;, murmurou ele, o olhar descendo para as pernas dela, cruzadas de forma que a camisa subia um pouco mais. Sofia n\u00e3o se mexeu para arrumar; em vez disso, deixou que ele visse. Diego se aproximou devagar, como um predador cauteloso, pousou a caneca no ch\u00e3o e passou o polegar no l\u00e1bio inferior dela, limpando uma gota de vinho. &#8220;Posso te beijar?&#8221; perguntou, a voz cheia de desejo.<\/p>\n<p>Sofia puxou ele pela nuca em resposta. O beijo explodiu quente e voraz, l\u00ednguas se entrela\u00e7ando, dentes ro\u00e7ando levemente. As m\u00e3os dele desceram pelas costas dela, apertando a cintura antes de subir por baixo da camisa, encontrando os seios nus e macios. Os polegares dele circulavam os mamilos endurecidos, arrancando um gemido baixo de Sofia, que ecoou contra a boca dele. Ela se jogou no colo de Diego, sentindo a ere\u00e7\u00e3o grossa pulsando contra a sua boceta atrav\u00e9s da cueca fina. Movimentou os quadris devagar, esfregando-se nele, provocando uma fric\u00e7\u00e3o deliciosa.<\/p>\n<p>Diego grunhiu e mordeu o pesco\u00e7o dela, chupando a pele at\u00e9 deixar uma marca vermelha e inchada. &#8220;Tira isso&#8221;, ordenou, puxando a barra da camisa. Sofia obedeceu r\u00e1pido, ficando completamente nua sobre ele, a luz do fogo real\u00e7ando cada curva do seu corpo. Ele a devorou com os olhos, como se quisesse memorizar cada detalhe antes de atacar. Abaixou a boca para um seio, sugando o mamilo com for\u00e7a enquanto a m\u00e3o dele escorregava entre as coxas dela, encontrando a cona j\u00e1 ensopada e inchada de tes\u00e3o.<\/p>\n<p>Dois dedos dele separaram os l\u00e1bios molhados e mergulharam devagar, sentindo o calor apertado e escorregadio. &#8220;Caralho, voc\u00ea t\u00e1 toda encharcada&#8221;, gemeu ele contra o seio. Sofia arqueou as costas, rebolando contra a m\u00e3o dele, que entrava e sa\u00eda num ritmo cruel e delicioso, o polegar pressionando o clit\u00f3ris inchado em c\u00edrculos firmes. Ela gozou pela primeira vez ali mesmo, tremendo no colo dele, o nome dele escapando dos l\u00e1bios em um suspiro rouco enquanto cravava as unhas nos ombros largos.<\/p>\n<p>Sem esperar, Diego a virou de costas no tapete, abrindo as pernas dela com os joelhos. Baixou a cueca, liberando o pau enorme, veias saltadas e a cabe\u00e7a brilhando de lubrifica\u00e7\u00e3o. Ele esfregou a glande nos l\u00e1bios da boceta dela, provocando, antes de enfiar devagar, preenchendo-a completamente. Sofia soltou um gemido longo e profundo quando ele a esticou daquele jeito dolorosamente bom. Diego agarrou os quadris dela e come\u00e7ou a foder com for\u00e7a, cada estocada batendo fundo e fazendo os seios dela balan\u00e7arem.<\/p>\n<p>Ele se inclinou sobre ela, uma m\u00e3o puxando o cabelo dela para tr\u00e1s enquanto mordia o ombro. &#8220;Quero te ouvir gemer mais alto&#8221;, sussurrou no ouvido, a voz grossa de excita\u00e7\u00e3o. E ela obedeceu, os sons se misturando ao barulho da chuva e do fogo crepitante. O ritmo dele acelerou, a pele deles batendo com um som \u00famido e sujo que enchia a cabana. Sofia gozou de novo, contraindo-se ao redor do pau dele, as unhas enterradas no tapete.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, ele a virou de lado, erguendo uma perna dela sobre o ombro para entrar ainda mais fundo. Diego olhava fixo para onde os corpos se juntavam, vendo o pau sumir dentro da boceta dela a cada empurr\u00e3o. &#8220;Vou gozar dentro&#8221;, avisou, a voz rouca e entrecortada. &#8220;Goza&#8230; por favor&#8221;, implorou Sofia, j\u00e1 \u00e0 beira de outro orgasmo. Quando ele explodiu, foi com um grunhido selvagem, jatos quentes inundando-a enquanto Sofia tremia no terceiro gozo, o corpo inteiro sacudindo de prazer intenso.<\/p>\n<p>Eles ficaram ali, ofegantes e suados, o fogo ainda estalando baixinho. Diego beijou o pesco\u00e7o dela com mais suavidade agora, a m\u00e3o dele acariciando a curva da cintura de forma pregui\u00e7osa. &#8220;A estrada s\u00f3 deve abrir amanh\u00e3 \u00e0 tarde&#8221;, murmurou ele, sorrindo contra a pele dela. Sofia riu baixinho, aninhando-se no peito dele. &#8220;Que pena.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A chuva desabava forte sobre o telhado de madeira da cabana isolada nas montanhas, transformando o mundo l\u00e1 fora em um borr\u00e3o \u00famido e isolado. Dentro, o ar era quente e aconchegante, com o fogo da lareira lambendo as paredes de madeira. Ela se chamava Sofia. 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