{"id":59797,"date":"2026-09-28T14:44:15","date_gmt":"2026-09-28T17:44:15","guid":{"rendered":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/?p=59797"},"modified":"2026-09-28T14:51:33","modified_gmt":"2026-09-28T17:51:33","slug":"conto-erotico-lara-escrava-pet-do-dono","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/conto-erotico-lara-escrava-pet-do-dono\/","title":{"rendered":"Conto er\u00f3tico: Lara: escrava pet do dono"},"content":{"rendered":"<p>Lara tinha 28 anos, 1,65 de altura, corpo magro e definido, seios m\u00e9dios, cabelos negros lisos e pele clara. Depois de abrir m\u00e3o de tudo, finalmente entrava na casa do Dono para viver como escrava total. A fam\u00edlia achava que ela tinha ido estudar fora, mas a realidade era outra: moraria trancada na ed\u00edcula dos fundos, servindo o Dono em tempo integral, sem ningu\u00e9m saber.<\/p>\n<p>A ed\u00edcula estava preparada s\u00f3 para ela. Paredes com isolamento ac\u00fastico, janelas fechadas, entrada de ar no teto. Dentro tinha banheiro com chuveiro, ganchos na parede para prender a corrente, dois potes no ch\u00e3o, frigobar abastecido para os dias em que o Dono ficasse fora, colchonete e cobertor. Uma c\u00e2mera cobria todo o espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Quando chegou, beijou os p\u00e9s dele. Em seguida, ele a arrastou pelos cabelos at\u00e9 o quarto dos fundos, acendeu a luz e arrancou suas roupas. Prendeu a coleira grossa de ferro com corrente curta o suficiente para ela n\u00e3o alcan\u00e7ar o frigobar nem o banheiro. Deu as regras em tom seco: s\u00f3 falaria quando autorizado e em modo humano. A palavra de comando a colocaria em modo pet \u2014 um latido para sim, dois para n\u00e3o. N\u00e3o poderia fazer necessidades sem ordem. Tinha que beber toda a \u00e1gua do pote naquele instante.<\/p>\n<p>Lara latiu uma vez. O Dono fechou a porta, liberou a ventila\u00e7\u00e3o e saiu.<\/p>\n<p>Ficou sozinha no escuro, agitada, molhada de tes\u00e3o, sem saber que horas eram. A vontade de urinar apertava cada vez mais. Segurou o quanto p\u00f4de, mas acabou mijando no ch\u00e3o do canto, sujando tudo. Encolheu-se de vergonha, sentindo o cheiro e o calor da pr\u00f3pria urina.<\/p>\n<p>Horas depois a porta se abriu. Ela se encolheu, cabe\u00e7a baixa. O Dono a repreendeu, amarrou-a no jardim e deu um banho com lava-jato. Depois mandou limpar o pr\u00f3prio xixi e aplicou o castigo: chicotadas de vara na bunda at\u00e9 abrir feridas e sair sangue. Lara chorava, agradecia cada golpe e sentia o culate arder enquanto a umidade escorria pelas coxas. Depois foi trancada de novo na corrente curta.<\/p>\n<p>Dias se passaram assim. Ela falhava, apanhava, aprendia. Aos poucos controlou o corpo. Come\u00e7ou a usar plug com rabo preso o tempo todo. Quando o Dono chegava, abanava o rabinho, cheirava os p\u00e9s dele e lambia. Andava de quatro com joelheiras, latia de felicidade. No modo pet, a cabe\u00e7a dela virava de cadela de verdade: comia no pote, pedia xixi latindo, dormia no ch\u00e3o ao lado da cama quando permitido. \u00c0s vezes pulava no sof\u00e1 e levava esporro, voltando para o lugar dela.<\/p>\n<p>Certa tarde o Dono recebeu um amigo. Foi busc\u00e1-la na ed\u00edcula, ela abanou o rabo, lambeu os p\u00e9s dele na frente do homem e ficou quietinha no ch\u00e3o, ouvindo a conversa como se fosse s\u00f3 mais um bicho domesticado.<\/p>\n<p>Depois de semanas, o Dono falou a palavra que a trouxe de volta ao modo humano. Voltou a si aos poucos, sentindo o corpo de mulher outra vez. Tomaram banho juntos. Ela vestiu uma lingerie preta fina que marcava os mamilos e a boceta raspada. O Dono a pegou forte, empurrou contra a parede, enfiou a rola grossa na buceta sem aviso, metendo fundo e r\u00e1pido enquanto ela gemia e agradecia. Depois virou ela, abriu o cu e fodeu sem piedade, segurando os quadris at\u00e9 gozar dentro, sentindo o esperma quente escorrer pela coxa de Lara.<\/p>\n<p>Ele gostava de usar as duas vers\u00f5es dela: a cadelinha desumanizada e a escrava gulosa. Quando tinha visitas ou queria ficar sozinho, trancava Lara na ed\u00edcula com corrente longa o suficiente para usar banheiro e frigobar. Sempre mantinha a boceta trancada em castidade, liberando s\u00f3 quando queria usar. Lara vivia feliz, servindo o Dono da forma que sempre desejou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lara tinha 28 anos, 1,65 de altura, corpo magro e definido, seios m\u00e9dios, cabelos negros lisos e pele clara. Depois de abrir m\u00e3o de tudo, finalmente entrava na casa do Dono para viver como escrava total. 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