{"id":7748,"date":"2018-06-13T15:27:05","date_gmt":"2018-06-13T18:27:05","guid":{"rendered":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/revista\/?p=7748"},"modified":"2018-08-23T15:26:52","modified_gmt":"2018-08-23T18:26:52","slug":"contos-eroticos-fodi-o-personal-trainer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/contos-eroticos-fodi-o-personal-trainer\/","title":{"rendered":"Contos er\u00f3ticos: Fodi o Personal Trainer"},"content":{"rendered":"<p>Eu divido minha vida em tr\u00eas grandes etapas. At\u00e9 minha formatura, quando eu era financeiramente dependente do meu pai. Logo que me formei m\u00e9dico e sa\u00ed do arm\u00e1rio, sendo totalmente abandonado pela minha fam\u00edlia. E quando, j\u00e1 morando em outra cidade, eu consegui come\u00e7ar a viver do modo que eu queria. Meu nome \u00e9 Vicente, caso voc\u00ea esteja se perguntando. Tenho 29 anos agora. Quando a hist\u00f3ria come\u00e7a, eu tinha 25 anos. Tenho os olhos verdes e o cabelo curto preto como a noite. Eu sou alto (1,80), tenho a barba cerrada contra o rosto e o corpo bem cuidado, mas sem exageros. Os ombros s\u00e3o largos e o peitoral definido. O abd\u00f4men \u00e9 bonito, mas eu n\u00e3o tenho v\u00e1rios e v\u00e1rios gominhos, porque n\u00e3o sou modelo. A parte f\u00edsica mais legal \u00e9 a \u00fanica que ningu\u00e9m v\u00ea. Eu sou muito bem dotado (22cm).<\/p>\n<p>Durante minha adolesc\u00eancia e a faculdade, eu tentei namorar mulheres. Mais de uma vez, inclusive. Por mais que a conviv\u00eancia fosse legal, sempre faltava algo. Eu conseguia transar, mas o tes\u00e3o n\u00e3o existia. Aquilo l\u00e1 -os beijos, os toques, os suspiros- era mais uma obriga\u00e7\u00e3o do que propriamente a minha vontade. Eu era filho de dois m\u00e9dicos muito bem sucedidos, que frequentavam uma igreja muito conservadora, apesar de cientistas. Eles foram pais velhos e isso sempre dificultou que tiv\u00e9ssemos uma rela\u00e7\u00e3o agrad\u00e1vel. Como eu cresci ouvindo absurdos homof\u00f3bicos, essa sempre foi uma parte suprimida de mim. Eu me recusava a aceitar que eu gostava de homem.<\/p>\n<p>Isso persistiu por muitos anos. De verdade. Eu apresentei namoradas para minha fam\u00edlia, pros meus amigos e para a sociedade. A vida era assim, at\u00e9 que eu o conheci. No final do terceiro ano da faculdade, metade do curso. Samuel chegou de transfer\u00eancia de outra cidade e era o cara mais falante, comunicativo e extrovertido que j\u00e1 conheci. Chamava a aten\u00e7\u00e3o por onde passava. Era um gato de derrubar um quarteir\u00e3o. Simp\u00e1tico como ningu\u00e9m mais. N\u00f3s n\u00e3o trocamos uma palavra por meses at\u00e9 que um colega e amigo em comum nos convidou para a mesma festa antes do in\u00edcio do quarto ano. Ele me encarou a noite toda, de regata, beira da piscina, segurando uma long neck na m\u00e3o esquerda. Eu achei que era na brotheragem e ele seria s\u00f3 mais um dos crushs que eu teria, mas nunca consumaria. At\u00e9 que um outro colega inventou de entrar na piscina e Samuel o acompanhou. Quando ele abaixou a bermuda e passou por mim de sunga branca, sua bunda foi a imagem mais excitante da minha vida. Naquele momento eu soube, que se eu estivesse comendo ele, tes\u00e3o n\u00e3o seria um problema. A quest\u00e3o foi que ele tamb\u00e9m percebeu. Ao final da noite, sem dizer uma palavra, Samuel me atacou quando est\u00e1vamos sozinhos na cozinha. Ali mesmo, contra o fog\u00e3o da casa do nosso amigo, eu o fodi olhando pela janela para que ningu\u00e9m nos pegasse no flagra. Nossa rela\u00e7\u00e3o evoluiu de uma foda casual para namoro e juras de amor. Ele dizia que eu era o ativo mais insaci\u00e1vel que ele j\u00e1 tinha conhecido. N\u00f3s tentamos inverter os pap\u00e9is na cama duas ou tr\u00eas vezes, mas eu odiava sempre, ficava nervoso e n\u00e3o passava nem a cabe\u00e7a, mesmo o p\u00eanis dele sendo menor e mais fino que o meu. Meu neg\u00f3cio era dominar um macho gostoso e, por tr\u00eas anos, isso funcionou para n\u00f3s dois.<\/p>\n<p>Quando eu me formei, a segunda fase da minha vida come\u00e7ou. Eu sa\u00ed do arm\u00e1rio assim que pude. A rea\u00e7\u00e3o do meu pai foi pior que imaginei. Fui expulso de casa, das vidas deles e quase fui surrado. Fiquei totalmente sem paradeiro e rea\u00e7\u00e3o. Afundei em uma depress\u00e3o terr\u00edvel, sempre relembrando das palavras rudes e maldosas que ele me disse. Com saudade do meu irm\u00e3o, que eu era proibido de ver. Dois meses depois, Samuca passou em uma prova de resid\u00eancia no Paran\u00e1, sendo que mor\u00e1vamos em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Com o passar dos dias longe, ele come\u00e7ou a mudar. Telefonemas ficaram escassos, assim como as viagens para nos vermos. Ent\u00e3o, ele me chutou. N\u00e3o foi totalmente uma surpresa. Samuel sempre foi esp\u00edrito livre, sem ligar para a opini\u00e3o de ningu\u00e9m. Mas, claro, aquilo doeu. Eu o amava. Pelo resto do ano, eu dividi meu tempo entre o trabalho na Unidade B\u00e1sica de Sa\u00fade em uma cidade colada \u00e0 capital, a academia e os in\u00fameros plant\u00f5es, juntando dinheiro para a resid\u00eancia.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, residente de primeiro ano de Anestesiologia em um dos melhores hospitais do pa\u00eds, minha vida recome\u00e7ou. Eu n\u00e3o sentia mais a falta incontrol\u00e1vel do meu ex, a m\u00e1goa da minha fam\u00edlia estava enterrada e eu comecei a viver. Sair novamente. Ficar com caras novamente. Mandar na minha vida. Realizar meu maior sonho.<\/p>\n<p>Apesar da minha vida estar novamente nos eixos e, de certa forma, eu estar mais feliz do que nunca, lembro que esse foi o ano que mais trabalhei na minha vida. Passava a maior parte do tempo no hospital. Ent\u00e3o, meus hor\u00e1rios eram muito loucos. Ainda em mar\u00e7o, no primeiro m\u00eas de resid\u00eancia, eu estava com dificuldade de encontrar um hor\u00e1rio satisfat\u00f3rio para malhar. Apesar da academia ser do lado do meu pr\u00e9dio, era dif\u00edcil manter uma rotina. Eu fazia plant\u00e3o de 12 horas, no m\u00ednimo, uma vez por semana, ent\u00e3o noites estavam fora de cogita\u00e7\u00e3o. Depois de negociar com o dono, ele deixou que eu malhasse \u00e0s 6 da manh\u00e3, mesmo que a academia abrisse \u00e0s 7, j\u00e1 que alguns funcion\u00e1rios faziam isso para depois atenderem seus clientes.<\/p>\n<p>Um deles \u00e9 o Fernando, pelo menos \u00e9 assim que t\u00e1 escrito no crach\u00e1. Na primeira semana que comecei a malhar nesse hor\u00e1rio, pelo meio de mar\u00e7o, n\u00f3s nos encontramos todo dia pr\u00f3ximo ao t\u00e9rmino da minha rotina de exerc\u00edcios. Ele era expansivo, chegava sempre de regata e shorts para malhar, uma mochila no ombro direito e sorrindo torto feito moleque para todos os lados. Ele era mais novo que eu, segundo a recepcionista, com quem rapidamente fiz amizade ao receitar um antibi\u00f3tico para a infec\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria que estava tirando o sono dela. Tinha 23 anos e rec\u00e9m tinha se formado em Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica. Sua fam\u00edlia era dona dessa academia e de mais 4 ou 5 espalhadas pela regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre. Mesmo sendo o filho do chefe, me chamou aten\u00e7\u00e3o que ele cumprimentava todas as pessoas pelo nome. Sua educa\u00e7\u00e3o o deixava ainda mais lindo. Seus olhos cor de mel, sua barba por fazer, sua boca vermelha e convidativa, junto do seu estilo playboy safado, tracionando os b\u00edceps definidos a cada movimento, despertavam meus sentidos.\u00a0 Ele n\u00e3o era alto, nem baixo. Devia ter 1,70. As pernas eram torneadas e seu bumbum ia na nuca, de t\u00e3o pra cima. Seu tronco parecia bem cuidado, apesar de nunca o ter visto no vesti\u00e1rio. A hora que eu entrava para a ducha, o loiro estava rec\u00e9m come\u00e7ando sua s\u00e9rie.<\/p>\n<p>Em uma segunda feira espec\u00edfica, n\u00f3s nos cruzamos na recep\u00e7\u00e3o. Seu ombro bateu no meu e, dessa vez, o sorriso frouxo dele foi para mim. Ele passou a m\u00e3o no cabelo, olhando no fundo dos meus olhos.<\/p>\n<p>\u201cP\u00f4, desculpa, cara. T\u00f4 meio sonolento ainda. Acordar cedo n\u00e3o \u00e9 para mim.\u201d Sua voz aveludada \u00e9 excitante. Tudo nele \u00e9.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o tem problema.\u201d Falo r\u00e1pido, aceitando a m\u00e3o que ele me estende. \u201cEu percebi que voc\u00ea est\u00e1 vindo antes do seu hor\u00e1rio habitual. Quando eu saio, voc\u00ea est\u00e1 chegando.\u201d Digo, enquanto caminhamos juntos para dentro da academia. Me desanimo um pouco ao ver a alian\u00e7a de compromisso na m\u00e3o esquerda dele.<\/p>\n<p>\u201cEnt\u00e3o, voc\u00ea est\u00e1 prestando a aten\u00e7\u00e3o em mim?\u201d Ele ergue a sobrancelha direita, olhando-me de maneira divertida. Eu engulo seco, tossindo de nervoso. Tudo que eu n\u00e3o queria era confus\u00e3o. \u201cT\u00f4 brincando, cara. Eu tamb\u00e9m prestei aten\u00e7\u00e3o em voc\u00ea, ou porque voc\u00ea acha que eu me prestei a acordar essa hora, que n\u00e3o ver voc\u00ea levantar peso?\u201d Corri os olhos pelo seu corpo tamb\u00e9m, no momento que vi que o safado \u201ch\u00e9tero\u201d estava me cantando.<\/p>\n<p>\u201cAcho que sua namorada n\u00e3o vai gostar de saber disso.\u201d Pisco para ele, ocupando o primeiro aparelho. Ele recosta o corpo, balan\u00e7ando a cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>\u201cEla n\u00e3o precisa. O que acontece no vesti\u00e1rio da academia, fica no vesti\u00e1rio da academia.\u201d Falou safado, passando a m\u00e3o pelo meu b\u00edceps assim que olhou para os lados, confirmando que est\u00e1vamos sozinhos. Seus longos dedos percorreram meu peitoral.<\/p>\n<p>\u201cAgora? N\u00e3o vai nem me deixar treinar?\u201d Ele morde os l\u00e1bios, negando com a cabe\u00e7a. Sua m\u00e3o tenta invadir meu shorts por tr\u00e1s, mas a agarro, virando para ele.<\/p>\n<p>\u201cComigo, voc\u00ea que faz o agachamento.\u201d Digo r\u00e1pido, deixando claro que eu n\u00e3o era passivo. De maneira nenhuma.<\/p>\n<p>\u201cTudo bem.\u201d D\u00e1 de ombros, sentando no meu colo, rebolando e come\u00e7ando a acordar meu pau. \u201cQuando o cara \u00e9 gostoso como voc\u00ea, eu dou a minha bunda, apesar de preferir ser ativo.\u201d Enfim o nariz no meu pesco\u00e7o, arrancando um arrepio. Como estamos pr\u00f3ximos do banheiro, ergo o corpo, caminhando at\u00e9 l\u00e1 com ele no colo. Fernando tira a chave do bolso, trancando a porta. Ainda sem sair do meu colo, ele tira a minha camiseta e a pr\u00f3pria, arranhando meu tronco.<\/p>\n<p>\u201cVoc\u00ea \u00e9 muito gostoso, cara. Vou te arrombar inteiro.\u201d Rosno pr\u00f3ximo a ele, agarrando-o de maneira rude e virando seu corpo contra a parede g\u00e9lida, arrancando um gemido. Mordo seu ombro, sem ligar se ia deixar marcas.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o me marca! A Isabela vai perceber.\u201d Ele reclama. Rio ir\u00f4nico, enfiando a m\u00e3o por dentro da cueca e do short, apertando a sua n\u00e1dega direita com viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201cDesde quando vagabunda manda?\u201d Falo pr\u00f3ximo ao seu ouvido e seu corpo treme contra minha enorme ere\u00e7\u00e3o. Ele tamb\u00e9m endurece, eu sinto que a excita\u00e7\u00e3o faz com que ele se afaste da parede. Puxo o resto das roupas dele, fazendo com que ele vire para mim. Guio seus movimentos, puxando-o pelo cabelo como uma vadia. Jogo-o no ch\u00e3o, de quatro, sentando na beira do banco. Ele se acomoda no meio das minhas pernas, masturbando seu pau. \u00c9 bem menor que o meu e aquilo infla meu ego. Deve ter uns 16cms. Ele tira meu shorts, admirando o meu tamanho contra a cueca vermelha que uso.<\/p>\n<p>\u201cPuta merda, eu n\u00e3o dou o rabo h\u00e1 muito tempo. Esse caralho n\u00e3o vai entrar.\u201d Sem respond\u00ea-lo agarro pela nuca, pressionando seu nariz contra minha excita\u00e7\u00e3o. Ele lambe o tecido da minha roupa \u00edntima, mordendo a barra superior com os dentes e a tirando com uma habilidade invej\u00e1vel. Mexo as pernas, ajudando-o com o processo. Seus l\u00e1bios engolem a cabe\u00e7a do meu caralho no momento que a cueca n\u00e3o mais o segura. \u201cQuanto isso mede?\u201d Pergunta, enquanto punheteia meu membro em toda sua extens\u00e3o, duro como pedra apontando para o teto da academia. Olho-o de cima, no fundo dos olhos, que brilham safado. Agarro-o com for\u00e7a pelo queixo, estapeando sua bochecha direito. O estalo ecoa pelo vesti\u00e1rio e ele tenta massagear a bochecha, mas eu o obrigo a voltar a me chupar. Sua excita\u00e7\u00e3o ro\u00e7a contra minha perna, mostrando o tes\u00e3o que ele est\u00e1 sentindo em algo aparentemente novo para algu\u00e9m que \u00e9, na maioria das vezes, ativo. Ele come\u00e7a a me chupar de maneira \u00e1gil. Ora lento, ora devagar, indo o mais fundo que consegue. Quando a mand\u00edbula parece cansar, o safado lambe meu caralho como se fosse o sorvete mais gostoso do mundo. Enquanto ele chupa meu pau concentrado, eu me esparro com os bra\u00e7os para tr\u00e1s, vendo o sarado se deliciar com a minha masculinidade. Agarro-o pelas orelhas, empurrando meu corpo o mais fundo. Ele tenta se soltar, mas da posi\u00e7\u00e3o que estamos eu tenho mais for\u00e7a. Dez segundos depois eu o solto e ele come\u00e7a a tossir, com os olhos lacrimejando e a baba escorrendo da sua boca. Sem deixar que ele respire muito, trago-o de volta para o meu pau, fodendo-o, de maneira que agora eu dite o ritmo do boquete.<\/p>\n<p>\u201cVoc\u00ea perguntou e s\u00e3o 22cms, caso ainda queira saber.\u201d Digo orgulhoso e ele sorri sacana, percebendo onde quero chegar. Bato na minha coxa, fazendo charme. \u201cVem sentar no meu colo, Fernando. Quero ver como voc\u00ea treina gl\u00fateos!\u201d Ele acena com a cabe\u00e7a de maneira manhosa, pegando KY e a camisinha na pr\u00f3pria mochila e lambuzando o cu rapidamente, colocando o l\u00e1tex em mim.<\/p>\n<p>\u201cE pensar que eu coloquei isso achando que ia te currar e t\u00f4 pronto pra sentar nessa tora.\u201d Ele coloca uma perna para cada lado do meu corpo, acomodando-se em cima da minha ere\u00e7\u00e3o. Joga seus bra\u00e7os contra o meu pesco\u00e7o, aproximando ainda mais nossos corpos que est\u00e3o pegando fogo. Jogo meu tronco um pouco para tr\u00e1s, como se eu fosse uma poltrona para que ele comece a rebolar, no momento que encaixa a cabe\u00e7a do meu pau no buraco depilado e aparentemente apertado dele. Assim que a cabe\u00e7a rompe espa\u00e7o, ele morde os l\u00e1bios e um gemido abafado de dor escapa. Pela forma que suas paredes apertam meu membro, ele n\u00e3o d\u00e1 a realmente h\u00e1 muito tempo. Extremamente resistente, ele segue rebolando e descendo, at\u00e9 que minhas bolas tocam suas n\u00e1degas. Ele come\u00e7a a ofegar parado, dando um tempo para que seu corpo aceite a penetra\u00e7\u00e3o. Logo, come\u00e7a a rebolar freneticamente. Bato em sua bunda com for\u00e7a, fodendo-o muito. A tentativa de controlar o som vai por \u00e1gua baixo. Ap\u00f3s alguns minutos, viro seu corpo, depositando-o de costa sobre o banco e metendo com ainda mais for\u00e7a. Bato uma pra ele, que ainda est\u00e1 duro.<\/p>\n<p>\u201cVamos, vagabunda. Geme pro teu macho!\u201d Incentivo, recebendo gritos de volta.<\/p>\n<p>\u201cVai, me fode, vai. Mete com mais for\u00e7a.\u201d Arranho seu corpo, estapeando seu rosto a mostra. Ele me olha safado, colocando a m\u00e3o na minha coxa de forma a unir mais nossos corpos. Ficamos 15 minutos assim, at\u00e9 que eu o pego no colo, abrindo o chuveiro no quente e o colocando contra a parede, de costas para mim. Ele empina entregue e eu bato em seu rabo, j\u00e1 vermelho de apanhar, assim como a bochecha, as costas e o pesco\u00e7o. Introduzo meu pau nele sem aviso pr\u00e9vio, colocando minhas m\u00e3os na sua cintura para tomar a r\u00e9dea totalmente, como se estivesse montando em um boneco. Ele aumenta o gemido, mordendo o pr\u00f3prio bra\u00e7o para abafar o som. Sinto seu corpo tremer e o seu l\u00edquido lava o box sem mesmo tocar no pau. Aumento a velocidade, com seu corpo mole, avisando.<\/p>\n<p>\u201cVou gozar nesse boquinha!\u201d<\/p>\n<p>\u201cEu n\u00e3o tomo porra, cara!\u201d Nega e eu sorrio ir\u00f4nico, negando com a cabe\u00e7a. Bato com seu joelho com minha perna, de maneira que ele caia no ch\u00e3o ajoelhado e eu o olhe de cima, como um senhor olha seu escravo. Enfio o pau na boca dele, despejando quatro jatos de porra. Um pouco escapa e escorre pela boca. Fecho seu nariz impedindo que ele respire e, ent\u00e3o, ele engole, olhando at\u00f4nito e duro novamente com a maneira que o tratei. Desligo o chuveiro, co\u00e7ando o saco com uma m\u00e3o e agarrando seu cabelo com a outra.<\/p>\n<p>\u201cA minha voc\u00ea toma!\u201d Falo divertido e ele assente submisso.<\/p>\n<p>\u201cVoc\u00ea acabou comigo, me marcou todo, o que eu falo pra minha namorada?\u201d Pergunta, ainda sentando no ch\u00e3o. Ergo seu corpo, jogando-o contra a parede novamente. Com uma m\u00e3o bato pra ele e com a outra enfio dois dedos em seu rabo, estimulando seus pr\u00f3stata. Seus gemidos voltam e dois minutos ap\u00f3s ele goza.<\/p>\n<p>\u201cDiz pra ela que tu encontrou um macho que te tratou como a vagabunda que tu \u00e9 e te fez de dep\u00f3sito de porra.\u201d Respondo assim que viro seu corpo, nossos olhos frente a frente. \u201cEla te faz gozar duas vezes em 5 minutos?\u201d Arqueio a sobrancelha. Ele nega r\u00e1pido com a cabe\u00e7a. \u201cEu imaginei. At\u00e9 mais, Fernando\u201d Viro de costas, deixando-o sozinho no box.<\/p>\n<p>\u201cEu n\u00e3o mere\u00e7o saber seu nome?\u201d Fala alto, assim que come\u00e7o a me secar e vestir.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o.\u201d Digo r\u00e1pido, vestindo a camiseta. \u201cDeixe as apresenta\u00e7\u00f5es para as namoradas. Voc\u00ea foi o rabo que comi hoje. S\u00f3 precisa saber disso.\u201d Humilho-o um pouco mais e ele amea\u00e7a caminhar em minha dire\u00e7\u00e3o, o pau meia bomba novamente. Nego com o dedo e ele para. \u201cS\u00f3 quando eu quiser, Fernando. Eu sempre mando.\u201d Digo e ele assente, parando como uma est\u00e1tua.<\/p>\n<p>\u201cVoc\u00ea foi mais que o pau que me comeu hoje. Foi o melhor da minha vida.\u201d Humilha-se mais ainda. Eu pisco, saindo e o deixando sem resposta. Os \u201ch\u00e9teros\u201d sempre s\u00e3o os mais submissos.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/revista\/envie-seu-depoimento\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Quer ver sua hist\u00f3ria picante publicado na Revista Sexlog?<\/strong><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/revista\/envie-seu-depoimento\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CLIQUE AQUI E ENVIE SUA HIST\u00d3RIA<\/a><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Conta para n\u00f3s o que achou deste Conto Gr\u00e1tis, comente a\u00ed\u2026<\/h2>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu divido minha vida em tr\u00eas grandes etapas. At\u00e9 minha formatura, quando eu era financeiramente dependente do meu pai. Logo que me formei m\u00e9dico e sa\u00ed do arm\u00e1rio, sendo totalmente abandonado pela minha fam\u00edlia. E quando, j\u00e1 morando em outra cidade, eu consegui come\u00e7ar a viver do modo que eu queria. 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