{"id":8127,"date":"2020-05-18T09:38:08","date_gmt":"2020-05-18T12:38:08","guid":{"rendered":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/revista\/?p=8127"},"modified":"2020-05-19T17:27:14","modified_gmt":"2020-05-19T20:27:14","slug":"contos-eroticos-o-mordomo-agora-faz-parte-do-nosso-relacionamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/contos-eroticos-o-mordomo-agora-faz-parte-do-nosso-relacionamento\/","title":{"rendered":"Contos er\u00f3ticos: O Mordomo agora faz parte do nosso relacionamento"},"content":{"rendered":"<p>Em meados dos anos 80, surgiram nas bancas de Portugal, pela primeira vez, dois jornais semanais que abordavam temas relacionados com erotismo e sexo, tamb\u00e9m traziam: an\u00fancios; contos ornamentados com fotos explicitas, hist\u00f3rias de experi\u00eancias dos leitores, conselhos Sexuais, sexo nos astros e etc. Mais tarde, penso que, j\u00e1 no in\u00edcio da d\u00e9cada de 90, saiu um outro, desta vez mensal e que era muito mais completo do que os anteriores&#8230;<\/p>\n<p>Foi neste \u00faltimo, que em 1994 coloquei o meu primeiro an\u00fancio. Curiosamente, as respostas que obtive, quer de mulheres, ou de casais, eram de cidades distantes da minha, mas contactei as pessoas, agradeci as suas respostas e disse-lhes, que n\u00e3o seria a dist\u00e2ncia, que iria impedir um poss\u00edvel encontro. \u00c9 certo, que n\u00e3o me encontrei, com todas as pessoas, que me responderam; mas com as que me encontrei, as coisas funcionaram muito bem.<\/p>\n<p>No ver\u00e3o de 95 aconteceu algo impens\u00e1vel: ap\u00f3s ter enviado novo an\u00fancio com texto novo, diferente, n\u00e3o recebi nenhuma resposta da minha cidade. Fiz alguns contatos, para os que me enviaram n\u00famero de telefone e comecei a redigir algumas cartas e iniciei por uma (\u00e9 apenas nesta, que me vou centrar).<\/p>\n<p>Redigi uma carta simples e objectiva e adicionei o meu contato telef\u00f4nico. Na \u00e9poca, eu trabalhava muito, ent\u00e3o\u00a0passava pouco tempo em casa.<\/p>\n<p>No segundo fim de semana\u00a0 ap\u00f3s envio da resposta \u00e0 carta, que havia recebido, o telefone tocou. Era domingo de manh\u00e3, eu atendi a pessoa se identificou e a primeira pergunta que me fez, foi, se eu era mesmo meigo, como eu havia dito na carta, se isso era mesmo verdade.<\/p>\n<p>Eu respondi que minhas ex-namoradas me consideravam assim. Choveram perguntas de todo o lado, \u00e0s quais eu respondi, tivemos assim, mais de uma hora, at\u00e9 que ela me disse, que em breve tirariam f\u00e9rias (ela e o marido) e estavam pensando em passar um fim de semana na cidade onde eu moro.<\/p>\n<p>Assim, poder\u00edamos nos conhecer. Eu disse que por mim estava tudo bem e perguntei se precisavam de alguma coisa da minha parte, ela disse que iria falar com o marido e que depois ligava, eu fiquei a aguardar novo contato.<\/p>\n<p>Quase um m\u00eas depois, recebi outro telefonema. Desta vez era ele, apresentou-se, e me contou que a esposa tinha gostado muito de ter falado comigo. Segundo ele, at\u00e9 parecia que eu e ela nos conhec\u00edamos \u00e0 muito tempo e pediu desculpa pela demora no retorno. Ele me perguntou se eu podia procurar um bom hotel para a estadia deles na minha cidade.<\/p>\n<p>Ele n\u00e3o hesitou em frisas que queria ficar em um local que aceitassem tr\u00eas pessoas no mesmo quarto. Acertamos onde ficariam. Indiquei um bom hotel, embora estivesse louco que ficassem em minha casa.<\/p>\n<p>Fomos nos falando pelo telefone, at\u00e9 que chegou o dia que eles foram para o hotel. Depois de alguns dias conhecendo a cidade, eles aceitaram vir at\u00e9 minha casa.<\/p>\n<p>Foram cinco dias muito deliciosos, preparei um belo banquete para eles na chegada, o que os surpreendeu. Eu e aquele casal fizemos de tudo. Deixamos todas as vergonhas de lado para darmos prazer uns aos outros.<\/p>\n<p>A esposa me disse que estava muito contente em ter me conhecido e pediu para vir novamente at\u00e9 minha casa com o marido. E assim foi por alguns meses. A cada quinze dias apareciam para passar o fim de semana comigo.<\/p>\n<p>Depois de certa intimidade j\u00e1 como amante fixo deles, surgiu um convite inesperado. A esposa me disse que al\u00e9m de todo o prazer que dei ao casal, ela n\u00e3o conseguia imaginar um homem solteiro t\u00e3o bom com os afazeres do lar.<\/p>\n<p>&#8211; Sua casa \u00e9 sempre arrumada e limpa, voc\u00ea como ningu\u00e9m e tem um bom gosto t\u00e3o grande, disse ressaltando os meus dons na cama.<\/p>\n<p>-N\u00f3s gostar\u00edamos que se tornasse nosso Mordomo, disse.<\/p>\n<p>Eu nem sabia o que dizer depois de tanto elogio e desse convite inesperado. Agradeci os elogios e disse que me sentia muito honrado com o convite, e que s\u00f3 n\u00e3o poderia aceitar de imediato, porque tinha um emprego.<\/p>\n<p>Meu contrato terminava no final de maio e eu estava realmente inclinado a ir morar e trabalhar na casa deles.<\/p>\n<p>Em meados de maio, na empresa onde eu trabalhava, come\u00e7aram a falar da minha continuidade (eu que pensava, que tudo iria correr de forma normal e tranquila) e come\u00e7aram a marcar reuni\u00f5es comigo, algo que eu n\u00e3o esperava. Na terceira dessas reuni\u00f5es, fui demitido.<\/p>\n<p>No dia seguinte, era fim de semana e eu liguei para o casal, para contar o que havia acontecido e tamb\u00e9m perguntar se a proposta deles estava de p\u00e9.<\/p>\n<p>Acertamos que eu come\u00e7aria a trabalhar com eles em julho. Eles marcaram de ir me buscar e eu j\u00e1 fui de mudan\u00e7a.<\/p>\n<p>Sou uma pessoa muito criativa e estava sempre a criar situa\u00e7\u00f5es diferentes, para o Bem-estar de todos, os dias passavam de forma harmoniosa de dia para dia a harmonia crescia, at\u00e9 que chegou o dia do anivers\u00e1rio dela, ela n\u00e3o sabia que eu sabia.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o resolvi surpreender:<\/p>\n<p>&#8211; Fiz um bolo de anivers\u00e1rio, preparei-lhe um banquete de frutas, para ela comer, como uma esp\u00e9cie de presente, quando chegasse e fiz tudo o que podia para que ela se sentisse bem quando chegasse.<\/p>\n<p>Quando ela chegou, ficou bem feliz. Nos reunimos para comer juntos, como sempre faz\u00edamos. A sala tinha pouqu\u00edssima luz, as velas que eu coloquei, s\u00f3 iluminavam praticamente os seis metros quadrados onde eles estavam. Eu fingi, que ia para a cozinha. Tirei a roupa e sem eles se aperceberem, fui para debaixo da mesa, at\u00e9 que ouvi ela dizer-lhe, que a sobremesa estava muito boa, o que significava que tinham terminado.<\/p>\n<p>Tinha chegado a hora para avan\u00e7ar&#8230; Inclinei-me sobre o pezinho esquerdo dela, coloquei as m\u00e3os em paralelo \u00e0 minha boca, e encostei os meus l\u00e1bios ao peito do p\u00e9 dela, ela passou a parte lateral do p\u00e9 direito na minha cabe\u00e7a, em forma de assentimento. Eu calmamente descalcei-a, e continuei a beijar-lhe os pezinhos.<\/p>\n<p>Fui subindo at\u00e9 ao joelho e desci, fazendo o mesmo, na outra perna. Me reclinei de frente para ela, coloquei os seus pezinhos sobre os meus ombros tocando-a e beijando com pitadas de l\u00edngua.<\/p>\n<p>Cheguei mais \u00e0 frente e fui subindo, j\u00e1 estava nas coxas. Eu podia sentir o seu delicioso cheiro. Ela deslizou um pouco na cadeira e, como estava s\u00f3 de vestido, sem calcinha, eu n\u00e3o parava de beijar e lamber seu corpo.<\/p>\n<p>Cheguei \u00e0 sua intimidade e ela afagou-me o cabelo e gemeu. Comecei a passar a l\u00edngua nela que logo gemeu e relaxou, at\u00e9 gozar. Eu continuava a lamber, lambia e sugava como se n\u00e3o houvesse limite. Ela n\u00e3o tirou mais as m\u00e3os da minha cabe\u00e7a, nem os calcanhares de cima das minhas costas e veio mais um gemido e outro e mais outro. Soltava a cada dez, a quinze minutos e eu n\u00e3o tinha vontade nenhuma de parar.<\/p>\n<p>Cheguei a contar seis situa\u00e7\u00f5es de gemidos e um leve estremecer, mas n\u00e3o parei. J\u00e1 estava a lamber sua boceta h\u00e1 mais de meia hora, os gemidos continuavam, at\u00e9 que ap\u00f3s outro gemido forte, ela me puxou para cima, arrastando ao mesmo tempo a cadeira para se distanciar da mesa e eu poder ficar de p\u00e9.<\/p>\n<p>Quando me levantei, reparei, que o marido j\u00e1 estava n\u00fa. Ela soltou o vestido e eu tirei as cal\u00e7as; num \u00e1pice, est\u00e1vamos todos nus, eu e ele fizemos levamos a esposa para perto da lareira. Ela segurou o meu pau e n\u00e3o largou mais, me chupando e mamando de forma delicada.<\/p>\n<p>Enquanto o marido a penetrava por tr\u00e1s, ela me chupava. Ficamos assim uns vinte minutos e subimos para o quarto. Ela se deitou na cama e eu disse que precisava de ir \u00e0 cozinha, desci, olhei para o rel\u00f3gio e faltavam vinte para a meia-noite, o que me sossegou.<\/p>\n<p>Peguei numa bandeja, onde coloquei: o bolo, uma garrafa de espumante, uma garrafa de groselha, natas, chocolate l\u00edquido, morangos e mirtilos. Acendi a vela e fui ao quarto deles, onde vi que eles estavam bem junrinhos. Eu continuei a preparar as coisas, desci, pois ainda faltava lou\u00e7a e talheres.<\/p>\n<p>Quando voltei a subir, faltavam menos de dez minutos para acabar o dia, entrei no quarto, eles j\u00e1 estavam descansando. Eu me apressei para abrir a garrafa de espumante e cantar os parab\u00e9ns.<\/p>\n<p>Emocionada, ela pediu desculpa ao marido, pelo que ia dizer de seguida; colocou a m\u00e3o dela sobre a minha e disse:<\/p>\n<p>&#8211; Voc\u00ea \u00e9 o homem mais meigo, que eu conheci em toda a minha vida, Parab\u00e9ns!<\/p>\n<p>Agradeci e ap\u00f3s alguns momentos de conversas e gentilezas, pedi para que ela se deitasse e de pernas e bra\u00e7os abertos e para que o marido, que desenhava bem, fizesse alguns desenhos no corpo dela, os desenhos que lhe viessem \u00e0 cabe\u00e7a. Ele o fez, usando groselha, o chocolate l\u00edquido e as natas. Depois de uma verdadeira bagun\u00e7a com toda aquela comida, ele me perguntou: &#8220;E agora?&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;E eu disse, agora vem o melhor&#8230; Vamos comer.&#8221;<\/p>\n<p>Ela ria e gemia de prazer, com nossas l\u00ednguas lambendo seu corpo. Sentindo o gosto de sua pele. Quando tudo acabou, eu passei a lamber ela, chupando novamente sua bocetinha, enquanto ela chupava o pau do marido. Depois mudamos e ela passou a me chupar. Eu acariciava os seios dela, ela puxou-me e pediu-me para eu me deitar, eu deitei-me e o marido tamb\u00e9m, deixando ela sanduichada entre n\u00f3s dois.<\/p>\n<p>E assim nos tornamos um trisal perfeito.<\/p>\n<p>Eu em nenhum momento a tocava na aus\u00eancia dele, s\u00f3 o fazia quando ele estava presente. Eu mesmo decidi que deveria ser assim e foi SEMPRE assim.<\/p>\n<p>Conto enviado por Lueca<\/p>\n<h2>Curtiu nosso Conto Er\u00f3tico?<\/h2>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/revista\/envie-seu-depoimento\/\">Envie o seu<\/a><\/strong>\u00a0ou<strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/revista\/contos-eroticos-sexlog-historias-reais\/\">leia mais!<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em meados dos anos 80, surgiram nas bancas de Portugal, pela primeira vez, dois jornais semanais que abordavam temas relacionados com erotismo e sexo, tamb\u00e9m traziam: an\u00fancios; contos ornamentados com fotos explicitas, hist\u00f3rias de experi\u00eancias dos leitores, conselhos Sexuais, sexo nos astros e etc. Mais tarde, penso que, j\u00e1 no in\u00edcio da d\u00e9cada de 90, 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