{"id":8681,"date":"2026-09-28T14:46:11","date_gmt":"2026-09-28T17:46:11","guid":{"rendered":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/revista\/?p=8681"},"modified":"2026-09-28T14:51:11","modified_gmt":"2026-09-28T17:51:11","slug":"encontro-com-surfista-maduro-1a-parte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/encontro-com-surfista-maduro-1a-parte\/","title":{"rendered":"ENCONTRO COM SURFISTA MADURO &#8211; 1a Parte"},"content":{"rendered":"<p>Terminado o almo\u00e7o o Barbosa prop\u00f4s \u00e0 Joana mostrar-lhe o apartamento que tinha em Cascais, onde poderiam beber um caf\u00e9 e continuarem a conversar calmamente. Este apartamento n\u00e3o era a resid\u00eancia de familia do Barbosa mas um local privado onde ele se refugiava. Neste momento a Joana ter\u00e1 pensado na tara do marido mas tamb\u00e9m na atra\u00e7\u00e3o que sentia pelo Barbosa e aceitou o convite. No caminho de Lisboa at\u00e9 Cascais ele recordou o dia em que a recebeu no consult\u00f3rio acompanhada pelo pai e explicou que a tinha convidado para almo\u00e7ar porque se sentiu excitado sempre que ela se inclinava para ajudar o pai e mostrava as mamas por n\u00e3o ter suti\u00e3. A Joana sorriu e com uma voz meiga disse-lhe que n\u00e3o se tinha apercebido dessa situa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nChegados ao apartamento o Barbosa preparou duas bebidas e sentou-se junto dela acariciando-lhe o rosto e os cabelos. Ela, com deleite, fechava os olhos e retribuia as caricias mexendo-lhe nos cabelos e aproximando o rosto ao dele. Beijaram-se longamente, trocando saliva e lambendo-se com f\u00faria. Ele tirou-lhe a camisa e come\u00e7ou a beijar-lhe as mamas e a chupar os mamilos abrindo ao mesmo tempo o zip da saia. Ela desapertava-lhe a gravata ajudando a tirar a camisa e abra\u00e7aram-se voltando a beijar-se apaixonadamente. Levantaram-se, a saia ca\u00edu e ela desapertou-lhe o cinto e o zip das cal\u00e7as fazendo-as deslizar pelas pernas abaixo. Os corpos uniram-se e ela sentia o caralho dele muito teso e a palpitar junto da cona, p\u00f4s-se de joelhos, tirou-lhe as boxers e lentamente come\u00e7ou a lamber-lhe o caralho, p\u00f4-lo na boca e chupou-o at\u00e9 sentir que a excita\u00e7\u00e3o do Barbosa estaria a chegar ao limite. Ele levantou-a levou-a para o quarto, tirou-lhe as cuecas deixando \u00fanicamente as meias de liga aderente e come\u00e7ou a lamber-lhe a cona com tanto prazer que ela se esporrou duas vezes. N\u00e3o aguentando mais, penetrou-a e fodeu-a de tal modo que a Joana se esporrou prolongadamente at\u00e9 ele explodir com um enorme grunhido. Estiveram abra\u00e7ados durante algum tempo apreciando o momento que acabaram de desfrutar, combinando um pr\u00f3ximo encontro.<br \/>\nO Barbosa regressou a Lisboa e deixou a Joana junto ao carro confirmando o novo encontro. Regressada a casa em Oeiras, n\u00e3o se lavou porque o marido deseja fazer amor com ela toda esporrada pelo amante, lambendo-lhe a cona e fod\u00ea-la depois dela lhe ter contado todos os pormenores daquela maravilhosa tarde. Descreve tudo o que se passou real\u00e7ando o facto do Barbosa ter um sexo enorme, id\u00eantico ao do Vasco, seu antigo noivo, mas mais grosso. Quando se despediram combinaram encontrar-se na semana seguinte no mesmo dia por volta das quatro da tarde no apartamento em Cascais. O Jo\u00e3o n\u00e3o cabia de contente com o que se tinha passado e estava ansioso que a semana passasse depressa.<br \/>\n\u00c0s quatro da tarde a Joana batia \u00e0 porta do apartamento, o Barbosa mal abriu a porta beijou-a com afeto manifestando o enorme desejo de a ter. N\u00e3o deram tempo a conversas, despiram-se deixando as roupas pelo ch\u00e3o e ele, sem mais, pediu-lhe para o chupar. A arte com que o faz deixou-o completamente louco e n\u00e3o se conseguindo conter encheu-lhe a boca de esporra que ela teve dificuldade em engolir dada a quantidade. Agradecido, beijou-a misturando as salivas com a esporra que ainda circulava na boca da Joana e prop\u00f4s-lhe uma bebida para poder recuperar for\u00e7as e compens\u00e1-la do prazer que tinha obtido. Conversaram sobre as suas rela\u00e7\u00f5es conjugais explicando ele que desde h\u00e1 bastante tempo tinha deixado de gostar da mulher e que o ambiente em casa estava muito deteriorado com constantes conflitos entre o casal. A Joana n\u00e3o tendo motivos para negar o seu amor pelo marido mas tamb\u00e9m n\u00e3o querendo confessar o segredo do casal, disse-lhe que gostava do marido com quem mantinha uma boa rela\u00e7\u00e3o mas que desde mi\u00fada que tinha uma grande atra\u00e7\u00e3o por ele. Voltam a aproximar-se, agora serena e apaixonadamente beijam-se at\u00e9 sentirem o impulso do sexo, ele beija-lhe as mamas e masturba-a atingindo ela orgasmos consecutivos mas n\u00e3o aguentando mais ela pede-lhe para a foder. Penetrou-a lentamente e quase em simult\u00e2neo ela esporra-se com tal prazer que confessou mais tarde nunca ter tido igual orgasmo. Ele demorou a esporrar-se at\u00e9 explodirem num ext\u00e2se conjunto. Olharam-se com paix\u00e3o e mantiveram-se abra\u00e7ados a beijarem-se.<br \/>\nDe regresso a casa, a Joana abra\u00e7a e beija o marido com a satisfa\u00e7\u00e3o de ter passado uma tarde t\u00e3o excitante e ao mesmo tempo ter podido satisfazer-lhe os desejos. Conta-lhe todos os pormenores do encontro relembrando os momentos de prazer que passou com o Barbosa, suscitando no marido o desejo de fazer amor. Depois de jantarem e deitarem os filhos, a Joana, hesitante por n\u00e3o saber a rea\u00e7\u00e3o do marido, fala-lhe na proposta do Barbosa, de ela poder acompanh\u00e1-lo numa viagem de trabalho \u00e0 Tail\u00e2ndia, um congresso da sua especialidade m\u00e9dica que durante uma semana se realiza na ilha de Phuket. O Jo\u00e3o, apanhado de surpresa, teve de imediato um duplo pensamento, temor e prazer, porque apesar de desejar muito a situa\u00e7\u00e3o, tinha medo de que a liga\u00e7\u00e3o sentimental entre os dois aumentasse ao ponto de levar \u00e0 rutura do casal. Apesar do risco optou por concordar com a viagem mas pediu-lhe que lhe relatasse di\u00e1riamente os pormenores da rela\u00e7\u00e3o. Viu contentamento na cara da mulher, tendo ela concordado com o pedido do marido.<br \/>\nA viagem estava marcada para da\u00ed a duas semanas, dando tempo \u00e0 Joana para preparar as refei\u00e7\u00f5es e roupas das crian\u00e7as para a semana em que estaria ausente. Entretanto o Jo\u00e3o chamou \u00e0 aten\u00e7\u00e3o para um pormenor importante, como \u00e9 que iria contar ao Barbosa que o marido tinha aceitado que ela fosse viajar com ele para a Tail\u00e2ndia. Combinaram que a explica\u00e7\u00e3o a dar seria a de que uma colega de trabalho ganhou a viagem para duas pessoas no concurso da Ag\u00eancia Abreu na Feira do Turismo e como \u00e9 solteira convidou a amiga. Na semana anterior \u00e0 partida para a Tail\u00e2ndia ainda se encontraram para combinarem os pormenores da viagem e desfrutarem de mais uma tarde de sexo apaixonado, tendo experimentado outras posi\u00e7\u00f5es que lhes ter\u00e1 dado um gozo especial levando a Joana a atingir v\u00e1rios orgasmos. Como sempre o marido aguardava ansiosamente pela chegada da mulher para provar lentamente e com prazer os fluidos dos apaixonados e fazer amor recordando o prazer que a mulher tinha obtido.<br \/>\nA Joana saiu de casa \u00e1s seis e meia da manh\u00e3 porque o avi\u00e3o partia \u00e0s dez. Deixou o carro em cascais, junto ao apartamento do Barbosa e dirigiram-se para o aeroporto no carro do dele. O avi\u00e3o partiu com atraso de meia hora e foi a primeira vez que a Joana viajou em primeira classe num voo de longo curso. Ficou satisfeita com as mordomias que lhe dedicavam, guardanapos de pano aquecidos para limpar as m\u00e3os, aperitivo de champagne com morangos, chinelos e m\u00e1scara de descanso, diversas revistas e jornais do dia e muita aten\u00e7\u00e3o por parte das comiss\u00e1rias de bordo. Estiveram a ler durante uma parte da manh\u00e3 e por volta do meio dia e meia a hospedeira trouxe-lhes a ementa do almo\u00e7o, entrada de presunto de parma com abacate, medalh\u00f5es de lagosta com salada e bife wellington com batata torneada. Para sobremesa diversas frutas, doce e gelado. Com o caf\u00e9 serviram digestivos \u00e0 escolha, o Barbosa quis um Whisky de malte e a Joana n\u00e3o queria nada mas ele insistiu que bebesse um licor de Whisky que ela aceitou. A seguir ao almo\u00e7o estiveram a ver um filme e descansaram dormitando para recuperarem das poucas horas que dormiram. Antes do jantar aproveitaram o sil\u00eancio da cabine para se beijarem e apalparem-se mutuamente por baixo do cobertor, ele masturbava-a e ela agarrava-lhe no caralho que estava teso e muito excitado. Estiveram assim at\u00e9 ela atingir o orgasmo, passando de seguida a masturb\u00e1-lo e quando sentiu que ele estava prestes a vir-se meteu a cabe\u00e7a por debaixo do cobertor e bebeu toda a esporra. Serviram o jantar e prepararam-se para a aterragem no aeroporto de Phuket.<br \/>\nNo aeroporto \u00e0 espera deles estava uma carrinha da organiza\u00e7\u00e3o do congresso para os conduzir at\u00e9 ao resort de luxo situado junto \u00e0 praia. O alojamento era do tipo palhota mas muito bem decorado e com todas as condi\u00e7\u00f5es de habitabilidade, inclusive piscina privativa. Na mesa da sala estava o programa e hor\u00e1rios do congresso e folhetos com informa\u00e7\u00f5es de interesse turistico. O Barbosa teria de ir a algumas reuni\u00f5es mas conseguiria organizar-se de modo a darem passeios e escapadelas para visitar outros locais e ilhas. Nas horas em que ele obrigat\u00f3riamente teria de estar no congresso, a Joana iria \u00e0 praia e podia fazer algumas compras nas v\u00e1rias lojas da cidade. No primeiro dia do congresso o Barbosa teve de almo\u00e7ar com os colegas e s\u00f3 chegou ao resort por volta das cinco da tarde ainda a tempo de tomar um banho na piscina com a Joana que tinha passado o dia na praia a descansar n\u00e3o tendo ido a lado nenhum, o que lhe possibilitou telefonar ao marido e contar-lhe o decorrer da viagem e os acontecimentos do primeiro dia. \u00c1s sete e trinta tomaram um duche e foram jantar a um dos melhores restaurantes da ilha, o Kan Eang Pier situado na praia de Chalong n\u00e3o muito longe do resort e que tinha uma oferta de excelentes mariscos e peixes. Beberam uma garrafa de vinho branco franc\u00eas que os deixou bastante alegres e no regresso ao resort pela praia, ele corria atr\u00e1s dela apalpando-lhe as mamas e enfiando a m\u00e3o pelas pernas acima, situa\u00e7\u00e3o facilitada porque no inicio da viagem ele tinha-lhe pedido para naquela semana nunca vestir cuecas. O calor que se fazia sentir \u00e1quela hora da noite era t\u00e3o intenso e t\u00e3o acolhedor que os impeliu a deitarem-se na areia e fazerem amor em plena praia. Exaustos regressaram \u00e0 palhota para o merecido descanso.<br \/>\nNo dia seguinte o Barbosa s\u00f3 trabalhou de manh\u00e3 e programou-se para ter a tarde e o dia seguinte completamente livres para poder passear com a Joana. O programa era alugar um barco tradicional para darem uma volta pelas ilhas mais pr\u00f3ximas onde existiam praias isoladas parasidiacas e por uma quest\u00e3o de seguran\u00e7a pediram ao gerente do resort que lhes indicasse algu\u00e9m. Indicou Giovanni, um Barqueiro italiano muito bem parecido, com cerca de quarenta anos e que vivia em Phuket h\u00e1 quatro anos e tinha deixado o seu pa\u00eds onde tinha um emprego bem remunerado como economista mas que detestava. Feitas as apresenta\u00e7\u00f5es acordaram o itener\u00e1rio e o pre\u00e7o e partiram os tr\u00eas rumo \u00e0 ilha mais pr\u00f3xima, Koh Phi Phi Leh onde iriam passar uma noite acampados na praia de Maya Bay. A areia branca e fina e a \u00e1gua morna dum azul transparente foi convidativa a um banho de fim da tarde, hora a que chegaram \u00e0 ilha. O Giovanni tratou de montar as tendas onde iriam passar a noite, enquanto o barbosa e a Joana se enrolavam dentro de \u00e1gua com ele a despir-lhe o biquini e a tentar penetr\u00e1-la mas com a recusa dela porque o Giovanni os podia ver. O Barbosa insistiu mas ela n\u00e3o aceitou. Para jantarem voltaram \u00e0 ilha de Phi Phi onde puderam tomar um banho de \u00e1gua doce num chuveiro da praia e os tr\u00eas dirigiram-se a um restaurante aconselhado pelo Giovanni onde se comeu um delicioso peixe acompanhado dum excelente vinho. Para terminar a noite o Giovanni levou-os a umas barraquinhas de buckets, baldes de bebidas alco\u00f3licas, na praia de Lo Dalam onde experimentaram algumas, ficando a Joana bastante alegre e muito divertida. Acabaram no bar Slinky, com a Joana a dan\u00e7ar com os dois alternadamente. De madrugada regressaram a Maya Bay, acordando bastante cedo pelo calor que se fazia sentir nas tendas. O Giovanni preparou um bom pequeno almo\u00e7o com frutas frescas, sumos e croissants com manteiga e compota de frutos vermelhos e um caf\u00e9 de cevada que n\u00e3o era grande coisa mas beberam. O calor apertava e a praia estava t\u00e3o apelativa que os tr\u00eas mergulharam levando barbatanas e respiradores para observarem a fauna e flora aqu\u00e1tica orientados pelo Giovanni que conhecia muito bem os recifes. Para almo\u00e7arem dirigiram-se \u00e0 ilha de Koh Phi Phi Don onde tamb\u00e9m puderam fazer algumas compras. A meio da tarde regressaram a Maya Bay para arrumar as tendas e os utensilios e regressarem a Phuket onde chegaram ao anoitecer. Despediram-se do Giovanni e o Barbosa fez-lhe um convite para jantar com eles na palhota na v\u00e9spera da partida para Lisboa, que foi aceite com prazer. No dia seguinte o Barbosa n\u00e3o p\u00f4de faltar ao congresso e a Joana aproveitou para ligar ao marido a relatar-lhe as viv\u00eancias dos dois dias anteriores e saber dele e das crian\u00e7as. O Jo\u00e3o informou-a de que os mi\u00fados estavam \u00f3timos e que ele estava cheio de saudades mas excitadissimo com a situa\u00e7\u00e3o ao ponto de se masturbar todas as noites. Para se deslocar, a Joana pediu ao gerente do resort que lhe chamasse um taxi para ir a Vila Phuket na cidade de Phuket, onde p\u00f4de visitar v\u00e1rios pontos de refer\u00eancia tais como Limeligth Avenue, o mercado Lard Ploy Khong e o templo Wat Wichit Sangkaram. Almo\u00e7ou num restaurante tipico e passou o resto da tarde a percorrer as muitas lojas locais. \u00c1s quatro da tarde regressou ao resort e cheia de calor mergulhou na piscina onde se manteve at\u00e9 ir tomar um duche e preparar bebidas frescas para a chegada do Barbosa. Ele vinha suado e antes de se sentar a descansar foi tomar um duche. Refrescados e ainda n\u00fas debaixo dos roup\u00f5es, sentaram-se nos cadeir\u00f5es junto \u00e0 piscina a saborearem as bebidas e a conversarem sobre os acontecimentos do dia ao som de m\u00fasica tranquila. O Barbosa levantou-se e foi beij\u00e1-la carinhosamente. Abriu-lhe o roup\u00e3o e acariciou-lhe o corpo beijando-lhe as mamas e descendo at\u00e9 \u00e0 cona que lambeu com delicadeza e habilidade levando-a a atingir um prolongado orgasmo. Excitadissimo, levantou-se e pediu \u00e0 Joana para o chupar. F\u00ea-lo lenta e demoradamente introduzindo o p\u00e9nis na boca h\u00famida at\u00e9 sentir que ele estava prestes a vir-se. Deitou-se no cadeir\u00e3o e ele penetrou-a tendo ambos atingido o orgasmo quase em simult\u00e2neo com o suor a colar os corpos e a beijarem-se apaixonadamente. Depois do jantar estiveram sossegados a apreciar o c\u00e9u estrelado e adormeceram ao luar.<br \/>\nNo quinto dia o Barbosa fez gazeta ao congresso e alugou uma scooter para darem uma volta pela ilha e visitarem monumentos e praias. Antes de almo\u00e7o foram ver as quedas de \u00e1gua situadas na floresta tropical, com piscinas naturais, onde se banharam e sentiram a frescura que contrastava com o calor do trajeto. No Parque Natural de Sirinat ficaram encantados com as praias tranquilas e quase desertas de Nai thon e Nai Yang, tendo aproveitado para tomar banho, apesar da \u00e1gua estar morna. Almo\u00e7aram no restaurante de um hotel das imedia\u00e7\u00f5es, onde descansaram um pouco e da parte da tarde partiram \u00e0 visita de monumentos e templos. O Grande Buda, que \u00e9 uma est\u00e1tua de enormes dimens\u00f5es, fica situado na colina de Nakkerd que tem um miradouro com uma vista lind\u00edssima sobre v\u00e1rias praias da regi\u00e3o. De seguida visitaram o maior templo de Phuket, o Wat Chalong e terminaram o passeio cultural no Museu Nacional Thalang, onde obtiveram toda a informa\u00e7\u00e3o sobre a Ilha. De regresso \u00e0 cidade ainda foram visitar o Old Phuket Town, o bairro hist\u00f3rico mais antigo da cidade com edificios carateristicos do tempo da rota das especiarias. Regressaram ao resort e chamaram duas raparigas para uma massagem tailandesa que os ajudou a descomprimir da viagem. Com a ajuda delas, envolveram-se sexualmente e enquanto a penetrava, as duas massagistas acariciavam-lhes os corpos com tal sensusalidade que os levou a atingir r\u00e1pidamente o orgasmo. O Barbosa foi tomar banho e a Joana aproveitou para ligar ao marido a fazer o relato do dia e saber dos mi\u00fados porque as saudades apertavam.<br \/>\nO encerramento do congresso deu-se na manh\u00e3 do sexto dia e por volta da hora do almo\u00e7o o Barbosa regressou ao resort. Este era o \u00faltimo dia antes da partida para Lisboa e iriam aproveitar a tarde para gozarem a praia e prepararem o jantar para o barqueiro convidado, o Giovanni. O gerente do resort comprometeu-se a ajud\u00e1-los e pediu ao chefe de cozinha que cozinhasse duas lagostas e tr\u00eas filets mignons que seriam acompanhados de excelente vinho branco e tinto por ele selecionados. O Giovanni chega por volta das nove da noite, todo vestido de branco, o que fazia real\u00e7ar o moreno da sua tez e trazia uma garrafa de vinho branco que pediu para p\u00f4r a arrefecer. Convidaram-no a tomar uma bebida e uns aperitivos salgados junto \u00e0 piscina, tendo os homens optado pelo whisky e a Joana por um mojito divinamente preparado pelo Giovanni. Na conversa antes do jantar ficou a saber-se que o Giovanni tinha sido casado e que a decis\u00e3o de deixar a It\u00e1lia tinha a ver com o facto de a mulher, com quem vivia h\u00e1 catorze anos, o ter tra\u00eddo com o melhor amigo. Na Tail\u00e2ndia teve algumas aventuras e desde h\u00e1 cerca de um ano mantem uma rela\u00e7\u00e3o com uma rapariga tailandesa mas \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o aberta porque tinha prometido a si pr\u00f3prio n\u00e3o voltar a sofrer por amor. A refei\u00e7\u00e3o estava \u00f3tima e bebeu-se bastante, ficando todos muito alegres e bem dispostos. O Barbosa p\u00f4s m\u00fasica calma dos anos oitenta e convidou a Joana para dansar enquanto o Giovanni preparava um charro que foi passando por todos, deixando-os hilariantes e ao mesmo tempo muito Zen. Este ambiente propiciava libertarem-se de todos os preconceitos e o Giovanni perguntou ao Barbosa se podia dansar com a Joana. O Barbosa abriu os bra\u00e7os numa atitude de concord\u00e2ncia e p\u00f4s uma m\u00fasica do John Lennon, Woman. A Harmonia e beleza da m\u00fasica proporcionava dansar-se mais agarrado, com o Giovanni a acariciar os cabelos e costas da Joana e ela a deixar-se conduzir com os olhos semicerrados, olhando de vez em quando para o Barbosa que lhe sorria manifestando consentimento. No ar sentia-se um ambiente de sensualidade e erotismo e sem que o par desse por isso, o Barbosa despiu-se completamente e mergulhou na piscina, fazendo com que eles parassem de dansar e se rissem da cena. Acenou-lhes para que se despissem e se juntassem a ele, o que fizeram impelidos pela bebida e fuminhos. Mergulharam para junto do Barbosa que se agarrou \u00e0 Joana apalpando-lhe o corpo e ficando excitado. O Giovanni mantinha-se um pouco afastado do casal mas o Barbosa chamou-o para junto deles e colocou a Joana no meio dos dois, que r\u00e1pidamente se apercebeu da excita\u00e7\u00e3o dos homens junto do seu corpo. Ao ouvido, o Barbosa sussurou-lhe que desejava que ela se entregasse aos dois. Ela acedeu mas o Giovanni tinha de usar preservativo para ela se sentir confort\u00e1vel. O Barbosa sa\u00edu da \u00e1gua para ir buscar o preservativo e a Joana ficou envolvida com o Giovanni a beijarem-se e acarciarem-se mut\u00faamente. Sairam da \u00e1gua e foram para o quarto, a Joana deitada de costas beijava o Barbosa enquanto o Giovanni lhe lambia a cona levando-a ao extase. N\u00e3o aguentando mais, preparava-se para a foder quando o Barbosa lhe deu o preservativo, que colocou, penetrando-a de imediato. O caralho dele era bem mais pequeno que o do Barbosa mas estava t\u00e3o teso que provocou v\u00e1rios orgasmos na Joana e largou grandes quantidades de s\u00e9men no preservativo. Beijou-a, agradeceu-lhes a noite de prazer que lhe tinham proporcionado e extenuado sentou-se a descansar observando o Barbosa que tinha aproximado o p\u00e9nis da boca da Joana que o chupava lentamente como ele gosta e ao cabo de alguns minutos esporrou-se agarrando-lhe a cabe\u00e7a para ela beber tudo. O Giovanni despediu-se convidando-os a numa pr\u00f3xima vinda a Phuket ficarem hospedados em sua casa.<br \/>\nNo dia seguinte, dia da partida para Lisboa, estavam com uma enorme dor de cabe\u00e7a e a Joana comentava com o Barbosa como tinha sido poss\u00edvel terem passado uma noite t\u00e3o louca. A resposta era simples, muita bebida e charros!!!!<br \/>\nDespediram-se do gerente agradecendo a magnifica hospitalidade, dizendo-lhe que iriam recomendar o resort aos amigos. \u00c1s nove da manh\u00e3 foram para o aeroporto e j\u00e1 no Freeshop a Joana aproveitou para comprar umas lembran\u00e7as para os m\u00edudos e para o marido e telefonar-lhe a comunicar que deveria chegar a casa por volta das dez da noite. O avi\u00e3o descolou com atraso de vinte minutos e mais uma vez se repetiram as mordomias da primeira classe. Ensonados, ainda da noitada anterior, adormeceram e s\u00f3 acordaram quando a hospedeira lhes pediu para escolherem o almo\u00e7o. Depois da refei\u00e7\u00e3o voltaram a adormecer e passadas umas horas a Joana acordou com a m\u00e3o do Barbosa a masturb\u00e1-la por baixo do cobertor fazendo esfor\u00e7o para n\u00e3o fazer barulho enquanto se esporrava. Cheia de vontade de fazer chi-chi, disse ao Barbosa que tinha de ir \u00e0 casa de banho, levantou-se, sentiu que ele a seguia e quando abriu a porta ele tamb\u00e9m entrou. Sentou-se na sanita, aliviou-se e depois de se limpar viu que ele tinha baixado as cal\u00e7as e estava completamente teso, agarrou-a, virou-a de costas e enfiou-lhe o caralho at\u00e9 se esporrar. Voltaram para os lugares e a Joana a titulo de piada disse-lhe que at\u00e9 chegarem a casa ele n\u00e3o lhe tocava mais!!!, riram e voltaram a descansar at\u00e9 aterrarem no aeroporto de Lisboa. Chegaram por volta das nove da noite e foram diretamente a cascais buscar o carro da Joana. Despediram-se beijando-se demoradamente e combinaram telefonar-se. A Joana chegou a casa \u00e1s dez e meia da noite, foi beijar os m\u00edudos que j\u00e1 estavam na cama e depois de abra\u00e7ar e beijar o marido, sentaram-se na sala a conversar sobre a vida dele e das crian\u00e7as na passada semana. Combinaram que no dia seguinte ela lhe contaria tudo com pormenores e foram deitar-se sem fazerem amor, apesar do Jo\u00e3o o desejar muito mas a Joana estava de rastos.<br \/>\nNo dia seguinte a Joana foi passear com os mi\u00fados para matar saudades e da parte da tarde, enquanto as crian\u00e7as estavam a brincar, p\u00f4de contar ao marido, com pormenor, as cenas mais escaldantes da viagem. Quando chegou \u00e0 parte do envolvimento com o Giovanni, ela fez um par\u00eantesis para dizer ao marido que apesar de estarem todos charrados e cheios de copos, para ela, o facto do Barbosa lhe ter pedido para fazer amor com o italiano significava que tamb\u00e9m ele tinha a fantasia de v\u00ea-la envolvida com terceiros, o que a deixou estupefacta. Ser\u00e1 que existem muitos homens com a tara do marido?!!! N\u00e3o escondeu que o Barbosa \u00e9 um homem muito interessante e que se sentiu apaixonada por ele, mas exatamente por isso chegou a hora de manter algum afastamento.<br \/>\nO Jo\u00e3o adorou a viagem que n\u00e3o existiu!!!!!\u2026.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Enviado por Jo\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Terminado o almo\u00e7o o Barbosa prop\u00f4s \u00e0 Joana mostrar-lhe o apartamento que tinha em Cascais, onde poderiam beber um caf\u00e9 e continuarem a conversar calmamente. Este apartamento n\u00e3o era a resid\u00eancia de familia do Barbosa mas um local privado onde ele se refugiava. 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