{"id":9103,"date":"2019-04-04T09:07:22","date_gmt":"2019-04-04T12:07:22","guid":{"rendered":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/revista\/?p=9103"},"modified":"2019-04-04T09:07:39","modified_gmt":"2019-04-04T12:07:39","slug":"contos-eroticos-combinado-e-combinado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/contos-eroticos-combinado-e-combinado\/","title":{"rendered":"Contos er\u00f3ticos: Combinado \u00e9 combinado"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 quem diga que pornografia vicia, e por minha experi\u00eancia, \u00e9 isso mesmo. \u00c9 como uma droga. O meu v\u00edcio come\u00e7ou cedo; na \u00e9poca, os meninos se iniciavam com revistas como Playboy e Ele Ela, geralmente emprestadas (em segredo) do pai, do irm\u00e3o mais velho, do vizinho. Com sorte, de vez em quando algum colega de escola conseguia uma daquelas fotonovelas pornogr\u00e1ficas, mas esta era uma droga pesada e dif\u00edcil de obter. Internet ainda n\u00e3o existia, claro. Os garotos de hoje n\u00e3o fazem ideia de como era mais complicada a nossa vida \u2014 mas, por outro lado, era tamb\u00e9m muito mais recompensador quando consegu\u00edamos algo assim. <\/p>\n<p>Eu tinha algo como 12 anos quando comprei pela primeira vez uma revista de mulher pelada. Fui sozinho \u00e0 banca de revistas, tremendo de medo. Peguei uma Playboy, entreguei ao jornaleiro junto ao dinheiro. Temia que ele dissesse que n\u00e3o poderia me vender aquilo pois eu era menor de idade, ou que me dedurasse aos meus pais. Mas que nada, nem deu import\u00e2ncia. E minutos depois estava eu em casa, me masturbando pela primeira vez.<br \/>\nOs anos passaram, vieram filmes porn\u00f4, veio a internet, vieram os sites de v\u00eddeos porn\u00f4. Como toda droga, a gente acaba indo atr\u00e1s de coisas cada vez mais pesadas para obter o mesmo resultado. Olhar foto de mulher pelada de repente n\u00e3o era mais suficiente. E assim fui trilhando o caminho: primeiro os v\u00eddeos de sexo anal, depois oral, depois m\u00e9nage (bom ou ruim). Me lembro bem da primeira vez que vi um v\u00eddeo com duas mulheres chupando um pau e, depois do cara gozar na boca de uma delas, elas se beijavam e literalmente jogavam a porra de uma boca para a outra. Ou aquele outro, em que enquanto um cara come o cu de uma mo\u00e7a, ela chupa porra do cu de outra mo\u00e7a que tinha acabado de ser comida. Eu sempre achava nojento a princ\u00edpio, mas segundos depois j\u00e1 estava procurando mais, enquanto batia umazinha. A esta altura eu j\u00e1 estava casado, com uma vida sexual bastante normal, mas nunca deixei o v\u00edcio da pornografia e da masturba\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Do computador passei para o smartphone; dos sites de v\u00eddeo, para o Tumblr \u2014 que, at\u00e9 acabarem com a toler\u00e2ncia a conte\u00fado adulto recentemente, era a plataforma perfeita. Sabendo seguir as p\u00e1ginas certas, qualquer pervertido acha qualquer tipo de divers\u00e3o, em doses diretas na veia, praticamente um Instagram da pornografia. Das p\u00e1ginas de anal, oral e m\u00e9nage, fui para as de gaping, bukkake, dogging, suruba, glory holes, e por a\u00ed vai. At\u00e9 que, aos poucos, notei que come\u00e7ava a ficar mais frequente na minha timeline um novo tipo de entretenimento, para o qual de in\u00edcio n\u00e3o dei muita aten\u00e7\u00e3o (eu na verdade achava aquilo muito esquisito, mesmo para os padr\u00f5es do que eu j\u00e1 estava vendo). Mas tudo mudou quando deparei com um v\u00eddeo em que uma mo\u00e7a est\u00e1 sentada ao lado de um rapaz em uma mesa ao ar livre, enquanto o marido dela conversa ao telefone poucos metros \u00e0 frente. Quando o marido se vira e olha para o outro lado, a mo\u00e7a se abaixa e chupa o pau do rapaz. Me lembro bem de ter pensado \u201cque coisa mais bizarra\u201d, mas meu pau tinha outros planos, revelados a mim por meio de uma ere\u00e7\u00e3o daquelas dif\u00edceis esquecer. \u201cOpa, tem algo a\u00ed\u201d, pensei, enquanto batia umazinha. Dias depois, esbarrei em mais um v\u00eddeo que mexeu comigo: em um jantar em uma casa bacana, o anfitri\u00e3o faz sinal \u00e0 esposa, que se abaixa e, sob a mesa, chupa o pau de cada um dos homens convidados, enquanto suas esposas assistem entre excitadas e assustadas. Novamente, meu pau me deixava claro o que estava achando do que eu via ali.<\/p>\n<p>O tempo passou, acabei encontrando muito mais conte\u00fado assim, descobri que isso tinha at\u00e9 nome (o que \u00e9 \u00f3timo, pois assim a gente v\u00ea que n\u00e3o est\u00e1 maluco, ou pelo menos que n\u00e3o est\u00e1 maluco sozinho): cuckolding. Em algumas semanas, eu j\u00e1 estava seguindo v\u00e1rias p\u00e1ginas de cuckolds e hotwives no Tumblr e, comprovando que isso \u00e9 como droga, de repente um simples analzinho nem me animava mais. Mas eu n\u00e3o tinha como imaginar o que estava por vir a seguir.<br \/>\nUm belo dia, resolvi mostrar alguns desses v\u00eddeos \u00e0 minha esposa, enquanto trans\u00e1vamos. \u201cVoc\u00ea gosta dessa ideia?\u201d, perguntou ela. \u201cAh\u00e3\u201d, respondi. E seguimos olhando outros v\u00eddeos e fantasiando enquanto eu a comia. Isso se repetiu algumas vezes, e parecia que era apenas mais uma de muitas fantasias que apimentavam nosso sexo. Mas, com o tempo, come\u00e7amos a conversar sobre isso mesmo quando n\u00e3o est\u00e1vamos transando. Passei a encaminhar v\u00eddeos e GIFs de cuckolding para ela por WhatsApp, e troc\u00e1vamos mensagens picantes sobre isso com bastante frequ\u00eancia. At\u00e9 que um dia ela veio a mim: \u201cvoc\u00ea sabe que n\u00e3o pode fazer isso comigo, n\u00e9?\u201d. \u201cO qu\u00ea?\u201d, respondi. \u201cEu nunca pensava nisso, mas voc\u00ea fez um trabalho t\u00e3o completo de plantar essa ideia na minha cabe\u00e7a, tipo o filme Inception, que me deixou muito curiosa. O que eu fa\u00e7o com isso agora?\u201d. \u201cAcho que essa \u00e9 uma fantasia que n\u00e3o podemos realizar, \u00e9 perigoso, n\u00e3o d\u00e1\u201d, respondi. \u201cEnt\u00e3o por que voc\u00ea est\u00e1 excitado?\u201d, disse ela, apontando para meu pau. De fato, ele estava t\u00e3o duro que dava para ver a ere\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia, mesmo atrav\u00e9s da bermuda.<br \/>\nConcordamos em come\u00e7ar a brincar mais seriamente com o assunto. Primeiro pedi a ela que entrasse em salas de sexo em sites de bate-papo virtual, mas ela disse que n\u00e3o se sentia \u00e0 vontade em fazer isso com estranhos. \u201cQual \u00e9 sua sugest\u00e3o?\u201d, perguntei. E ela: \u201ceu nunca te disse isso, mas tinha um amigo, um ex-colega de trabalho, que sempre dava em cima de mim, e chegamos a flertar um pouco, mas quando vi que ia ficar s\u00e9rio eu cortei, porque, afinal, sou casada! Ele \u00e9 casado tamb\u00e9m, mas eu poderia come\u00e7ar por a\u00ed, voltar a trocar mensagens com ele, que tal?\u201d. Ao ouvir isso o sangue subiu, os ci\u00fames, \u201ccomo ela me fez isso e nem me disse nada?!\u201d. Ao mesmo tempo, meu pau, novamente, me tra\u00eda. N\u00e3o consegui nem dizer nada: ela pegou nele, constatou por si mesma, olhou para mim e sorriu maliciosamente. S\u00f3 pude concordar: \u201cOK, pode trocar mensagens com ele, diabos\u201d.<br \/>\nE assim se passaram mais algumas semanas, em que ela seguia sexting com o tal amigo e me mostrando as mensagens durante nosso sexo. As mensagens, inevitavelmente, foram ficando cada vez mais quentes, at\u00e9 que o sujeito resolveu convid\u00e1-la para um encontro real. \u201cO que eu digo a ele?\u201d, me perguntou minha esposa. \u201cEu deveria responder que n\u00e3o, mas acho que voc\u00ea j\u00e1 sabe o que fazer\u201d, respondi. E, mais uma vez, ela pegou no meu pau e constatou como estava ficando dura minha situa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nE eis que, com meu am\u00e9m e na minha frente, minha esposa estava agendando um encontro, que ambos imaginavam como terminaria, com um cara que eu nem conhecia mas que sabia que j\u00e1 tinha despertado interesse nela. O que poderia dar errado, n\u00e3o \u00e9 mesmo?<\/p>\n<p>Assisti enquanto ela se depilava. Assisti enquanto ela vestia sua calcinha mais sexy (que havia comprado para usar comigo) e seu vestido mais curto. Assisti enquanto se maquiava. Assisti enquanto borrifava perfume no decote. Assisti enquanto ela subia no salto mais alto. N\u00e3o consegui dizer nada enquanto ela me dava seu \u00faltimo selinho inocente e me perguntava: \u201ctem certeza de que quer isso? Ainda posso cancelar. Eu nem sei se quero mesmo ir, me deu um medinho agora. S\u00f3 transei com dois caras at\u00e9 hoje, voc\u00ea sabe\u201d. E eu: \u201cn\u00e3o tenho certeza e estou com medo tamb\u00e9m, mas&#8230;\u201d, e a fiz pegar no meu pau. Duro, de novo, como pedra (de que lado ele estava?!). Ela foi.<br \/>\nEnquanto a esperava voltar, depois de bater algumas umazinhas, me peguei pensando: \u201ctomara que n\u00e3o tenha rolado nada, de repente eles s\u00f3 est\u00e3o em um bar conversando; ela deve ter ficado com vergonha, n\u00e3o fizeram nada, \u00e9 isso\u201d. Mas as horas foram passando. \u00c0s tr\u00eas da manh\u00e3 ela finalmente voltou. \u201cE a\u00ed? O que aconteceu?\u201d, perguntei, torcendo para que dissesse que n\u00e3o tinham feito nada. Ela n\u00e3o respondeu. Apenas se despiu e veio para cima de mim. Notei a porra escorrendo pelas coxas dela, exatamente como eu fantasiava. Senti o gosto de porra no beijo dela, do jeito como bizarramente eu queria (mas n\u00e3o sem ficar um pouco indignado: ela nunca me deixava gozar na boca dela). Transamos, enquanto ela me contava os detalhes do encontro. Eu nunca tinha gozado t\u00e3o gostoso.<br \/>\nNo dia seguinte, envergonhado, nem consegui falar sobre o assunto. Nem ela. Foram v\u00e1rios dias de \u201cfaz de conta que n\u00e3o aconteceu\u201d at\u00e9 ela me dizer que o amigo a estava convidando novamente a encontr\u00e1-lo. \u201cAmor, desculpa, mas eu quero ir\u201d, disse ela, quase implorando com os olhinhos de mel. Mais uma vez, eu quis dizer n\u00e3o, mas meu pau respondeu por mim. Antes de sair de casa para o segundo encontro, ela me beijou na boca, pegou nele, e sussurrou no meu ouvido: \u201co dia que voc\u00ea n\u00e3o estiver com uma ere\u00e7\u00e3o quando eu for sair ou quando eu voltar pra casa, eu paro, t\u00e1?\u201d. \u201c\u00c9 justo\u201d, respondi, \u201ccombinado\u201d. E ela: \u201ccombinado!\u201d.<br \/>\nE assim foi. A boa not\u00edcia \u00e9 que nunca mais precisei procurar pornografia na internet. A m\u00e1 \u00e9 que os encontros deles ficaram cada vez mais frequentes. Acostumei com a porra na boca e na buceta dela depois dos encontros. O interessante \u00e9 que at\u00e9 aqui o amigo dela n\u00e3o sabia que eu sabia. Um dia, pedi que ela contasse a ele, pois eu queria ver com meus pr\u00f3prios olhos, em vez de ouvir dela os detalhes. Ele relutou, mas topou, e eis que pude assistir \u00e0 minha pr\u00f3pria mulher dando com vontade para outro homem, e gozando, v\u00e1rias vezes, de um jeito que h\u00e1 muito tempo eu n\u00e3o conseguia fazer. No primeiro dia, s\u00f3 assisti. No segundo, minha esposa me chupou enquanto o amigo a comia por tr\u00e1s. No terceiro? Bem, n\u00e3o houve terceira vez. Minha esposa veio me dizer que o amigo dela n\u00e3o tinha gostado muito da experi\u00eancia de ter outro homem no quarto e que tinha pedido a ela que eu n\u00e3o participasse mais. \u201cComo \u00e9 que \u00e9?\u201d, perguntei, \u201cdesde quando \u00e9 ele que faz as regras? Se \u00e9 assim, acabou, n\u00e3o quero mais\u201d. Mas, novamente, fui tra\u00eddo pelo meu pau. \u201cCombinado \u00e9 combinado\u201d, disse ela, enquanto avaliava com a m\u00e3o a rigidez dentro na minha cueca, \u201cs\u00f3 posso parar quando ele n\u00e3o ficar duro, lembra?\u201d. Sou um homem de palavra, maldi\u00e7\u00e3o. Corno, mas de palavra!<\/p>\n<p>Entramos abruptamente em uma nova fase. Agora ela n\u00e3o me mostrava mais as mensagens que trocava com o amigo. N\u00e3o me avisava mais quando ia encontr\u00e1-lo, simplesmente sumia. Come\u00e7ou a flertar com outros, \u00e0s vezes na minha frente. Colegas de academia e de trabalho. Desconhecidos na rua, em restaurantes, em lojas, no \u00f4nibus. Aquilo de n\u00e3o querer fazer isso com desconhecidos? Pois \u00e9, passou o medo dela. Manteve o amigo como amante regular, mas come\u00e7ou a transar tamb\u00e9m com quem lhe desse na telha, quando e onde lhe desse vontade. \u00c0s vezes, com dois ao mesmo tempo. Eventualmente, com tr\u00eas. Come\u00e7ou a sair com mulheres e casais tamb\u00e9m. A safada sabia que eu fantasiava em transar com duas ao mesmo tempo, mas nunca me deixou participar. Mas eu mereci isso, \u00e9 claro. Fui eu que a fiz entrar na minha fantasia cuckold\/hotwife. A vingan\u00e7a dela foi realizar a fantasia do m\u00e9nage para outro cara e a esposa dele, me deixando, desculpe o trocadilho, na m\u00e3o.<br \/>\nL\u00e1 pelas tantas, passou a sair de casa com um plug enfiado no cuzinho \u2014 ela, que at\u00e9 h\u00e1 pouco tempo nem sequer gostava de sexo anal e quase nunca fazia comigo. Come\u00e7ou com um plug de metal pequeno, que eu mesmo tinha dado a ela. Depois comprou um maior, e depois outro maior ainda. De vez em quando, me pedia para colocar nela. Outras, ao sair para mais um encontro, s\u00f3 levantava a saia para me mostrar que ele estava l\u00e1 dentro. Do jeito que eu a ensinei, afinal.<br \/>\nNas novas aventuras dela, eu s\u00f3 ficava sabendo o que ela tinha feito depois da volta dela para casa, \u00e0s vezes ap\u00f3s dias de aus\u00eancia e sem nenhuma not\u00edcia. Mas a gota d\u00b4\u00e1gua mesmo foi no dia em que chegou em casa, depois de uma semana sem dar as caras, e abriu a bolsa, cheia de dinheiro. \u201cO que \u00e9 isso?!\u201d, perguntei, j\u00e1 imaginando a resposta. \u201cPois \u00e9, lembra daquela minha fantasia de fingir que sou puta?\u201d, disse ela, sorrindo, e continuou: \u201cmas pode ficar com o dinheiro, n\u00e3o quero me sentir suja\u201d. \u201cPelo jeito voc\u00ea cobrou caro, n\u00e9?\u201d, respondi, \u201ctem bastante dinheiro aqui\u201d. E ela: \u201cn\u00e3o cobrei caro, n\u00e3o. A demanda \u00e9 que foi alta mesmo\u201d. Fiquei sem rea\u00e7\u00e3o. Exceto pelo meu pau, claro. Rea\u00e7\u00e3o de sempre l\u00e1 embaixo.<\/p>\n<p>Mas a criatividade dela n\u00e3o tinha acabado: um dia, chegou com o cu cheio de porra, tudo ainda l\u00e1, j\u00e1 que o plug n\u00e3o tinha deixado escapar nada. \u201cAgora tira o plug bem devagarinho, e chupa meu cuzinho\u201d, disse ela. \u201cN\u00e3o, isso n\u00e3o, isso passa dos limites, n\u00e3o tem como eu fazer isso\u201d. Ela nem se deu ao trabalho de dizer nada. S\u00f3 apontou para o meu pau. \u201cOK, OK, j\u00e1 sei\u201d.<br \/>\nMais algumas semanas se passaram, e ela come\u00e7ou a nem aguentar mais transar comigo ao voltar para casa, de t\u00e3o exausta. Chegava, me beijava (o gosto de porra, sempre l\u00e1), ia para o chuveiro e depois para a cama dormir. Eu ficava cada vez mais consternado com a situa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o sabia o que fazer. Pedi finalmente que ela parasse. A resposta dela? \u201cCombinado \u00e9 combinado\u201d. Eu j\u00e1 comentei que sou um homem de palavra? E o maldito estava sempre duro quando ela voltava. Sempre&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 quem diga que pornografia vicia, e por minha experi\u00eancia, \u00e9 isso mesmo. \u00c9 como uma droga. O meu v\u00edcio come\u00e7ou cedo; na \u00e9poca, os meninos se iniciavam com revistas como Playboy e Ele Ela, geralmente emprestadas (em segredo) do pai, do irm\u00e3o mais velho, do vizinho. 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