{"id":9679,"date":"2026-09-28T14:46:30","date_gmt":"2026-09-28T17:46:30","guid":{"rendered":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/revista\/?p=9679"},"modified":"2026-09-28T14:51:30","modified_gmt":"2026-09-28T17:51:30","slug":"contos-eroticos-a-vizinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/contos-eroticos-a-vizinha\/","title":{"rendered":"Contos er\u00f3ticos: A Vizinha"},"content":{"rendered":"<p>Faz uma fria manh\u00e3 de sexta-feira no Rio de Janeiro, quando desperto com o soar irritante do interfone, olho pro ladoe o rel\u00f3gio marca exatamente nove horas, estou s\u00f3 na cama, minha mulher viajou a trabalho j\u00e1 faz sete dias. Venta muito e a cortina da janela entreaberta se agita. Levanto meio cambaleante e naquele estado de rigidez peniana inerente ao p\u00f3s-sono, fecho a janela, atendo o interfone, e uma doce e melosa voz feminina me diz:<br \/>\n\u2014 \u00c9 o seu Paulo do 203?<br \/>\n\u2014 Sim (respondo)<br \/>\n\u2014 Aqui \u00e9 Solange do 303, lembra-se de mim?<br \/>\nMoro num pequeno pr\u00e9dio de tr\u00eas andares, com dois apartamentos por andar e que n\u00e3o tem porteiro nem elevador e tenho um tremendo tes\u00e3o nessa minha vizinha. Ela aparenta uns 45\/50 anos, mais ou menos 1, 64 m de altura, n\u00e3o \u00e9 nenhum padr\u00e3o de beleza feminina atual, ela tem at\u00e9 um pouco<br \/>\nde sobre peso, mas at\u00e9 j\u00e1 foi um dia, me lembra muito aqueles nus rococ\u00f3s femininos de grandes mestres da pintura do s\u00e9culo XVIII. A c\u00fatis alva como a neve, longos cabelos negros, grandes olhos castanhos, sorriso largo, seios fartos,<br \/>\na barriguinha saliente, grandes gl\u00fateos, coxas grossas, roli\u00e7as&#8230; Ela \u00e9 casada e tem uma filha adolescente. O casal, pelo<br \/>\nmenos aparentemente, se d\u00e1 muito bem, por\u00e9m, desde quando nos conhecemos, j\u00e1 faz um ano e meio quando me mudei e estava instalando minha antena da televis\u00e3o no telhado do pr\u00e9dio e ela estava na varanda. Sempre que nos cruzamos.tenho a sensa\u00e7\u00e3o de que ela me d\u00e1 mole, sempre muito<br \/>\nam\u00e1vel, sorridente&#8230; um ar malicioso e sensual que me causa confus\u00e3o e uma tenta\u00e7\u00e3o quase irresist\u00edvel.<br \/>\n\u2014 Claro que me lembro (disse eu)<br \/>\n\u2014 \u00c9 que o com vento minha antena soltou e caiu aqui na varanda. O senhor pode me ajudar? Meu marido j\u00e1 foi trabalhar e minha filha est\u00e1 no col\u00e9gio&#8230; (disse ela aflita)<br \/>\n\u2014 Sim, claro, s\u00f3 que acabei de acordar, daqui a uns 30<br \/>\nminutos estarei a\u00ed, t\u00e1 bom?<br \/>\n\u2014 Ok. (Respondeu ela)<br \/>\nSenti a adrenalina subir, o ritmo card\u00edaco disparou,<br \/>\na mente vacilou, meu pau que j\u00e1 estava duro, chegou a latejar. Fui para o banheiro, liguei o aquecedor, entrei na \u00e1gua<br \/>\nquente e me masturbei lentamente, na espuma, imaginando loucuras.<br \/>\nMais calmo, uns 20 minutos depois j\u00e1 estava tocando no 302, ela atendeu com um vestidinho de al\u00e7as branco e decotado e sem suti\u00e3, aqueles belos peitos seminus&#8230; Bati logo<br \/>\ncom os olhos nos seus mamilos, que estavam r\u00edgidos como duas flechas e pareciam querer furar o fino tecido que os<br \/>\nencarceravam. N\u00e3o disfarcei. Ela tamb\u00e9m n\u00e3o demonstrou nenhum constrangimento.<br \/>\n\u2014 Bom dia dona Solange. (cumprimentei)<br \/>\n\u2014 Bom dia. Pode me chamar de Sol. (respondeu ela sorrindo)<br \/>\nConvidou-me a entrar, entrei e coloquei minha bolsa de ferramentas na mesa redonda no centro da sala, e ela foi logo me mostrando o estrago na varanda, n\u00e3o fora nada de<br \/>\nmais, era s\u00f3 recolocar a antena no lugar. Foi quando eupercebi que havia esquecido uma ferramenta em casa e disse a ela:<br \/>\n\u2014 esqueci minha chave de fenda&#8230; Vou rapidinho em casa.<br \/>\n\u2014 N\u00e3o precisa, eu tenho algumas aqui. Disse ela, e foi buscar uma escada, a qual encostou na parede do corredor que liga a sala aos dois quartos do apartamento, onde ao<br \/>\nalto, do lado oposto \u00e0s portas h\u00e1 um arm\u00e1rio embutido.<br \/>\nEu, no centro da sala, h\u00e1 uns cinco, ou seis metros de dist\u00e2ncia, mexia nas minhas ferramentas quando ela come\u00e7ou a subiu na escada e procurar a tal chave, quando de repente num movimento<br \/>\nbrusco, a escada escorregou na parede inexplicavelmente<br \/>\ne caiu para o lado esquerdo causando um estrondo que, junto com o grito que ela deu, me deu um puta susto. Imediatamente corri para acud\u00ed-la, ela ficara gemendo com o tronco pra dentro do arm\u00e1rio e com as pernas, que tremiam<br \/>\nfreneticamente penduradas junto \u00e0 parede, instintivamente agarrei seus tornozelos para evitar que ela escorregasse, quando percebi que ela estava, apesar da situa\u00e7\u00e3o, segura, ela s\u00f3 cairia se elevasse seu tronco. Ent\u00e3o falei:<br \/>\n\u2014 Calma! N\u00e3o se mexe. \u2014 Aaai, aaai, aaai, socorro ( murmurava ela baixinho<br \/>\ne tremendo muito )<br \/>\nSoltei-a um instante para recolocar a escada entre suas pernas e a parede, peguei j\u00e1 acariciando seus pesinhos alvos e macios que vibravam de medo, coloquei-os em seguran\u00e7a<br \/>\nnum dos degraus da escada e continuei a acaricia-los, a essa altura j\u00e1 mais maliciosamente do que qualquer coisa,<br \/>\npor\u00e9m ela ficou im\u00f3vel. A pouco mais de meio metro acima da minha cabe\u00e7a aquelas coxas gostosas&#8230; Tremendo, o vestido agora cobria s\u00f3 aquela bunda farta, a qual eu ansiava ver por dentro do vestido&#8230;<br \/>\n\u2014 Pode descer agora. (disse-lhe, ainda acariciando seus pesinhos fofos) \u2014 T\u00f4 com medo&#8230; n\u00e3o vai cair?&#8230; (perguntou ela aindainsegura)<br \/>\n\u2014 N\u00e3o&#8230; t\u00e1 tudo bem agora&#8230; Voc\u00ea se machucou? (perguntei j\u00e1 massageando suavemente suas panturrilhas)<br \/>\n\u2014 N\u00e3o&#8230; Mas n\u00e3o vai mesmo cair?&#8230; (questionou ela,<br \/>\nque deixou de tremer e agora ofegava )<br \/>\n\u2014 pode descer&#8230; t\u00f4 te segurando&#8230; (Disse eu, amparando<br \/>\nlevemente suas coxas e j\u00e1 com as pernas bambas e salivando)<br \/>\nEu sentia pulsar sua adrenalina em minhas m\u00e3os e fui por ela contaminado, meu pau come\u00e7ou pulsar e crescer, ela afastou os p\u00e9s ao m\u00e1ximo um do outro os colocando na extremidade<br \/>\ndo degrau e, em vez levantar o tronco para descer, come\u00e7ou<br \/>\na movimentar sua cintura, rebolando lentamente de um lado<br \/>\npara o outro e mantendo-se no \u00e2ngulo de 90 graus, movimentou<br \/>\nrapidamente seu quadril para tr\u00e1s, quase esfregando aquilo tudo na minha cara&#8230; pude olhar por baixo do seu vestido e me arrepiei todo: ela estava sem calcinha&#8230;<br \/>\nCompletamente depilada&#8230; Ent\u00e3o voltou com tronco pra dentro do arm\u00e1rio murmurando<br \/>\n&#8212;N\u00e3o&#8230; N\u00e3o&#8230; N\u00e3o&#8230;<br \/>\n\u2014Calma&#8230; Eu vou te ajudar&#8230; (disse eu enlouquecidode tes\u00e3o)<br \/>\nPassei a acariciar o lado de fora de suas pernas, encostei<br \/>\nmeu rosto a uma delas, o perfume da sua pele me entorpeceu, comecei a lamber desde o tornozelo, subindo e alternando<br \/>\nentre uma e outra perna e deixando escorrer a saliva que flu\u00eda da minha boca sedenta, subi na escada e alcancei as coxas, ela gemia e rebolava, levantei o vestidinho com<br \/>\na cabe\u00e7a e enfiei e esfreguei a cara toda naquelas n\u00e1degas, a fragr\u00e2ncia ficou mais intensa&#8230; a l\u00edngua se esgueirava el\u00e9trica por toda a extens\u00e3o daquela suculenta e carnuda vagina, passando pelo per\u00edneo at\u00e9 alcan\u00e7ar o interior daquele cuzinho rosado, lindo&#8230; Ela gemia&#8230; Rebolava e soltava gritinhos&#8230; Enlouquecida&#8230;<br \/>\nAfastei minha cabe\u00e7a, agarrei com vontade as duas bandas daquela bunda e arregacei-a bem, subi mais um degrau, queria encravar a pica naquela boceta carnuda, lisinha, linda, ali mesmo, quando num movimento afoito da minha parte a<br \/>\nescada balan\u00e7ou e quase ca\u00edmos os dois.<br \/>\nO susto nos mostrou o real perigo de cair que est\u00e1vamos correndo, por isso descemos a escada e ela agarrando fortemente<br \/>\no meu pau por cima da bermuda. Ent\u00e3o j\u00e1 fora de perigo ela ajoelhou-se a meus p\u00e9s, arriou minha bermuda junto com minha cueca e abocanhou de maneira voraz meu membro que pulsava de tes\u00e3o enquanto eu acariciava e aperava aqueles peitos deliciosos, aqueles mamilos grandes e rosado com um biquinho durinho e maravilhoso.<br \/>\nDepois de uns dois minutos de uma mamada deliciosa, levantei-a e beijamo-nos na boca um beijo selvagem, alucinado&#8230; Vi que a porta do quarto estava entreaberta e ainda beijando peguei-a no colo, entrei no quarto e joguei-a na cama. A partir da\u00ed foi barba cabelo e bigode, e fizemos por mais de duas horas quase tudo que se possa imaginar&#8230;<\/p>\n<p>Enviado por Lopau2020<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Faz uma fria manh\u00e3 de sexta-feira no Rio de Janeiro, quando desperto com o soar irritante do interfone, olho pro ladoe o rel\u00f3gio marca exatamente nove horas, estou s\u00f3 na cama, minha mulher viajou a trabalho j\u00e1 faz sete dias. 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